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Archive for October 6th, 2009

Ginástica Laboral

October 6th, 2009

 

Ginástica laboral traz benefícios ao trabalhador e à empresa

Fonte: Meu salário

A ginástica laboral trata-se de uma série de exercícios físicos praticados no ambiente de trabalho com o objetivo de colocar o trabalhador, ou uma equipe de trabalhadores, em boas condições físicas e mentais para o exercício do trabalho diário.

Normalmente, a ginástica laboral é baseada em técnicas de alongamento nas várias partes do corpo, desde os membros, passando pelo tronco à cabeça. Recomenda-se que a prática seja orientada ou supervisionada por um especialista no assunto, que pode ser um profissional de Educação Física ou Fisioterapia.

Benefícios ao trabalhador

Dentre os benefícios à saúde do trabalhador, a prática da ginástica laboral melhora a condição física e psicológica; favorece a integração (quando praticada em grupo), melhorando a participação e produção em equipe; corrige vícios posturais; melhora a disposição; reduz patologias e casos de LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos / Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) e diminui os níveis de estresse e tensão geral.

Benefícios às empresas

Para as empresas que adotam a prática, os benefícios são a diminuição no número de acidentes de trabalho; redução nos gastos com serviços médicos; diminuição de faltas de trabalhadores por motivo de doenças; aumento na produção das empresas e na satisfação do empregado.

As atividades propostas pela ginástica laboral são:

- de curta duração (10 a 15 minutos);
- de pouca exigência física, tais como alongamentos, relaxamento, recreação e consciência corporal;
- Preparatórias ou de Aquecimento são as realizadas antes de iniciar o trabalho, para preparar as estruturas que serão solicitadas durante as tarefas;
- compensatórias ou de pausa são as realizadas em pequenos intervalos durante o expediente e
- de relaxamento ou final de expediente são as realizadas ao término das atividades do funcionário com o objetivo de aliviar o cansaço e a tensão muscular.

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Saúde no Trabalho

Almoce bem e perca peso

October 6th, 2009

Por:

Roberta Stella – Nutricionista

 

Cada refeição tem a sua importância, pois fornecem nutrientes diferentes e em quantidades importantes para que a alimentação do dia fique balanceada. O almoço é a segunda refeição principal do dia e não deve ser omitido. Ele irá fornecer energia para que possa seguir o dia desenvolvendo as atividades adequadamente. Muitas pessoas relatam que, à noite, sentem muita fome e cometem excessos nesse período. Normalmente, isso acontece quando o almoço foi deixado de lado.

Alimentos

O almoço é uma refeição em que a variedade de alimentos fornece grande diversidade de nutrientes. Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais estão presentes nos alimentos típicos dessa refeição. Os carboidratos estão presentes nas massas, arroz, batata, legumes e frutas. As principais fontes de proteínas são as carnes e as leguminosas (feijão, lentilha, soja, grão de bico). As gorduras estão presentes nas carnes e no óleo utilizado para temperar os alimentos. As vitaminas e minerais estão em quantidades maiores nas verduras e legumes e, por isso, esses alimentos devem estar presentes diariamente no cardápio.

Opções de alimentos


Saber escolher os alimentos corretamente no almoço irá estimular a saciedade e, de quebra, fornecer poucas calorias, tornando a refeição adequada nutricionalmente e controlando o peso. Quanto mais simples as preparações, mais adequada será a refeição. Assim, optar pelos legumes cozidos, em vez de gratinados ou fritos, irá reduzir a quantidade de gorduras. Carnes grelhadas são menos calóricas do que as fritas, empanadas ou à parmeggiana. Arroz e feijão é a dupla nacional perfeita! Verduras temperadas com azeite, limão ou vinagrete estimulam o paladar. Para fechar a refeição com chave de ouro, a escolha perfeita é uma fruta da estação. Durante a refeição é permitida a ingestão de bebida, mas em pequena quantidade ? no máximo, um copo pequeno (200 mL), dando preferência para sucos naturais ou água. 

 

Fonte: Site Minha Vida

Alimentação

Alimentação ajuda na menopausa

October 6th, 2009

Atravesse a menopausa sem sufoco com a ajuda do cardápio

Dá para driblar os transtornos do climatério investindo na alimentação

 

 

A importância de um tratamento preventivo e multidisciplinar para combater os incômodos que rondam a fase da menopausa é indiscutível. Porém, a alimentação também pode ser usada como arma contra os calorões repentinos, a falta de libido e as mudanças de humor, típicos do fim da fertilidade feminina.

Os efeitos da soja no organismo das mulheres que enfrentam a menopausa, por exemplo, são bem conhecidos. Isso porque ela é rica em isoflavona, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas do fim da fertilidade por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais.

Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal. Três colheres de sopa de soja cozida ou uma fatia de tofu equivalem a 50 miligramas de isoflavonas, quantidade diária mínima para os efeitos aparecerem. s. 

A deficiência de magnésio também é notada, durante a menopausa. Por estar presente nos ossos, a falta do mineral pode levar ao desenvolvimento de osteoporose.

A ingestão para mulheres com mais de 30 anos precisa ser de 320 miligramas por dia. Boas opções para encontrá-lo são as verduras e legumes verdes, cereais integrais e oleaginosas. Meia xícara de espinafre cozido fornece 78.3 mg.

 

Fonte: Site Minha Vida

 

 

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Bullyng e Distúrbios do Sono

October 6th, 2009

Bullying no ambiente de trabalho e distúrbios no sono

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. 

O estudo mostrou a alta prevalência desse tipo de bullying, indicando que 11% das mulheres e 9% dos homens foram alvo de “comportamentos hostis” no local de trabalho, no período de 6 meses anteriores à pesquisa. Os números também mostraram que proximadamente 22% das mulheres entrevistadas e 31% dos homens haviam presenciado alguma atitude ou ataque hostil, no mesmo período.

Nos homens que foram vítimas de bullying, os distúrbios do sono foram 220% maiores nos indivíduos que presenciaram tal atitude e 240% naqueles que sofreram tais ataques. Entre as mulheres os números também são assustadores. Os aumentos de distúrbios foram da ordem de 170% nas que presenciaram e quase 190% nas mulheres que sofreram bullying.

A autora principal do estudo, Isabelle Niedhammer, afirmou que a exposição à violência ou hostilidade no local de trabalho tem consequências enormes sobre o risco de desenvolver transtornos do sono à curto ou médio prazo. “O bullying no ambiente de trabalho é um dos principais fatores de estresse e talvez tenha grande correlação com o número de suicídios de determinadas faixas etárias além estar ligado a uma série de problemas de saúde”, diz a pesquisadora.

O estudo foi feito com base nos dados coletados entre mais de 3 mil homens e quase 4.500 mulheres com uma idade média de 40 anos. Os participantes, além de responder a um questionário que indicava 45 tipos diferentes de bullying, também reportaram se teriam sido alvos de atitudes hostis de uma ou mais pessoas no trabalho, se as ofensas eram contínuas, opressivas e se essas atitudes contribuiam para sua exclusão ou isolamento por longos períodos.

De acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono, a presença de distúrbios do sono é associada a situações de estress identificáveis e é o principal fator que pode para levar à insônia (falta de sono constante por mais de três meses). Os distúrbios podem ser acompanhados de sintomas como ansiedade, preocupação, depressão, tensão muscular e dores de cabeça.

Fonte: American Academy of Sleep Medicine

Saúde no Trabalho

Oniomania – Compulsão por Compras

October 6th, 2009

 

Quando a compulsão por comprar se apresenta de forma severa, ela se torna uma doença psicológica chamada Oniomania. O transtorno, caracterizado pelo descontrole dos impulsos, atinge cerca de 3% da população. Os portadores da Oniomania, também conhecidos como shopaholics ou consumidores compulsivos, frequentemente não conseguem resistir à tentação de comprar. Chegam a  não pagar contas essenciais para gastar com supérfluos. A gratificação e a satisfação obtidas através da compra não os permitem avaliar a possibilidade de futuros prejuízos.

Entre os comportamentos mais comuns dos shopaholics estão esconder as compras da família ou do parceiro; mentir sobre a quantidade verdadeira de dinheiro gasto em compras; gastar em resposta a sentimentos negativos como depressão ou tédio; sentir euforia ou ansiedade durante a realização das compras; culpa, vergonha ou auto-depreciação como resultado das compras; se dedicar muito tempo fazendo “malabarismos” com as contas ou com as dívidas para acomodar os gastos; além de uma atração incontrolável por cartões de créditos e cheques especiais. Uma pessoa só é considerada um consumidor compulsivo se é incapaz de controlar o desejo de comprar e quando os gastos frequentes e excessivos interferem de modo importante em vários aspectos de sua vida. Antes de cometer o ato do qual não tem controle, é comum que o consumidor compulsivo apresente ansiedade e/ou excitação. Já durante a execução do ato, experimenta sensações de prazer e gratificação. E quando, por algum motivo, são impedidos de comprar, os pacientes costumam relatar sensações como angústia, frustração e irritabilidade. A maioria apresenta culpa, vergonha ou algum tipo de remorso ao término do ato. As compras compulsivas podem levar a sérios problemas psicológicos, ocupacionais, financeiros e familiares que incluem a depressão, enormes dívidas e graves problemas nas relações amorosas. Vários estudos revelaram que a idade e a situação econômica são os principais fatores de risco para o desenvolvimento desse transtorno. Os investigadores descobriram um percentual mais elevado em jovens que ganham menos em relação aos indivíduos mais velhos e em melhor situação econômica.

O comprador compulsivo consome pelo prazer de consumir e não pela real necessidade do objeto, e compra mais produtos relacionados à aparência como roupas da moda, sapatos, jóias e relógios. O descontrole é sem limites. Podemos traçar um paralelo entre as compulsões por compras e as dependências químicas. Em ambas, há perda de controle e o paciente se expõe a situações danosas para si e também para os outros. Assim como em alguns casos os dependentes químicos roubam para custear seus vícios, o compulsivo também pode se utilizar de meios ilegais para continuar comprando.

Compras compulsivas podem ser encontradas com muita frequência na fase maníaca do transtorno bipolar de humor, de exaltação do humor, quando existem sentimentos intensos de alegria e otimismo, associados à falta de capacidade para julgar com clareza as consequências dos atos cometidos; e também podem ser encontradas em portadores do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), principalmente em pacientes com compulsões de colecionismo.

Embora a compulsão por compras possa estar relacionada a outros transtornos, alguns fatores presentes no dia a dia são facilitadores da compra descontrolada. Produtos à venda pela internet, canais de venda na televisão ou grandes promoções de queima de estoque são um grande perigo.

Infelizmente, a maioria dos shopaholics só costuma procurar ajuda quando as dívidas estão grandes e os gastos exagerados já acarretam problemas familiares, nos relacionamentos, em situações legais, ou até quando dão origem a episódios depressivos de intensidade importante. Em alguns casos, os portadores do transtorno só chegam ao consultório trazidos por familiares, amigos ou pelo cônjuge. Quanto à origem do transtorno, acredita-se que haja algum déficit do neurotransmissor serotonina, que reconhecidamente proporciona menor ocorrência de impulsividade. Desta forma, o tratamento pode envolver medicamentos como antidepressivos ou agentes estabilizadores do humor, e psicoterapia cognitivo-comportamental.

Dependendo do caso, duas outras medidas também devem ser levadas em consideração: frequentar grupos de autoajuda, como os devedores anônimos (DA) e nomear algum conselheiro financeiro, que possa orientar o paciente sobre suas movimentações financeiras. Quando esse último procedimento ocorre, o paciente continua com a responsabilidade de pagar suas contas, porém, não tem acesso a cartões de crédito e a cheques. É dado a ele, semanalmente, uma quantia previamente combinada à qual deve se adequar. Além disso, as contas são acompanhadas por meio do fornecimento de recibos ao conselheiro financeiro. Esta é uma das formas de tentar combater a possibilidade de episódios de compulsão por compras. Conforme o indivíduo obtém progressos, ele retoma paulatinamente o pleno controle sobre suas finanças.

Por Leonardo Gama Filho, Psiquiatra especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Chefe do Serviço de Saúde Mental do Hospital Municipal Lourenço Jorge (RJ)

Fonte: O que eu tenho?

Saúde