Os vários benefÃcios da Cromoterapia
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| Você sabia que usar o amarelo pode melhorar um quadro depressivo? E que o violeta busca a sabedoria espiritual? Entenda melhor sobre os benefícios da cromoterapia. | |
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A corrida pode fazer mais do que melhorar seu condicionamento físico e cardiovascular. Segundo estudo recentemente publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, esse exercício pode ter um impacto significativo na função cerebral, melhorando o aprendizado e a memória.
Em testes com ratos, os cientistas observaram que os roedores que, voluntariamente, corriam nas rodinhas apresentavam maior número de células cerebrais e tinham melhor desempenho em testes de aprendizado espacial do que os animais que não se exercitavam. De acordo com os pesquisadores, a corrida tem efeito profundo no hipocampo – área do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória.
O aprendizado espacial é a habilidade de se deslocar em um lugar desconhecido ou de falar a diferença entre dois padrões, enquanto a memória espacial se refere à capacidade de se lembrar da localização ou disposição de objetos no espaço. No caso da pesquisa, os cientistas descobriram que os ratos mais fisicamente ativos tinham uma melhora considerável no aprendizado, sendo mais capazes de perceber a diferença entre os locais de dois estímulos adjacentes idênticos.
De acordo com os autores, essa habilidade demonstrada pelos ratos que corriam nas rodinhas estava intimamente associada com um aumento no crescimento de novas células no hipocampo. Experiências atuais com ratos têm demonstrado repetidamente que correr aumenta o número de novas células cerebrais nesta área, ao contrário da crença que vigorou até o final dos anos 1990, de que não haveria o crescimento de novas células cerebrais após o nascimento.
“Atualmente, as crescentes evidências continuam a revelar que o exercício provoca significativas alterações fisiológicas e estruturais no cérebro que são benéficas para a função cognitiva”, concluíram os autores, recomendando a prática regular de atividades físicas.
Fonte: PNAS Early Edition. 19 de janeiro de 2010.
Diminuição da ingestão pode evitar 92 mil mortes por ano nos EUA.
Muitas vezes, produtos doces também levam sal em sua formulação.
Um estudo científico divulgado nos Estados Unidos comprovou os efeitos perigosos do consumo exagerado de sal na alimentação. Mas a notícia boa é que uma redução pequena nesse consumo pode evitar muitos problemas.
A culinária americana, tradicionalmente, não leva muito sal. O problema é o complemento: o petisco que acompanha o prato principal e o lanche comprado na rua.
Não é de hoje que os médicos alertam que o sal em excesso aumenta a pressão arterial e provoca doenças cardíacas, mas nunca um estudo científico tinha sido tão incisivo.
Pesquisadores americanos chegaram a uma conclusão impressionante: cortar meia colherzinha de chá de sal por dia pode evitar 92 mil mortes por ano nos Estados Unidos, diminuindo o número de derrames e ataques cardíacos.
A cidade de Nova York lidera uma campanha com várias cidades americanas para esimular restaurantes e fabricantes a diminuir reduzir a quantidade de sal no preparo dos alimentos. A meta é diminuir em 25% nos próximos cinco anos.
Uma das coordenadoras da campanha, Lynn Silver, já foi diretora da Universidade de Brasília (UnB). Ela diz que o problema nos EUA é que o sal muitas vezes está escondido em produtos que nem se imagina. "Um pão doce pode ter mais sal do que um pacote de batatas fritas", diz ela.