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Os vários benefícios da Cromoterapia

January 22nd, 2010

 

Raios de Beleza
Você sabia que usar o amarelo pode melhorar um quadro depressivo? E que o violeta busca a sabedoria espiritual? Entenda melhor sobre os benefícios da cromoterapia.
Por Kelly Nagaoka
Fonte: Revista Zero/ed.10
Foto: Símbolo Imagens
 
Saúde, bem-estar e harmonia. Essa é a tríade de coisas positivas que a cromoterapia traz aos seus adeptos. Por meio das cores, essa ciência
altera ou mantém as vibrações do corpo em uma frequência que garante bons resultados. “A cor é fundamental em qualquer sistema de cura. Ela pode ser utilizada em qualquer hora do dia, apenas com o uso de roupas nos tons adequados, para atrair determinado tipo de vibração”, ensina a terapeuta corporal holística Sandra Gruner, da Terapia do Toque (SP).
 
 
Para tratar problemasde saúde, uma das formas de aplicar a cromoterapia é com a utilização da água solarizada. Também com a cromoterapia, é feito o alinhamento dos chakras, além de poder ser utilizada na reflexologia. Segundo a cromoterapeuta Regina Ribeiro, do Espaço Aono (SP), as pessoas devem optar pelo tratamento quando sentirem que algo está errado e precisarem de equilíbrio, harmonização e bem-estar nos quatro corpos: físico, emocional, mental e espiritual.
 
Primeiro existe uma avaliação da energia da pessoa através dos seus chackras. Nessa avaliação, os chackras são medidos com um pêndulo e se estiverem parados serão equilibrados. Um chackra parado significa que um
órgão vai ter a sua energia saturada e com isso, algum desequilíbrio.
Lembrando que cada chackra possui uma cor específica e é ligado a um determinado órgão, podemos então, saber nesse momento, qual é o tratamento específico perante a cromoterapia.
 
 
Em cores
A estética já descobriu os poderes da cromoterapia e essa ciência já é empregada em tratamentos de beleza, que auxiliam em problemas como estrias, vitiligo, psoríase, acne e até estresse. “As luzes agem como um complemento a outros tratamentos, como a drenagem linfática e o
manthus, no caso da gordura localizada, e o peeling e a carboxiterapia, no caso das estrias”, explica o cirurgião plástico Luciano Esteves.
 
Com a promessa desses e mais benefícios, o equipamento Cromosystem usa frequências diferentes de luzes coloridas que são focadas na pele. Cada cor tem diferentes comprimentos de ondas de luz e emite informações
energéticas. À medida que a pele absorve profundamente as luzes através de caminhos energéticos específicos, há um estímulo da comunicação intracelular que auxilia no processo de cura. “Mecanismos fisiológicos que colaboram na redução de medidas ou na produção de colágeno são
ativados por meio do tratamento”, completa.
 
A cromoterapia estimula o fluxo linfático, equilibrando e desintoxicando os sistemas corporais tanto no rosto como no corpo, sendo eficaz também no tratamento da acne.
 
 
Colorido básico
Regina Ribeiro cita as sete cores básicas da cromoterapia e os seus poderes terapêuticos:
Vermelho: É usado na anemia, no sistema circulatório, músculos, tendões etc. No aspecto energético, capta e distribui a energia primária (kundalini) e reativa os demais chackras.
 
Laranja: Usado para induzir a pessoa a se sentir disposta. Utilizado também para o tratamento de intestino preso, nódulos, miomas e tumores,
autoconfiança.
 
Amarelo: Representa festividade, alegria e suaviza a rigidez das pessoas. Pode ser usado em doenças dos ossos e pele.
 
Verde: Tem propriedades antissépticas. Combate o estresse, pânico, aumenta a autoestima, cura a dor de garganta e todos os tipos de inflamações.
 
Azul: Cor energizadora do aconchego. Seus benefícios são para as artérias, veias, enxaquecas, tiroides, glândulas em geral, artrose.
 
Índigo: Induz a anestesia local. É benéfica contra dor de ouvido, miopia, traz relaxamento profundo, entre outros.
 
Violeta: Cor do estado de elevação, da espiritualidade e transmutação, além de ser um grande antibiótico.

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Correr pode ajudar a melhorar o funcionamento do cérebro, aponta estudo

January 22nd, 2010

 

A corrida pode fazer mais do que melhorar seu condicionamento físico e cardiovascular. Segundo estudo recentemente publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, esse exercício pode ter um impacto significativo na função cerebral, melhorando o aprendizado e a memória.

Em testes com ratos, os cientistas observaram que os roedores que, voluntariamente, corriam nas rodinhas apresentavam maior número de células cerebrais e tinham melhor desempenho em testes de aprendizado espacial do que os animais que não se exercitavam. De acordo com os pesquisadores, a corrida tem efeito profundo no hipocampo – área do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória.

O aprendizado espacial é a habilidade de se deslocar em um lugar desconhecido ou de falar a diferença entre dois padrões, enquanto a memória espacial se refere à capacidade de se lembrar da localização ou disposição de objetos no espaço. No caso da pesquisa, os cientistas descobriram que os ratos mais fisicamente ativos tinham uma melhora considerável no aprendizado, sendo mais capazes de perceber a diferença entre os locais de dois estímulos adjacentes idênticos.

De acordo com os autores, essa habilidade demonstrada pelos ratos que corriam nas rodinhas estava intimamente associada com um aumento no crescimento de novas células no hipocampo. Experiências atuais com ratos têm demonstrado repetidamente que correr aumenta o número de novas células cerebrais nesta área, ao contrário da crença que vigorou até o final dos anos 1990, de que não haveria o crescimento de novas células cerebrais após o nascimento.

“Atualmente, as crescentes evidências continuam a revelar que o exercício provoca significativas alterações fisiológicas e estruturais no cérebro que são benéficas para a função cognitiva”, concluíram os autores, recomendando a prática regular de atividades físicas.

Fonte: PNAS Early Edition. 19 de janeiro de 2010.

Artigos

Efeitos Nocivos do Sal

January 22nd, 2010

 

Estudo americano comprova os efeitos perigosos do consumo excessivo de sal

Diminuição da ingestão pode evitar 92 mil mortes por ano nos EUA.
Muitas vezes, produtos doces também levam sal em sua formulação.

Do G1, com informações do Jornal Nacional

Um estudo científico divulgado nos Estados Unidos comprovou os efeitos perigosos do consumo exagerado de sal na alimentação. Mas a notícia boa é que uma redução pequena nesse consumo pode evitar muitos problemas.

 

A culinária americana, tradicionalmente, não leva muito sal. O problema é o complemento: o petisco que acompanha o prato principal e o lanche comprado na rua.

 

Não é de hoje que os médicos alertam que o sal em excesso aumenta a pressão arterial e provoca doenças cardíacas, mas nunca um estudo científico tinha sido tão incisivo.

 

Pesquisadores americanos chegaram a uma conclusão impressionante: cortar meia colherzinha de chá de sal por dia pode evitar 92 mil mortes por ano nos Estados Unidos, diminuindo o número de derrames e ataques cardíacos. 

A cidade de Nova York lidera uma campanha com várias cidades americanas para esimular restaurantes e fabricantes a diminuir reduzir a quantidade de sal no preparo dos alimentos. A meta é diminuir em 25% nos próximos cinco anos.

Uma das coordenadoras da campanha,  Lynn Silver,  já foi diretora da Universidade de Brasília (UnB). Ela diz que o problema nos EUA é que o sal muitas vezes está escondido em produtos que nem se imagina. "Um pão doce pode ter mais sal do que um pacote de batatas fritas", diz ela.

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