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	<title>PHATAE &#187; Espiritualidade</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
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		<title>Conviver bem com as emoções é uma arte!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 11:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horr&#237;veis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando at&#233; onde os demais aguentam. Quando ele fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria">
<p class="TxtCorridoMateria TxtFlx">Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horr&iacute;veis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando at&eacute; onde os demais aguentam. Quando ele fala mais alto e est&aacute; mais presente que as outras pessoas que moram dentro de mim, acabo me parecendo mais com ele. &Eacute; duro coloc&aacute;-lo no seu lugar novamente. Muito dif&iacute;cil mesmo. Acho que o nome dele &eacute; Medo. </p>
<p>		Li certa vez que o oposto do amor &eacute; o <a href="http://minhavida.uol.com.br/silos.htm?tema=medo&amp;secCodigo=6" target="_blank">medo</a>. E n&atilde;o o &oacute;dio, como pensamos. O medo afasta, divide, destr&oacute;i. O &oacute;dio &eacute; facilmente revertido, pois nele mora a paix&atilde;o. Quando o Medo aparece, tento aliment&aacute;-lo, perguntando: &quot;do que voc&ecirc; precisa?&quot;. &Agrave;s vezes ele quer colo, outras vezes ele quer ser dominado e outras ainda apenas ser ouvido. Tenho que aliment&aacute;-lo e pedir aos outros o que ele necessita. Quem sabe assim ele se acalma por um tempo. Sim, porque sei que ele est&aacute; sempre ali.&nbsp;</p>
</div>
<div class="CitacaoEsqMat">
<blockquote class="TxtCitacaoMat"><p>&quot;Conhecendo a n&oacute;s mesmos e &agrave;s v&aacute;rias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saud&aacute;veis&quot;</p></blockquote>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria">
<p class="TxtCorridoMateria TxtFlx">Bom, a&iacute; surge outro carinha que mora dentro de mim. Vem surgindo duro, categ&oacute;rico: &quot;de jeito nenhum! Voc&ecirc; n&atilde;o precisa de ningu&eacute;m. Precisa se virar sozinha! Autossufici&ecirc;ncia! Ademais, os outros podem deix&aacute;-la a ver navios. N&atilde;o confie em ningu&eacute;m!&quot; Esse a&iacute;, tamb&eacute;m j&aacute; sofreu muitas decep&ccedil;&otilde;es e frustra&ccedil;&otilde;es. Quer provar a todo tempo que consegue sozinho. &Eacute; gordo, precisa de alta camada de prote&ccedil;&atilde;o. J&aacute; tomou conta de mim por v&aacute;rios anos. E fiquei literalmente igualzinha a ele. Penso que ele se chama Orgulho. </p>
<p>		Enquanto eles se enfrentam numa guerra sem fim, aparece algu&eacute;m humilde, com a voz branda, suave e s&aacute;bia. Vem dizendo: &quot;nem todo o conhecimento vem pela raz&atilde;o! D&ecirc; ouvidos a ambos, mas escolha com <a href="http://minhavida.uol.com.br/silos.htm?tema=coração&amp;secCodigo=6" target="_blank">cora&ccedil;&atilde;o</a> o que &eacute; certo de fazer. Voc&ecirc; consegue e pedir n&atilde;o diminui seus m&eacute;ritos. Mesmo Jesus pediu para que aquele c&aacute;lice amargo dos humanos fosse afastado de seus l&aacute;bios.&quot; Essa voz me acalma. Gostaria de ser essa pessoa 100% do tempo. N&atilde;o &eacute; homem, nem mulher. Tem forma et&eacute;rea. Caminha com passos calmos, mas precisos e seguros. Acho que o nome dela &eacute; Amor.&nbsp;</p>
</div>
<p><!--Use as classes "CpLinksRelacionadosDirMat" e "CpLinksRelacionadosEsqMat" para alinhar a direita e esquerda respectivamente--></p>
<div class="CpLinksRelacionadosEsqMat">
<h3 class="TxtTLnksRelacionados">Saiba Mais</h3>
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</ul>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria">
<p class="TxtCorridoMateria TxtFlx">Acabo pedindo aos outros que me cercam o que o Medo quer e respondo ao Orgulho que conseguimos aguentar o &quot;n&atilde;o&quot;. Algumas vezes, n&atilde;o conseguimos o que o Medo queria. O Orgulho sai rindo e se vangloriando, &quot;n&atilde;o falei?&quot;. Acredito que isso aconte&ccedil;a porque nem sempre os outros conseguem estar vestidos do Amor, assim como eu mesma n&atilde;o consigo ser Amor 100% do tempo. Mas procuro quem o esteja vestindo hoje, que &eacute; quando o Medo precisa. O mais surpreendente: quase sempre consigo o colinho, ou ouvidos compreensivos. </p>
<p>		Conhecendo essas pessoas em mim e nos outros, aprendi que a impaci&ecirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e as agress&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o mais que o Medo gritando para n&atilde;o ser abandonado, para ser compreendido. Estou aprendendo com o Amor que ele nasce em primeiro lugar para n&oacute;s mesmos. O jeit&atilde;o do Medo n&atilde;o leva a lugar algum. N&atilde;o consegue o que realmente precisamos. </p>
<p>		O amor pr&oacute;prio possibilita o <a href="http://minhavida.uol.com.br/silos.htm?tema=amor&amp;secCodigo=6" target="_blank">amor</a> altru&iacute;sta, generoso. Conhecendo a n&oacute;s mesmos e &agrave;s v&aacute;rias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saud&aacute;veis, vivendo de bem com a vida. &nbsp;</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>O magnetismo humano durante o Carnaval</title>
		<link>http://phatae.com/2010/02/o-magnetismo-humano-durante-o-carnaval/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 13:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[consciente]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[humano]]></category>
		<category><![CDATA[magnetismo]]></category>
		<category><![CDATA[vibração]]></category>
		<category><![CDATA[vibramos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; por Rog&#233;rio Pires &#8211; suporte@phatae.com Quando adentramos em um ambiente qualquer, e durante a nossa perman&#234;ncia neste local, o nosso campo magn&#233;tico estar&#225; interagindo com o campo magn&#233;tico daquele lugar e, desta forma, acorre uma influ&#234;ncia m&#250;tua magn&#233;tica entre a energia do local e a nossa energia interna. Caso o campo magn&#233;tico daquele local [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><font face="tahoma" color="#000033"><b></p>
<h3>por <a href="http://www.phatae.com">Rog&eacute;rio Pires</a> &#8211; <a href="mailto:suporte@phatae.com">suporte@phatae.com</a></h3>
<p></b></font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="tahoma" color="#000033">Quando adentramos em um ambiente qualquer, e durante a nossa perman&ecirc;ncia neste local, o nosso campo magn&eacute;tico estar&aacute; interagindo com o campo magn&eacute;tico daquele lugar e, desta forma, acorre uma influ&ecirc;ncia m&uacute;tua magn&eacute;tica entre a energia do local e a nossa energia interna. Caso o campo magn&eacute;tico daquele local for predominantemente positivo e potente, em se tratando do nosso campo magn&eacute;tico, a influ&ecirc;ncia dele ser&aacute; saud&aacute;vel. Caso contr&aacute;rio, se o campo magn&eacute;tico daquele local for predominantemente negativo e potente, a influ&ecirc;ncia dele ser&aacute; nociva. O que determina se o Campo eletromagn&eacute;tico de um ambiente &eacute; nocivo ou n&atilde;o para n&oacute;s, &eacute; o padr&atilde;o vibracional em que nos encontramos.</p>
<p>Quando analisamos a energia do Carnaval, observando-o apenas do ponto de vista do Magnetismo Humano, ou seja, n&atilde;o levando em considera&ccedil;&atilde;o toda e qualquer an&aacute;lise &eacute;tica, moral e religiosa, &eacute; o caso de utilizarmos a nossa imagina&ccedil;&atilde;o: imagine um ambiente ou uma situa&ccedil;&atilde;o constitu&iacute;da por milhares de pessoas que foliam e dan&ccedil;am freneticamente, bem pr&oacute;ximas umas das outras, com trajes bem curtos, &ldquo;focadas&rdquo; em um estilo musical e em dan&ccedil;as extremamente sensuais e provocantes, regadas a litros e litros de bebidas alco&oacute;licas, muitas delas aproveitando esse clima prop&iacute;cio para exteriorizarem suas necessidades, vontades, car&ecirc;ncias, traumas e at&eacute; suas viol&ecirc;ncias e taras. Imaginou? <b>Agora imagine que tipo de campo eletromagn&eacute;tico este ambiente ou situa&ccedil;&atilde;o cria.</b></p>
<p>E se voc&ecirc; acredita em esp&iacute;ritos, levando em considera&ccedil;&atilde;o que a nossa &quot;companhia&quot; de desencarnados tamb&eacute;m &eacute; determinada pela Lei da Atra&ccedil;&atilde;o (atra&iacute;mos aquilo que vibramos), pergunto-lhes: <i>Que tipos de desencarnados s&atilde;o atra&iacute;dos para este tipo de ambiente ou situa&ccedil;&atilde;o? Quantos milhares desses desencarnados est&atilde;o ali, pr&oacute;ximos dos encarnados, usufruindo daquele ambiente que eles tanto adoram?</i></p>
<p>Convenhamos que se a maioria das pessoas que brincam no Carnaval &#8211; principalmente em multid&otilde;es de milhares de pessoas &#8211; estivessem apenas dan&ccedil;ando e exteriorizando suas alegrias, a polaridade do campo eletromagn&eacute;tico seria totalmente outra. A realidade seria proporcionalmente oposta e tanto os campos magn&eacute;ticos destes ambientes quanto o n&iacute;vel evolutivo dos desencarnados presentes seriam assaz construtivos. Criamos a nossa realidade externa atrav&eacute;s da nossa Realidade Interna e esta Realidade Interna define aquilo que entrar&aacute; em contato com nossas vidas.</p>
<p>Voc&ecirc; pode estar pensando que este n&atilde;o &eacute; o seu caso, que voc&ecirc; brinca o carnaval de maneira consciente, sadia e tranq&uuml;ila, mantendo equilibradas e construtivas as suas energias internas. Quando h&aacute; uma disputa energ&eacute;tica, a energia vencedora deste &ldquo;combate&rdquo; &eacute; sempre a mais POTENTE. Desta forma as nossas energias durante esSe per&iacute;odo estar&atilde;o totalmente envolvidas por energias extremamente &ldquo;nocivas&rdquo; que s&atilde;o <b>muito mais potentes que as nossas</b>, pois ser&atilde;o produzidas pelas milhares de pessoas que, ao nosso redor, brincam o Carnaval de maneira extremamente oposta &agrave; nossa.</p>
<p>O nosso Campo Eletromagn&eacute;tico REAGE sempre de acordo com o ambiente &agrave; nossa volta ou a uma situa&ccedil;&atilde;o qualquer. Quando duas energias s&atilde;o antag&ocirc;nicas, elas se repelem mutuamente (amor e &oacute;dio). Entretanto, quando estas energias antag&ocirc;nicas s&atilde;o obrigadas a conviver no mesmo ambiente, por um grande per&iacute;odo de tempo, como sistema de defesa, a nossa organiza&ccedil;&atilde;o eletromagn&eacute;tica come&ccedil;a a se adaptar a este padr&atilde;o energ&eacute;tico que nos est&aacute; sendo imposto, fazendo com que o nosso padr&atilde;o seja compat&iacute;vel com estas energias. Como vimos antes, n&atilde;o importa se a energia &eacute; positiva ou negativa, em uma disputa energ&eacute;tica sempre vencer&atilde;o as energias &ldquo;mais fortes&rdquo;.</p>
<p>Em se tratando do carnaval, por mais positivo e potente que seja a nossa energia interna, caso estejamos em um ambiente que &eacute; continuamente alimentado pelas vibra&ccedil;&otilde;es desequilibradas e extremamente fortes de milhares de pessoas encarnadas e desencarnadas ao nosso redor que est&atilde;o brincando o carnaval de maneira &ldquo;destrutiva&rdquo;, n&atilde;o teremos chance alguma de vencer esta batalha energ&eacute;tica.</p>
<p><i>Voc&ecirc; deve estar se perguntando: Mas ser&aacute; que meus Mestres Espirituais n&atilde;o atuam durante o carnaval? Claro que sim. A atua&ccedil;&atilde;o de nossos Mestres Espirituais durante esse per&iacute;odo &eacute; imprescind&iacute;vel, mas ser&aacute; que estaremos em um padr&atilde;o vibracional aceit&aacute;vel para receber este aux&iacute;lio?</i> <b>S&oacute; entramos em contato com aquilo que vibramos!</b> Numa DISPUTA energ&eacute;tica, tanto a energia mais forte, vencedora, quanto a energia perdedora deste combate, sofrer&atilde;o desgastes energ&eacute;ticos proporcionais aos esfor&ccedil;os necess&aacute;rios e suficientes para vencer a energia ou o campo magn&eacute;tico advers&aacute;rio.</p>
<p>Este artigo n&atilde;o &eacute; uma campanha CONTRA o Carnaval e sim uma <b>campanha a favor de um carnaval consciente</b>. Seja consciente, eleve a sua alegria durante este per&iacute;odo, seja consciencioso de seus atos. <b>Lembre-se: voc&ecirc; &eacute; a forma que se relaciona com o mundo &agrave; sua volta. Relacione-se com equil&iacute;brio e ser&aacute; o pr&oacute;prio equil&iacute;brio.</b></p>
<p><i>Rog&eacute;rio Pires<br />
www.phatae.com</i></font></p>
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		<title>Ensinamentos Budistas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 10:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[buda]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[ilusão]]></category>
		<category><![CDATA[maia]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[riquezas]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Muitos n&#227;o sabem que estamos neste mundo para viver em harmonia, esquecendo-se de que morrer&#227;o em dia e que est&#227;o aqui de passagem. Para os que meditam sobre isso, n&#227;o h&#225; diverg&#234;ncias e a vida se torna mais branda. A idade consome este fr&#225;gil corpo, ninho de doen&#231;as e decrepitudes, que a decomposi&#231;&#227;o por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="padding-left: 10px;" class="txt-materia">Muitos n&atilde;o sabem que estamos neste mundo para viver em harmonia, esquecendo-se de que morrer&atilde;o em dia e que est&atilde;o aqui de passagem. Para os que meditam sobre isso, n&atilde;o h&aacute; diverg&ecirc;ncias e a vida se torna mais branda. </p>
<p>A idade consome este fr&aacute;gil corpo, ninho de doen&ccedil;as e decrepitudes, que a decomposi&ccedil;&atilde;o por fim desagrega. Atr&aacute;s da vida, esconde-se a morte. Nesta estrutura toda de ossos recobertos de carne e sangue habitam o orgulho, o ci&uacute;me, a hipocrisia, a decad&ecirc;ncia e a morte. <br />
Curta &eacute; a vida do homem, limitada e r&aacute;pida, cheia de penas e tormentas. &Eacute; necess&aacute;rio compreender isto sabiamente, fazer boas a&ccedil;&otilde;es e levar uma vida nobre e pura e sem prejudicar ningu&eacute;m; ningu&eacute;m escapa da morte. <br />
&quot;Esses filhos s&atilde;o meus, estas riquezas s&atilde;o minhas&quot;. Assim se atormenta o insensato. Verdadeiramente, nem nos pertencemos a n&oacute;s mesmos, muito menos filhos e riquezas. </p>
<p>Quem nunca viu uma pessoa velha, sem dentes, cabelos raros e brancos, sem beleza; uma pessoa doente, fraca, sem energia, consumida pela dor e lamentos; um cad&aacute;ver, rijo, frio, p&aacute;lido, sem express&atilde;o. Nunca lhe ocorreu que ningu&eacute;m est&aacute; livre dessas coisas; da velhice, decad&ecirc;ncia e da morte? </p>
<p>A ilus&atilde;o do &quot;eu&quot; &eacute; a fonte de todo o mal, injusti&ccedil;a e o sofrimento. &Eacute; o princ&iacute;pio de todo o &oacute;dio, da corrup&ccedil;&atilde;o, da calunia, da indec&ecirc;ncia, do roubo, da opress&atilde;o e do derramamento de sangue. O &quot;eu&quot; &eacute; a morte; a Verdade &eacute; a vida. O apego ao &quot;eu&quot;, ou &agrave; personalidade, &eacute; a morte cont&iacute;nua. </p>
<p>
A vigil&acirc;ncia &eacute; o caminho da imortalidade; a neglig&ecirc;ncia &eacute; o caminho da morte. Os vigilantes n&atilde;o perecem; os negligentes j&aacute; est&atilde;o como mortos.</p>
<p><b>As a&ccedil;&otilde;es</b> </p>
<p>N&atilde;o menospreze o mal, pensando: &quot;Ele n&atilde;o recair&aacute; sobre mim&quot;. Assim como a &aacute;gua, gota a gota enche o pote, assim o n&eacute;scio, pouco a pouco se deixa invadir pelo mal. </p>
<p>N&atilde;o superestime o bem, pensando: &quot;Nunca o atingirei&quot;. Assim como a &aacute;gua, gota &agrave; gota enche o pote, assim tamb&eacute;m o s&aacute;bio, pouco a pouco torna-se uma fonte de bondade. </p>
<p>O &oacute;dio jamais &eacute; vencido pelo &oacute;dio. O &oacute;dio s&oacute; se extingue com amor; esta &eacute; uma lei eterna. </p>
<p>O veneno n&atilde;o penetra na m&atilde;o onde n&atilde;o h&aacute; ferida, nem o mal atinge aquele que n&atilde;o o pratica. </p>
<p>Melhor do que mil palavras v&atilde;s, &eacute; uma simples palavra que d&ecirc; paz a quem a ouve. </p>
<p>Mais vale um s&oacute; dia vivido na virtude e na medita&ccedil;&atilde;o que cem anos na ilus&atilde;o do transit&oacute;rio, sem considerar que tudo surge para desaparecer. <br />
N&atilde;o h&aacute; deus, nem poder e lugar algum neste mundo que possa nos livrar do resultado das nossas a&ccedil;&otilde;es boas ou m&aacute;s. </p>
<p>Por mais poder, sucesso e realiza&ccedil;&atilde;o que eu obtenha nesta vida, por mais que eu me viaje, proteja e me esconda, no final estar&atilde;o me esperando um dos mensageiros do Caminho; a doen&ccedil;a, a decad&ecirc;ncia e a morte. <br />
Doce como o mel parece para o tolo a m&aacute; a&ccedil;&atilde;o enquanto imatura; por&eacute;m quando ela amadurece, o sofrimento e a m&aacute; sorte aparecem de surpresa, inexplic&aacute;vel, amargo como o fel. </p>
<p>A m&aacute; a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o d&aacute; frutos imediatos, como o leite rec&eacute;m-derramado n&atilde;o azeda de imediato. Como o fogo escondido sob cinzas, um belo dia o mal irrompe sobre o insensato. </p>
<p>*Get&uacute;lio Taigen &#8211; Monge Budista Zen<br />
Extra&iacute;do do texto de Alexandre Lira, da Sociedade Budista do Brasil </span></p>
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		<item>
		<title>Saúde em movimentos &#8211; Chi Kung</title>
		<link>http://phatae.com/2009/12/saude-em-movimentos-chi-kung/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 09:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Holismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnica milenar chinesa, o chi kung ensina a colocar em ordem a energia do corpo e ainda ajuda a promover o bem-estar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><font class="titInterna"></p>
<h1>&nbsp;</h1>
<p></font><font class="TxtAssina">por Caroline Afonso / Shutterstock</font></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concentrados, os alunos se dedicam a realizar cada movimento lentamente. Como em uma coreografia, eles s&atilde;o realizados de forma sincronizada, mas de acordo com as limita&ccedil;&otilde;es de cada um. Durante uma hora, a turma realiza uma s&eacute;rie de exerc&iacute;cios que trabalha o equil&iacute;brio da energia corporal, base do chi kung (pronuncia-se tchi qung), t&eacute;cnica derivada das artes marciais chinesas. &quot;Os movimentos s&atilde;o de baixo impacto e trabalham tr&ecirc;s &aacute;reas: o corpo, as emo&ccedil;&otilde;es e a mente&quot;, explica Henrique Cirilo, professor do Instituto Brasileiro de Chi Kung e Terapias Afins (Ibrachi).</p>
<p>No Brasil desde a d&eacute;cada de 1970, o chi kung tem uma hist&oacute;ria milenar na China. No in&iacute;cio, os mestres de artes marciais chinesas utilizavam os exerc&iacute;cios do m&eacute;todo para fortalecer a energia de seus disc&iacute;pulos e, dessa forma, obter melhores resultados ao longo do treino. Com o passar dos anos, as duas modalidades se separaram, mas a base do chi kung chegou intacta ao Ocidente: ainda hoje &eacute; usada para equilibrar a circula&ccedil;&atilde;o da energia vital do organismo. Segundo a filosofia oriental, a desarmonia pode ser a causa de doen&ccedil;as.</p>
<p>Atualmente, existem 6 mil m&eacute;todos de chi kung reconhecidos pelo pa&iacute;s oriental. De acordo com o Instituto &eacute; poss&iacute;vel dividi-los em tr&ecirc;s tipos: os exerc&iacute;cios que geram energia, os que a captam e aqueles que a controlam. No entanto, nem todos podem ser praticados sem acompanhamento. &quot;N&atilde;o h&aacute; contraindica&ccedil;&otilde;es, mas n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel aprender a t&eacute;cnica em poucos dias&quot;, lembra Cirilo. O estudante de publicidade Bruno Rica, praticante da t&eacute;cnica h&aacute; dois anos, concorda: &quot;Mesmo hoje, j&aacute; com alguma viv&ecirc;ncia nessa pr&aacute;tica, ainda n&atilde;o me sinto confort&aacute;vel em fazer todos os exerc&iacute;cios em casa, somente os que s&atilde;o considerados mais f&aacute;ceis&quot;.</p>
<p><strong><font color="#0054a6">PR&Aacute;TICA AO AR LIVRE</font></strong></p>
<p>Por causa de pessoas como o estudante de publicidade citado, o chi kung se espalha por parques de grandes cidades pelo menos uma vez por ano. &Eacute; quando ocorre o <em>World Tai Chi &amp; Qigong Day</em>, ou <em>Dia Mundial do Tai Chi Chuan e do Chi Kung</em>, dedicado a integrar praticantes e mestres das terapias chinesas e divulgar as t&eacute;cnicas para aqueles que ainda n&atilde;o conhecem seus benef&iacute;cios. Marcado sempre para o &uacute;ltimo s&aacute;bado de abril, o evento acontece desde 1999 e j&aacute; conseguiu a ades&atilde;o de 60 pa&iacute;ses desde ent&atilde;o. O Brasil est&aacute; na lista desde 2000, com edi&ccedil;&otilde;es cada vez maiores. &quot;O contato com a natureza auxilia no processo de relaxamento, por isso muitos procuram essa alternativa&quot;, explica o professor de chi kung.</p>
<p>O processo de relaxamento come&ccedil;a j&aacute; no in&iacute;cio da aula, quando o aluno &eacute; convidado a colocar o mundo externo &agrave; parte e concentrar-se em si pr&oacute;prio. No decorrer do processo, a postura muda, a respira&ccedil;&atilde;o se torna mais pausada e consciente e a medita&ccedil;&atilde;o entra em cena para trabalhar a mente. Na t&eacute;cnica, assim como em outras tradicionais terapias chinesas, a evolu&ccedil;&atilde;o dos movimentos &eacute; atingida aos poucos. &quot;No entanto, ao sair de uma aula, a pessoa j&aacute; consegue se sentir mais relaxada e mais centrada&quot;, enfatiza Cirilo.</p>
<p>Por benef&iacute;cios como esses, o chi kung &eacute; conhecido por auxiliar o tratamento de doen&ccedil;as relacionadas &agrave; vida moderna, como o estresse e a ansiedade. Fisicamente, &eacute; bastante utilizado para aliviar dores musculares e articulares, j&aacute; que relaxa o organismo ao mesmo tempo em que trabalha os membros inferiores e superiores sem grandes impactos. &quot;Basicamente, pratic&aacute;-lo aumenta o bem-estar, o que por si s&oacute; j&aacute; afasta qualquer ideia de doen&ccedil;a&quot;, conta, rindo, Bruno. Brincadeiras &agrave; parte, estudos comprovam a efic&aacute;cia do chi kung na melhora dos sistemas digest&oacute;rio e circulat&oacute;rio, no aumento da vitalidade e na diminui&ccedil;&atilde;o da fadiga.</p>
<table width="100" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img width="505" height="686" title="Fotos shutterstock" alt="Fotos shutterstock" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/27/imagens/i130582.jpg" name="[i130582]" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center"><strong><font size="3"><em>Hoje, existem 6 mil m&eacute;todos de chi kung reconhecidos pela China</em></font></strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><font color="#0054a6">Para praticar no dia a dia</font></strong></p>
<p><em>Conhe&ccedil;a tr&ecirc;s exerc&iacute;cios f&aacute;ceis e pr&aacute;ticos que podem ser realizados em casa e ajudam a equilibrar o corpo e a mente</em></p>
<p><strong><font color="#0054a6">Exerc&iacute;cio 1</font></strong></p>
<p>Em p&eacute;, com a postura ereta, devem-se juntar os p&eacute;s e colocar os bra&ccedil;os de forma reta junto ao corpo. Lentamente, sentindo cada movimento da execu&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio, devem-se entrela&ccedil;ar os dedos das m&atilde;os e esticar os bra&ccedil;os para frente at&eacute; senti-los alongando.</p>
<p>Em seguida, eleve os bra&ccedil;os ao alto, acima da cabe&ccedil;a. Sinta o alongar de um novo conjunto de m&uacute;sculos e, ent&atilde;o, des&ccedil;a o tronco com os bra&ccedil;os at&eacute; que ele fique paralelo ao ch&atilde;o. Em mais um movimento, flexione o tronco mais ainda e tente tocar os p&eacute;s. Fique alguns segundos desta forma e volte, lentamente, &agrave; posi&ccedil;&atilde;o inicial.</p>
<p>Benef&iacute;cio: auxilia a obter maior flexibilidade, al&eacute;m de trabalhar poss&iacute;veis desvios na regi&atilde;o da coluna.</p>
<p><strong><font color="#0054a6">Exerc&iacute;cio 2</font></strong></p>
<p>Com as pernas afastadas, feche as m&atilde;os e as apoie na altura da cintura com as palmas das m&atilde;os voltadas para cima. Em seguida, flexione as pernas, estique os bra&ccedil;os e gire-os de forma que as palmas das m&atilde;os fiquem voltadas para frente. Gire novamente os bra&ccedil;os e as m&atilde;os de forma que as pontas dos dedos se encostem. Sinta em cada troca de movimento o alongar dos bra&ccedil;os, das pernas, do calcanhar e do punho. Fique alguns segundos desta forma e volte, lentamente, &agrave; posi&ccedil;&atilde;o inicial Benef&iacute;cio: aumenta a capacidade muscular dos membros inferiores, prevenindo artrite. Caso a doen&ccedil;a j&aacute; exista, auxilia na diminui&ccedil;&atilde;o das dores.</p>
<p><strong><font color="#0054a6">Exerc&iacute;cio 3</font></strong></p>
<p>Mantenha as pernas afastadas, feche as m&atilde;os e as mantenha voltadas para cima na altura da cintura. Prepare-se para executar tr&ecirc;s movimentos lentamente. Inicialmente, levante os bra&ccedil;os para cima e abra as m&atilde;os de forma que fiquem tamb&eacute;m com a palma voltada para o alto.</p>
<p>Em seguida, vire o tronco para a esquerda ao mesmo tempo em que abaixa os bra&ccedil;os e os estenda para os lados na altura dos ombros. Volte &agrave; posi&ccedil;&atilde;o inicial e repita o primeiro movimento. Em seguida, fa&ccedil;a o segundo movimento novamente, virando o tronco para a direita.</p>
<p>Benef&iacute;cios: esses exerc&iacute;cios d&atilde;o flexibilidade aos membros superiores. S&atilde;o usados tamb&eacute;m para aliviar dores nos tend&otilde;es.</p>
<p>Obs.: em cada exerc&iacute;cio, &eacute; necess&aacute;rio atentar a dois pontos: a postura, que deve sempre ser ereta, e a respira&ccedil;&atilde;o: inspira-se pelo nariz e solta o ar pela boca lentamente.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Brasileiro de Chi Kung Terapias Afins (Ibrachi)</em></p>
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		<title>Amor incondicional e o desapego</title>
		<link>http://phatae.com/2009/11/amor-incondicional-e-o-desapego/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; por Rog&#233;rio Pires &#8211; suporte@phatae.com Definir o amor nos sugestiona uma id&#233;ia j&#225; solidificada e inalter&#225;vel. Mesmo considerando-se o Amor um Sentimento Universal, a interpreta&#231;&#227;o do mesmo &#233; o que o torna particular e dessa forma de significado modific&#225;vel e relativo, dependendo exclusivamente daquele que o interpreta e o vive. O Amor &#233; o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><font face="tahoma" color="#000033"><b></p>
<h3>por Rog&eacute;rio Pires &#8211; suporte@phatae.com</h3>
<p></b></font></p>
<p><font size="2" face="tahoma" color="#000033">Definir o amor nos sugestiona uma id&eacute;ia j&aacute; solidificada e inalter&aacute;vel. Mesmo considerando-se o Amor um Sentimento Universal, a interpreta&ccedil;&atilde;o do mesmo &eacute; o que o torna particular e dessa forma de significado modific&aacute;vel e relativo, dependendo exclusivamente daquele que o interpreta e o vive.</p>
<p>O Amor &eacute; o sentimento que mais cobi&ccedil;amos, por outro lado, &eacute; o mais incompreendido por n&oacute;s. A aus&ecirc;ncia de amor na humanidade &eacute; preenchida pelo vazio do materialismo, pelo secularismo, por desumanidade, viol&ecirc;ncia e o profissionalismo frio que substitui a voca&ccedil;&atilde;o em todas as &aacute;reas. Talvez porque se tenha perdido o contato com uma grande parcela existente em n&oacute;s da realidade humana/divinal ou pelo simples fato de trilharmos alguns caminhos em desarmonia. Embora alguns deles estejam equivocadamente associados ao amor, conduzem-nos ao vazio da solid&atilde;o e do esmorecimento.</p>
<p>Estamos acostumados com um tipo de amor conveniente que nos permite ter um sentimento de carinho extremo por nossos pais; amizade e fraternidade pelos nossos amigos; generosidade com aqueles que n&atilde;o nos s&atilde;o t&atilde;o pr&oacute;ximos; toler&acirc;ncia com aqueles que n&atilde;o nos s&atilde;o afins; apego aos nossos bens materiais; dentre outros milhares de fatores que nos s&atilde;o conveniente. Este tipo de sentimento est&aacute; intimamente ligado ao grau de afinidade que temos com o alvo do amor direcionado, assim como com aquilo que nos &eacute; direcionado em troca do amor enviado por n&oacute;s. Este sentimento &eacute; denominado de Amor Condicional, onde h&aacute; uma condi&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para a exist&ecirc;ncia do amor.</p>
<p>Existem v&aacute;rios tipos de amor, amamos de v&aacute;rias formas diferentes, a maneira como eu amo n&atilde;o &eacute; a mesma pela qual sou amado e &eacute; isso que nos permite ter uma vis&atilde;o maior daquilo que somos capazes de sentir pelo pr&oacute;ximo, por algo espec&iacute;fico ou por n&oacute;s mesmos. A diferen&ccedil;a existente entre os v&aacute;rios tipos de amor &eacute; o que nos permite analisar a intensidade em cada um deles, desta forma, associ&aacute;-lo e classific&aacute;-lo &agrave;quilo que sentimos ou sentem por n&oacute;s.</p>
<p>&ldquo;Amai o pr&oacute;ximo como a ti mesmo&rdquo;. Em algum momento de nossas vidas j&aacute; ouvimos ou lemos esta frase, mas ser&aacute; que de alguma forma j&aacute; vivenciamos este conceito em sua plenitude?</p>
<p>Alguns amam porque encontram no pr&oacute;ximo aquilo que gostariam de obter como virtudes pessoais, outros a sua carreira profissional; existe o amor relativo ao sexo, o ego&iacute;sta, o amor pr&oacute;prio, o fraterno, o amor compassivo por algu&eacute;m pr&oacute;ximo necessitado de ajuda e, a principal de todas as in&uacute;meras formas de se amar, aquela que requer uma enorme dose de desapego, comprometimento e expans&atilde;o de consci&ecirc;ncia, o Amor Incondicional.</p>
<p>O Amor Incondicional consiste em simplesmente amar, independente da exist&ecirc;ncia de um fator importante ou n&atilde;o para a viabiliza&ccedil;&atilde;o ou perpetua&ccedil;&atilde;o do amor. Amar a tudo e a todos, sem justificativa ou apego, consiste na perfeita manifesta&ccedil;&atilde;o de nossa part&iacute;cula divinal. Amar algu&eacute;m ou alguma coisa sem esperar algo em troca. &Eacute; amar perfeitamente a si pr&oacute;prio.</p>
<p>O Amor Incondicional representa a forma mais pura, mais direta de amor que existe, a &uacute;nica verdadeira e original na Unidade. Tudo no Universo deriva desta poderosa energia.</p>
<p>O Amor Incondicional &eacute; um dos conceitos mais incompreendidos de todos os tempos. Plat&atilde;o, em sua obra, &ldquo;O Banquete&rdquo; disserta sobre este tipo de Amor. O filosofo relata que o Amor Incondicional &eacute; um princ&iacute;pio c&oacute;smico, o amor pelas realidades superiores do Universo, da&iacute; a express&atilde;o AMOR PLAT&Ocirc;NICO. Para quem n&atilde;o conhece a obra de Plat&atilde;o, acredita que o Amor Plat&ocirc;nico (Incondicional) &eacute; um tipo de amor que n&atilde;o envolve sexo, asc&eacute;tico, o que n&atilde;o &eacute; a realidade.</p>
<p>A base do amor condicional &eacute; o apego, da mesma forma que o alicerce para o Amor Incondicional &eacute; o desapego. </p>
<p>O Desapego &eacute; um dos mais importantes e dif&iacute;ceis caminhos para a viabiliza&ccedil;&atilde;o da manifesta&ccedil;&atilde;o humana/divinal, assim como para a perfeita intera&ccedil;&atilde;o com tudo que nos cerca.</p>
<p>Ficamos com raiva, preocupados, tornamo-nos &aacute;vidos, fazemos queixas infundadas, sentimos &oacute;dio, medo, somos infelizes e temos todos os tipos de complexos devido ao n&atilde;o exerc&iacute;cio do desapego. Todas estas causas de infelicidade, tens&atilde;o, teimosia e tristeza s&atilde;o consequ&ecirc;ncia do apego. Caso tenhamos algum problema ou preocupa&ccedil;&atilde;o, basta fazermos uma auto-an&aacute;lise profunda para descobrirmos que a causa &eacute; a aus&ecirc;ncia de desapego em alguma &aacute;rea de nossa vida.</p>
<p>N&atilde;o confunda o desapego com desinteresse, indiferen&ccedil;a ou fuga. N&atilde;o devemos nos tornar indiferentes aos problemas da vida. N&atilde;o se pode fugir dele quando se tem verdade de prop&oacute;sito. A nossa situa&ccedil;&atilde;o de vida e seus problemas devem ser encarados e administrados de frente, com equil&iacute;brio, mas n&atilde;o s&atilde;o fatores para nos apegarmos. &Eacute; verdade que os nossos desejos e vontades t&ecirc;m sua import&acirc;ncia, mas a pessoa que se apega a eles torna-se escrava e auto-obsessiva. &Eacute; muito f&aacute;cil nos apegarmos &agrave;s nossas caracter&iacute;sticas positivas, virtudes, aptid&otilde;es ou aos nossos bens materiais e assim nos sentirmos superiores aos outros, com um n&iacute;vel de auto-estima bem elevado. <br />
&Eacute; igualmente f&aacute;cil nos apegarmos tamb&eacute;m &agrave;s nossas caracter&iacute;sticas negativas, &agrave; nossa falta de aptid&otilde;es ou &agrave; nossa pobreza, e assim nos sentirmos inferiores aos outros, ou injusti&ccedil;ados. O apego &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis leva &agrave; avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es desfavor&aacute;veis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Sem d&uacute;vida, nosso apego &agrave;s coisas, condi&ccedil;&otilde;es, sentimentos, conceitos e id&eacute;ias s&atilde;o muito mais problem&aacute;ticos do que a exist&ecirc;ncia desses fatores. <br />
O indiv&iacute;duo tamb&eacute;m sente a necessidade de se apegar ao futuro, da mesma forma que ao passado, negligenciando o presente. Devemos viver intensa e inteligentemente o &ldquo;agora&rdquo;, com plena responsabilidade, sabendo que o que realmente existe &eacute; o eterno &ldquo;hoje&rdquo;.</p>
<p>O Amor Incondicional e o desapego devem andar unidos, um &eacute; o complemento do outro. N&atilde;o conseguiremos explorar em sua totalidade o desapego sem o Amor Incondicional em nossos cora&ccedil;&otilde;es, pois &eacute; este que nos d&aacute; a certeza de que tudo no Universo existe em fun&ccedil;&atilde;o de conspirar para a nossa real felicidade e evolu&ccedil;&atilde;o. Da mesma forma que o Amor Incondicional n&atilde;o se tornar&aacute; pleno em nossas vidas se n&atilde;o praticarmos o desapego, pois a pr&aacute;tica do desapego nos permite abandonar tudo aquilo que nos &eacute; conhecido em benef&iacute;cio da possibilidade do Novo, da mesma forma que tudo que existe no Universo &eacute; mut&aacute;vel e inconstante, sendo negativa a viabiliza&ccedil;&atilde;o do apego.</p>
<p>Devemos come&ccedil;ar a nossa pr&aacute;tica com muita responsabilidade e principalmente equil&iacute;brio, pois somente desta forma estaremos em busca de uma condi&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel e construtiva para a obten&ccedil;&atilde;o do Amor Incondicional em nosso cotidiano.</p>
<p></font></p>
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		<title>A Felicidade é Interna</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 09:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
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		<category><![CDATA[interna]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Causas da felicidade est&#227;o dentro da mente por Emilce Shrividya Starling &#8211; Site Vya Estelar adsense(); &#160; Por que meditar? Porque todos n&#243;s buscamos a felicidade e a medita&#231;&#227;o &#233; a arte de ser feliz. &#201; a arte do equil&#237;brio. Tudo o que fazemos &#233; em busca da felicidade. Estudamos, trabalhamos, nos apaixonamos, casamos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="5" border="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" class="frase"><strong><b>Causas da felicidade est&atilde;o dentro da mente</b> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" class="autor">por  Emilce Shrividya Starling &#8211; Site Vya Estelar</td>
</tr>
<tr>
<td class="textoInterna" colspan="4">
            <script language="JavaScript" type="text/javascript">adsense();</script><br />
            <script src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js" type="text/javascript"></script></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que meditar? Porque todos n&oacute;s buscamos a felicidade e a medita&ccedil;&atilde;o          &eacute; a arte de ser feliz. &Eacute; a arte do equil&iacute;brio.</p>
<p>Tudo o que fazemos &eacute; em busca da felicidade. Estudamos, trabalhamos,          nos apaixonamos, casamos, temos filhos, compramos muitos objetos, adquirimos          posses, buscamos alimentos saborosos, viajamos para outras cidades e pa&iacute;ses,          para f&eacute;rias ao sol ou nas montanhas. Enfim, toda a nossa busca          &eacute; uma tentativa de encontrar a felicidade, a satisfa&ccedil;&atilde;o          e evitar o sofrimento.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; nada de errado em buscarmos a felicidade material          nas posses, nos relacionamentos, no trabalho. &Eacute; importante que          possamos nos realizar em todos os setores de nossa vida. Mas &eacute;          essencial compreender que as coisas externas n&atilde;o perduram, se modificam          a todo instante e n&atilde;o podem ser a causa de nossa felicidade.</p>
<p>As causas da felicidade est&atilde;o dentro da mente e n&atilde;o podemos          ser felizes com uma mente inquieta, negativa, ansiosa, triste e deprimida.</p>
<p>A mente muda de momento para momento. &Eacute; inst&aacute;vel, inquieta          e nos arrasta de um pensamento a outro, nos levando ora para o passado,          ora para o futuro, gerando tristeza, preocupa&ccedil;&otilde;es, ansiedades.          E neste vai e vem da mente, nesta inquietude de ondas mentais, perdemos          a paz. N&atilde;o vivemos o &uacute;nico momento que existe, o momento          presente, que &eacute; um presente precioso.</p>
<p>O objetivo da medita&ccedil;&atilde;o &eacute; a felicidade e a paz interior.          A medita&ccedil;&atilde;o estabiliza a mente e nos liberta da inquietude          e sofrimento.</p>
<p>            Voc&ecirc; s&oacute; pode sentir o que pensa. Se voc&ecirc; pensa algo          positivo, logo se sente bem e alegre, mas se tem pensamentos negativos          logo se sente infeliz.</p>
<p>Contemple isto agora, como um exerc&iacute;cio. Pense em alguma coisa          bem agrad&aacute;vel e mantenha este pensamento por alguns instantes.</p>
<p>Perceba como voc&ecirc; come&ccedil;a a se sentir muito bem internamente.          Voc&ecirc; pode experimentar isto a qualquer momento e perceber os resultados.          E o oposto tamb&eacute;m acontece. Ao alimentar pensamentos tristes, de          culpa, de raiva, voc&ecirc; imediatamente perde a alegria e o entusiasmo          e se sente deprimido, angustiado. Seus sentimentos dependem do que voc&ecirc;          pensa.</p>
<p>            Os pensamentos de preocupa&ccedil;&atilde;o e medo envenenam a vida, destroem          a harmonia, a vitalidade, a efici&ecirc;ncia. Enquanto que os pensamentos          opostos de coragem, bom humor, de alegria acalmam em vez de irritar, curam          e produzem mais criatividade.</p>
<p>Existe uma felicidade est&aacute;vel, duradoura que est&aacute; em nosso          interior. A medita&ccedil;&atilde;o &eacute; como uma chave que nos abre          este mundo interno. Ao aquietar as ondas mentais, deslizamos para dentro          de um espa&ccedil;o tranquilo e encontramos nossos tesouros interiores          como paz, coragem, contentamento, serenidade, bondade, for&ccedil;a interior.</p>
<p>Com a pr&aacute;tica regular da medita&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;amos          uma verdadeira transforma&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; aciona o poder          da cura interior. Voc&ecirc; faz seu pr&oacute;prio milagre.</p>
<p>&Eacute; uma verdadeira terapia para o corpo, para a mente e para a alma          porque a medita&ccedil;&atilde;o purifica os padr&otilde;es mentais e          condicionamentos antigos, nos libertando de traumas e conflitos da inf&acirc;ncia,          do passado, de m&aacute;goas, frustra&ccedil;&otilde;es e ressentimentos.Ficamos          livres de v&iacute;cios e h&aacute;bitos nocivos.</p>
<p>&Eacute; a arte de ser feliz, pois nos liberta da raiva, da ansiedade,          dos medos, da culpa, da depress&atilde;o, da ins&ocirc;nia.</p>
<p>O grande s&aacute;bio Patanjali, codificador do Yoga, diz em seus Yoga-Sutras:</p>
<p>&quot;Yoga &eacute; o controle das ondas de pensamentos, &eacute; aquietar          as modifica&ccedil;&otilde;es da mente&quot;. [1.2]</p>
<p>Com a medita&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; compreende que &eacute; poss&iacute;vel          acalmar a turbul&ecirc;ncia da mente. Mas &eacute; importante n&atilde;o          lutar com a mente, mas come&ccedil;ar a observ&aacute;-la, a entend&ecirc;-la.          Desta maneira, as ondas cerebrais e mentais v&atilde;o se acalmando e          voc&ecirc; vai sentindo a tranquilidade que j&aacute; existe na mente          mais profunda, na mente neutra.</p>
<p>Conseguir o controle sobre seus pensamentos, emo&ccedil;&otilde;es e          sentimentos &eacute; um processo lento e gradual. &Eacute; um desenvolvimento,          um treinamento, mas com esfor&ccedil;o cont&iacute;nuo, persist&ecirc;ncia          e determina&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; vai se transformando para melhor.</p>
<p>Tudo se torna f&aacute;cil com a pr&aacute;tica. Se voc&ecirc; persistir          em seus esfor&ccedil;os para meditar, para permanecer positivo e alegre,          voc&ecirc; desenvolver&aacute; muita for&ccedil;a interior. Sua recompensa          ser&aacute; sua pr&oacute;pria felicidade.</p>
<p>N&atilde;o pense que &eacute; dif&iacute;cil ou que levar&aacute; um          longo tempo para mudar seus h&aacute;bitos mentais e conquistar a paz          da mente. &Eacute; apenas uma quest&atilde;o de ser persistente.</p>
<p>A Bhagavad Gita, uma das escrituras do Yoga diz:</p>
<p>            &quot;Que a separa&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o com a dor seja conhecida          como yoga.<br />
            Yoga deve ser praticada com determina&ccedil;&atilde;o e com uma mente          livre de des&acirc;nimo.&quot;[6:23]</p>
<p>Esta defini&ccedil;&atilde;o de yoga &eacute; muita elevada e nos transmite          uma grande esperan&ccedil;a: podemos ficar livres da dor, podemos romper          a uni&atilde;o com a dor.</p>
<p>A causa de nosso cont&iacute;nuo sofrimento &eacute; a mente que n&atilde;o          p&aacute;ra de divagar e a medita&ccedil;&atilde;o acalma a mente, estabelece          a felicidade que &eacute; independente de fatores externos.</p>
<p>Nada pode se comparar ao contentamento de uma pessoa que tem a mente          sob controle.</p>
<p>A medita&ccedil;&atilde;o desperta o amor dentro de n&oacute;s. Passamos          a nos amar, a nos respeitar e aceitar, desenvolvendo uma auto-estima elevada.          E come&ccedil;amos a amar mais as outras pessoas, com paci&ecirc;ncia,          toler&acirc;ncia, compaix&atilde;o. </p>
<p>            <font size="1">Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas:</font></p>
<p><font size="1">How to know God &#8211; the Yoga Aphorisms of Patanjali- Vedanta          Press.<br />
            Bhagavad Gita &#8211; Ed. Pensamento.<br />
            Aonde voc&ecirc; vai?-Muktananda, Swami-Ed. Siddha Yoga Dham Brasil.<br />
            Meu Senhor ama um cora&ccedil;&atilde;o puro &#8211; Chidvilasananda, Swami-          Ed. Siddha Yoga Dham Brasil.</font></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Meditação Zazen</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 11:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Aprenda esta t&#233;cnica do Zen-budismo e ganhe paz e tranquilidade Por Nat&#225;lia Dourado Relaxar e n&#227;o pensar em nada. Este &#233; o princ&#237;pio mais importante da medita&#231;&#227;o zazen, que significa literalmente sentar zen. Esta medita&#231;&#227;o n&#227;o possui um objeto de reflex&#227;o como, por exemplo, meditar sobre a vida. O fundamental &#233; tirar qualquer [...]]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<div><span class="subtitulo">Aprenda esta t&eacute;cnica do <a href="http://phatae.com/budismo/">Zen-budismo</a> e ganhe paz e tranquilidade</span></div>
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<img height="4" width="4" src="http://eyoga.uol.com.br/imagens/vazio.gif" alt="" /></p>
<div style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; float: left;" id="img"><a href="http://phatae.com/budismo/"><img width="240" src="http://eyoga.uol.com.br/imagens/materia/meditacaozazen.gif" alt="" /></a></div>
<p><span class="txt"><b>Por Nat&aacute;lia Dourado</b></p>
<p>Relaxar e n&atilde;o pensar em nada. Este &eacute; o princ&iacute;pio mais importante da medita&ccedil;&atilde;o zazen, que significa literalmente sentar zen. Esta medita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o possui um objeto de reflex&atilde;o como, por exemplo, meditar sobre a vida. O fundamental &eacute; tirar qualquer pensamento da mente e alcan&ccedil;ar um estado meditativo profundo.</p>
<p>Segundo Francisco Handa, monge do templo Busshinji, em S&atilde;o Paulo, SP, a medita&ccedil;&atilde;o zazen n&atilde;o tem um objetivo. &ldquo;N&atilde;o se ganha nada fazendo esta medita&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, ela funciona para iluminar o corpo e a mente&rdquo;, afirma ele. &ldquo;Al&eacute;m disso, se vier algum pensamento em sua mente, n&atilde;o importa se bom ou ruim, devemos evitar dar aten&ccedil;&atilde;o a ele.&rdquo;</p>
<p>Tamb&eacute;m conhecida como medita&ccedil;&atilde;o vazia, o zazen j&aacute; era praticado h&aacute; mais de 2 mil e 500 anos na &Iacute;ndia. O monge conta que todas as tradi&ccedil;&otilde;es budistas realizavam a pr&aacute;tica do zazen, a qual foi enaltecida pelo 28&ordm; patriarca budista Bodhidharma. Ele foi o respons&aacute;vel em levar este tipo de medita&ccedil;&atilde;o da &Iacute;ndia para a China, mais precisamente para o Mosteiro de Shaolin, onde se tornou um treinamento comum entre os monges. </p>
<p>M&atilde;os em mudra c&oacute;smico, respira&ccedil;&atilde;o lenta e postura de l&oacute;tus comp&otilde;em a pr&aacute;tica zazen, que pode durar minutos ou at&eacute; mesmo horas, exigindo bastante resist&ecirc;ncia f&iacute;sica. &ldquo;Quanto mais meditar, mais tempo conseguir&aacute; ficar na postura sem inc&ocirc;modo. No come&ccedil;o &eacute; dif&iacute;cil manter a coluna ereta e n&atilde;o se movimentar, mas depois nos acostumamos&rdquo;, explica o monge Handa, que ressalta o fato de n&atilde;o poder se movimentar de forma alguma durante a medita&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Se a pessoa se mexe, ela acaba movimentando o corpo e a mente, o que prejudica a pr&aacute;tica do zazen.&rdquo; Portanto, aconselha que os iniciantes na pr&aacute;tica procurem um templo e a ajuda de um professor que possa auxili&aacute;-los na postura e na atitude mental adotada durante a medita&ccedil;&atilde;o. </p>
<p><b>Saiba como praticar Zazen</b></p>
<p>Por Monja Coen, colunista do site e mission&aacute;ria oficial da tradi&ccedil;&atilde;o Soto Shu &ndash; Zen <a href="http://phatae.com/budismo/">Budismo </a>com sede no Jap&atilde;o.</p>
<p>Procure um local tranquilo, nem claro ou escuro demais, n&atilde;o muito quente nem frio. </p>
<p>H&aacute; v&aacute;rias maneiras de sentar-se: posi&ccedil;&atilde;o das bermudas, meia l&oacute;tus, l&oacute;tus completa, banquinho, cadeira. Em qualquer uma delas &eacute; importante que a coluna vertebral seja mantida ereta. O queixo um pouco para baixo, de forma que a regi&atilde;o cervical fique reta. Verifique se seu corpo est&aacute; centrado, movendo da esquerda para a direita, como um p&ecirc;ndulo &ndash; de movimentos largos a movimentos menores e pare exatamente em seu pr&oacute;prio centro de equil&iacute;brio.</p>
<p>Perceba se as orelhas ficam em linha com os ombros e o nariz em linha com o umbigo. Esvazie os pulm&otilde;es, soltando todo o ar profundamente pela boca, aproximadamente tr&ecirc;s vezes. Relaxe qualquer parte do corpo onde sinta tens&atilde;o. Em seguida, coloque as m&atilde;os no mudra c&oacute;smico (m&atilde;o direita embaixo, com a palma voltada para cima e a costa dos dedos da m&atilde;o esquerda repousando na palma dos dedos da direita, mantendo a m&atilde;o esquerda com a palma para cima. Encoste levemente os dois polegares, como se houvesse uma fin&iacute;ssima folha de seda entre eles). Perceba que suas m&atilde;os estar&atilde;o formando uma elipse, assim como os planetas em torno do Sol &ndash; o cosmos em suas m&atilde;os.</p>
<p>Em seguida coloque a ponta da l&iacute;ngua no palato superior, tocando de leve atr&aacute;s dos dentes frontais. Isto cria um canal de comunica&ccedil;&atilde;o de energia ao mesmo tempo em que evita muita saliva&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Mantenha os olhos entreabertos, pousados cerca de um metro e meio de dist&acirc;ncia num &acirc;ngulo de 45 graus.</p>
<p>Assim, sem pensar e sem n&atilde;o-pensar, sente-se calmamente por alguns minutos. Alguns ficam em zazen por 40 minutos, outros por 30 ou mesmo 20 minutos. De qualquer maneira adapte &agrave; sua realidade. Para quem nunca praticou nenhuma forma de medita&ccedil;&atilde;o mesmo cinco minutos pode ser um bom tempo. N&atilde;o tenha pressa em querer sentar por longos per&iacute;odos. </p>
<p>Tendo assim assentado corpo e mente, perceba sua respira&ccedil;&atilde;o. Sinta se est&aacute; sendo abdominal (ao inalar o abdome se expande ao exalar se contrai) ou tor&aacute;cica (a caixa tor&aacute;cica se expande e se contrai). Perceba seus batimentos card&iacute;acos. Ou&ccedil;a todos os sons, pr&oacute;ximos e distantes. Sinta as fragr&acirc;ncias da sala, do local (pode ser ao ar livre). Perceba o ar, sua textura, sua temperatura. A luz e a sombra que se formam onde seus olhos est&atilde;o pousados s&atilde;o tamb&eacute;m percebidas. Verifique sua postura, a posi&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os, da coluna, da l&iacute;ngua e oxigene &aacute;reas de tens&atilde;o. Perceba seus pensamentos. Como se formam e como desaparecem. Veja se pensa em formas, palavras, m&uacute;sica, cores, imagens. Qualquer emo&ccedil;&atilde;o que surja deve ser notada. Assim como seu t&eacute;rmino. O mesmo para mem&oacute;rias. Entretanto, n&atilde;o fique pensando apenas, nem apenas percebendo, pois isto ainda est&aacute; no plano da dualidade. Torne-se um com o uno sendo a respira&ccedil;&atilde;o, a postura correta e a vida do universo em constante fluir. </p>
<p>Um momento de zazen &eacute; um momento de <a href="http://phatae.com/budismo/">Buda</a>. 		 			</span></p>
<p><span class="txt">Fonte: <a href="http://eyoga.uol.com.br">site eYoga</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://phatae.com/category/espiritualidade/"><em>LEIA MAIS ARTIGOS SOBRE ESPIRITUALIDADE</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Medo da Morte</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 11:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Devemos temer a morte? por Monica Aiub adsense(); Morte e vida &#34;Vida s&#243; vida, vida sem sombra &#233; vis&#227;o ut&#243;pica projetada para al&#233;m do mundo de contradi&#231;&#245;es, trabalho e guerra. Nessa utopia n&#227;o haveria mudan&#231;as nem fluxo, nem trabalho. No extremo oposto ter&#237;amos o trabalho que n&#227;o se renova, a impiedosa tarefa de S&#237;sifo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="5" border="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" class="frase">
<p><b>Devemos temer a morte?</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" class="autor">por  Monica Aiub</td>
</tr>
<tr>
<td class="textoInterna" colspan="4">
<p><script language="JavaScript">adsense();</script><script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script></p>
<table width="65%">
<tbody>
<tr>
<td><b><font size="2" color="#990000">Morte e vida</font></b><font size="2" color="#990000"></p>
<p>                        <b>&quot;Vida s&oacute; vida, vida sem sombra &eacute; vis&atilde;o              ut&oacute;pica projetada para al&eacute;m do mundo de contradi&ccedil;&otilde;es,              trabalho e guerra. Nessa utopia n&atilde;o haveria mudan&ccedil;as              nem fluxo, nem trabalho. No extremo oposto ter&iacute;amos o trabalho              que n&atilde;o se renova, a impiedosa tarefa de S&iacute;sifo, vida              sem l&oacute;gica, sem Discurso. O Discurso revela-se no transcurso.              Negados ambos os extremos, resta a vida-morte, vida que se refaz,              transcorre.&quot; (Sch&uuml;ler)</b></font><font color="#990000"><b><br />
                        </b></font><b> </b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table width="100%" cellspacing="15" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td width="40%"><font size="2"><b><i>&quot;&#8230; n&atilde;o devemos temer              a morte, porque enquanto estamos vivos ela n&atilde;o est&aacute;              presente, e quando ela est&aacute;, n&oacute;s &eacute; que n&atilde;o              estamos&quot;</i></b></font></td>
<td><font size="2"><br />
                        </font></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nosso limite, nosso fim. De Her&aacute;clito &#8211; que afirmava que constantemente          damos diferentes formas a nossas vidas, mas que a &uacute;ltima forma          nos &eacute; dada pelos vermes &#8211; a Heidegger &#8211; que nos apresenta como          um &quot;ser para a morte&quot;: nossa &uacute;nica certeza, nossa limita&ccedil;&atilde;o          e, paradoxalmente, nossa possibilidade de ser-no-mundo &#8211; a morte aparece          em suas diferentes faces e leituras, como possibilidades de vida.</p>
<p>            Se estamos vivos, caminhamos para a morte, morremos a cada instante, mas          tamb&eacute;m cultivamos a vida, com substitui&ccedil;&otilde;es de nossas          c&eacute;lulas, com renova&ccedil;&otilde;es de nosso ser. O mesmo fruto,          diz Her&aacute;clito, &eacute; sadio e podre, tamb&eacute;m n&atilde;o          ser&iacute;amos n&oacute;s, ao mesmo tempo, sadios e podres? Nossas organiza&ccedil;&otilde;es          sociais nascem e morrem a cada dia, refazem-se, desfazem-se em novas formas,          em colis&atilde;o de ideias. N&atilde;o h&aacute; pleno sem a contradi&ccedil;&atilde;o,          a diverg&ecirc;ncia j&aacute; anunciada por Her&aacute;clito &eacute;          verificada diariamente. Se repetimos o mesmo, n&atilde;o h&aacute; fluxo,          n&atilde;o h&aacute; vida.</p>
<table width="65%">
<tbody>
<tr>
<td><font size="2"><b><font color="#990000">&quot;Quando morremos? Na              verdade, morremos todos os dias. Morte s&atilde;o tamb&eacute;m nossas              decep&ccedil;&otilde;es, nossos projetos falidos, nossas ideias abortadas.              Morte &eacute; tudo o que nega a vida. A morte definitiva, a que encerra              todos os atos, a que nos apresenta a vida conclu&iacute;da, dessa              n&atilde;o podemos tratar porque ela nos excede. Restam-nos os insucessos              que a anunciam, neles acenam os signos do que n&atilde;o nos &eacute;              dado alcan&ccedil;ar. Esperamos e conjeturamos. Como poder&iacute;amos,              de outro modo, elevar-nos acima da solidez dos corpos que nos cercam,              assinalando-lhes a precariedade?&quot; (SCH&Uuml;LER, 2001: 196).</font></b></font></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quantas vezes morremos em vida? Quantos projetos abortados? Quantas decep&ccedil;&otilde;es?          Num primeiro momento a morte nos atinge, congela, impede. Mas assim que          vivemos nosso luto, que choramos nossos sonhos mortos, nova vida surge:          novos planos, novas possibilidades, &agrave;s vezes melhores que as anteriores.          Quantas vezes se faz necess&aacute;rio que abortemos um projeto falido          para darmos lugar a uma proposta mais condizente com as possibilidades          reais? Quantas outras vezes necessitamos negar uma ideia para que outras          possam surgir? Quantas vezes aquele que nos contradiz e nos provoca ao          abandono de um posicionamento fechado nos impulsiona, ao mesmo tempo,          ao renascimento, atrav&eacute;s de novas posi&ccedil;&otilde;es?</p>
<p>            O problema &eacute; que tememos a morte, nos apavoramos diante dela, ao          inv&eacute;s de v&ecirc;-la como possibilidade de vida. Queremos somente          a vida, o que &eacute;, como afirma Sch&uuml;ler, utopia. N&atilde;o h&aacute;          vida sem morte, nem morte sem vida. Poder&iacute;amos ficar com Epicuro          que nos garante que n&atilde;o devemos temer a morte, porque enquanto          estamos vivos ela n&atilde;o est&aacute; presente, e quando ela est&aacute;,          n&oacute;s &eacute; que n&atilde;o estamos.</p>
<table width="65%">
<tbody>
<tr>
<td><font size="2"><b><font color="#990000">&quot;Ent&atilde;o, o mais              terr&iacute;vel de todos os males, a morte, n&atilde;o significa nada              para n&oacute;s, justamente porque, quando estamos vivos, &eacute;              a morte que n&atilde;o est&aacute; presente; ao contr&aacute;rio,              quando a morte est&aacute; presente, n&oacute;s &eacute; que n&atilde;o              estamos. A morte, portanto, n&atilde;o &eacute; nada, nem para os              vivos, nem para os mortos, j&aacute; que para aqueles ela n&atilde;o              existe, ao passo que estes n&atilde;o est&atilde;o mais aqui. E, no              entanto, a maioria das pessoas ora foge da morte como se fosse o maior              dos males, ora a deseja como descanso dos males da vida.&quot; (EPICURO,              2002: 29).</font></b></font></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Apesar de inevit&aacute;vel, lutamos constantemente contra a limita&ccedil;&atilde;o          que nos &eacute; imposta. Buscamos todos os meios poss&iacute;veis para          preservar a vida. O desenvolvimento tecnol&oacute;gico, o investimento          em medicamentos, as pesquisas sobre formas de ampliar os limites da vida          s&atilde;o frequentes e buscados em larga escala na sociedade atual. H&aacute;          quem aposte na constru&ccedil;&atilde;o dos ciborgues, considerando a          mistura de sil&iacute;cio com material gen&eacute;tico como um ponto de          partida para a imortalidade. H&aacute; quem defenda a possibilidade de          um download de nossa consci&ecirc;ncia para uma m&aacute;quina, permitindo          assim a manuten&ccedil;&atilde;o da vida em outro formato, em outro hardware,          como, por exemplo, <i>Kurzweil</i>, em <i>A era das m&aacute;quinas espirituais</i>.          </p>
<p>            Mas nos preocupamos com outras formas de morte? Claude Levi-Strauss, em          <i>Antropologia Estrutural</i>, descreve algumas situa&ccedil;&otilde;es          em sociedades primitivas, onde os condenados &agrave; morte simb&oacute;lica          &#8211; ou seja, aqueles que por algum motivo foram condenados por suas sociedades          a serem tratados como se n&atilde;o existissem, como se tivessem morrido          &#8211; em pouco tempo morriam de fato. </p>
<p>            Quanta morte h&aacute;, ent&atilde;o, na indiferen&ccedil;a? Afirma Buber,          em <i>Eu e Tu</i>, que o contr&aacute;rio do amor n&atilde;o &eacute;          o &oacute;dio, e sim a indiferen&ccedil;a. A indiferen&ccedil;a n&atilde;o          provoca, exclui; n&atilde;o discorda, anula; impede a vida, mata. Diz          Sch&uuml;ler: &quot;H&aacute; espa&ccedil;o comum quando a diferen&ccedil;a          n&atilde;o provoca indiferen&ccedil;a.&quot; (2001: 145). No espa&ccedil;o          comum constru&iacute;mos, ampliamos as margens do rio que &eacute; e n&atilde;o          &eacute; o mesmo. O espa&ccedil;o comum propicia a morte do mesmo para          o surgimento do novo, do eu que se constitui <i>junto-com-o-outro</i>,          daquele que sai do idiotismo e, em seu movimento, cria a vida. </p>
<p>            Se buscamos a vida e tememos a morte, porque nos tornamos a cada dia mais          ensimesmados? Por que constitu&iacute;mos uma sociedade cada vez mais          individualista? Por que tratamos o outro com indiferen&ccedil;a? Por que          nos permitimos tratar com indiferen&ccedil;a? Qual a diferen&ccedil;a          que fazemos no mundo onde vivemos? Se morte e vida s&atilde;o complementares,          se morremos a cada dia e isso nos permite renova&ccedil;&atilde;o, qual          a nossa renova&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria? </p>
<p>            Fonte: Site Vya Estelar</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Respiração e Ioga</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 16:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;Respira&#231;&#227;o ajuda a acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente &#160;Fonte: Folha Online A ioga &#233; uma importante aliada no combate ao estresse. Com exerc&#237;cios de respira&#231;&#227;o e medita&#231;&#245;es, por exemplo, &#233; poss&#237;vel reduzir os danos causados &#224; sa&#250;de pela rotina das grandes cidades, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensa&#231;&#227;o de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<strong>Respira&ccedil;&atilde;o ajuda a acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente</strong><br />
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<title></title><br />
<meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 2.0  (Win32)"><br />
<meta name="AUTHOR" content="Rog&eacute;rio Pires"><br />
<meta name="CREATED" content="20090824;7314100"><br />
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<meta name="CHANGED" content="20090825;7165800"><br />
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<p>       </meta><br />
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</meta><br />
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</p>
<p>&nbsp;Fonte: Folha Online</p>
<p>A ioga &eacute; uma importante aliada no combate ao estresse. Com exerc&iacute;cios de respira&ccedil;&atilde;o e medita&ccedil;&otilde;es, por exemplo, &eacute; poss&iacute;vel reduzir os danos causados &agrave; sa&uacute;de pela rotina das grandes cidades, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensa&ccedil;&atilde;o de bem-estar diariamente.</p>
<p>No livro &quot;1001 P&eacute;rolas de Sabedoria da Ioga&quot;, da &quot;S&eacute;rie 1001&quot;, a escritora e professora de ioga Liz Lark re&uacute;ne ensinamentos importantes sobre esta t&eacute;cnica e mostra como come&ccedil;ar a pratic&aacute;-la. Saiba mais sobre o livro.</p>
<p>No t&iacute;tulo, a autora ensina como lidar com o estresse e usar a respira&ccedil;&atilde;o para relaxar.</p>
<p>&quot;Para acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente estressada, sente-se confortavelmente com as m&atilde;os em jnana mudra: as pontas dos polegares e dos indicadores se tocam. Depois pratique a respira&ccedil;&atilde;o alternada&quot;, indica Lark.</p>
<p>Um espa&ccedil;o sagrado Crie seu pr&oacute;prio espa&ccedil;o pessoal para a medita&ccedil;&atilde;o e a pr&aacute;tica dos &aacute;ssanas. Fa&ccedil;a dele um lugar onde voc&ecirc; possa se &quot;desligar&quot;. De prefer&ecirc;ncia perto de uma janela, para refletir sobre a natureza.</p>
<p>Fa&ccedil;a um altar Coloque uma vela, flores ou uma imagem inspiradora sobre uma mesa baixa em seu espa&ccedil;o sagrado.</p>
<p>S&iacute;mbolo de medita&ccedil;&atilde;o Escolha um s&iacute;mbolo espiritual para meditar. Uma borboleta, por exemplo, indica a capacidade da alma de transcender dificuldades, ou a luz de uma vela pode representar a energia positiva.</p>
<p>O corvo da mon&ccedil;&atilde;o Swami Satyananda Saraswati enfatiza a import&acirc;ncia dos s&iacute;mbolos de medita&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da hist&oacute;ria de um corvo que dormia em uma &aacute;rvore durante uma tempestade de mon&ccedil;&atilde;o. Durante a noite, a &aacute;rvore &eacute; arrancada do ch&atilde;o e levada pelo rio at&eacute; o mar. Ao acordar sobre um galho que flutuava, o corvo n&atilde;o v&ecirc; terra. Ele voa para os quatro pontos cadeais, e n&atilde;o encontra terra. O corvo percebe que precisa descansar e voltar para seu galho. Recuperado, ele sai &agrave; procura de terra novamente, mas desta vez volta para o galho entre os v&ocirc;os. Aquele se torna seu lugar de descanso e ponto de refer&ecirc;ncia at&eacute; encontrar terra. Na medita&ccedil;&atilde;o &#8211; e no estresse &#8211; um s&iacute;mbolo proporciona um ref&uacute;gio semelhante de refer&ecirc;ncia enquanto voc&ecirc; explora a mente.</p>
<p>Mantra tranq&uuml;ilo Quando se sentir esgotado, sente-se com a coluna reta e entoe o bija mantra SOM (pronuncia-se &quot;soum&quot;) para acalmar o sistema nervoso.</p>
<p>Calmante iogue &quot;Hoje, mais do que em qualquer outro momento da hist&oacute;ria da humanidade, as pessoas do Ocidente est&atilde;o enfrentando estresses e tens&otilde;es que est&atilde;o al&eacute;m do seu controle. [] A ioga, mais antiga ci&ecirc;ncia da vida, pode ensin&aacute;-lo a controlar o estresse &#8211; n&atilde;o apenas no n&iacute;vel f&iacute;sico, mas tamb&eacute;m mental e espiritualmente.&quot; Swami Vishnu Devananda (1927-93), &Iacute;ndia.</p>
<p>Conhe&ccedil;a seu sistema nervoso Quando voc&ecirc; est&aacute; calmo, seu sistema nervoso parassimp&aacute;tico est&aacute; sob controle, e os sistemas do corpo, como respira&ccedil;&atilde;o, digest&atilde;o e elimina&ccedil;&atilde;o, trabalham tranq&uuml;ilamente. Sob estresse, seu sistema nervoso parassimp&aacute;tico assume o comando e a resposta &quot;lute ou fuja&quot; se imp&otilde;e, levando a sintomas como respira&ccedil;&atilde;o curta e cora&ccedil;&atilde;o acelerado.</p>
<p>Estenda a esteira A pr&aacute;tica dos &aacute;ssanas nos momentos de estresse estimula o sistema nervoso parassimp&aacute;tico a anular a resposta &quot;lute ou fuja&quot; e restaura a tranq&uuml;ilidade.</p>
<p>Equilibre o estresse Um pouco de estresse pode fortalecer o sistema imunol&oacute;gico, desde que compensado por um per&iacute;odo de descanso adequado &#8211; auto-reflex&atilde;o e, de prefer&ecirc;ncia, medita&ccedil;&atilde;o. Quando estiver estressado, fa&ccedil;a medita&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria para manter o equil&iacute;brio.</p>
<p>Ioga inestim&aacute;vel &Eacute; nos momentos de maior estresse que voc&ecirc; mais precisa da ioga. No entanto, &eacute; neles que fica mais dif&iacute;cil come&ccedil;ar a pr&aacute;tica. Saiba que n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico a ter essa dificuldade, por isso obrigue-se a uma sess&atilde;o de 10 minutos.</p>
<p>Deixe a ioga ajudar &quot;A ioga &eacute; a destruidora da dor.&quot; Bhagavad Gita (400-300 A.C.), &Iacute;ndia.</p>
<p>Mudra Ganesha O deus elefante hindu Ganesha tem o poder de dispersar obst&aacute;culos materiais e espirituais. Muitos iogues apelam para ele para resolver problemas. Ao pedir ajuda, coloque as costas da m&atilde;o esquerda na frente do cora&ccedil;&atilde;o com os dedos encurvados. Coloque a m&atilde;o direita na frente da esquerda, com a palma virada para o cora&ccedil;&atilde;o, encaixando os dedos encurvados na m&atilde;o esquerda. Expirando, puxe as m&atilde;os, tentando separ&aacute;-las e criando tens&atilde;o no peito e nos bra&ccedil;os. Inspire e libere a tens&atilde;o. Repita 6 vezes. Depois coloque as m&atilde;os no peito para sentir a nova for&ccedil;a interior. Troque as m&atilde;os e repita.</p>
<p>Reconhe&ccedil;a os ciclos de estresse Os iogues acreditam que tudo na natureza &#8211; incluindo n&oacute;s &#8211; se move em ciclos. Quando seu corpo est&aacute; estressado, n&atilde;o lute contra isso, pois leva a mais estresse. Evite &aacute;ssanas extenuantes e fa&ccedil;a mais medita&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Exerc&iacute;cio de tens&atilde;o-relaxamento Se estiver tenso, deite-se de costas em um lugar calmo por 5 minutos. Inspirando, flexione os p&eacute;s, aperte as coxas e tensione as n&aacute;degas. Solte enquanto expira. Depois inspire e tensione bra&ccedil;os e m&atilde;os, erguendo os ombros na dire&ccedil;&atilde;o das orelhas. Solte enquanto expira. Por fim, tensione todo o corpo, incluindo o rosto, e segure a respira&ccedil;&atilde;o. Expire como se estivesse esvaziando um bal&atilde;o antes de se virar e ficar em p&eacute; lentamente. Depois tome um copo de &aacute;gua.</p>
<p>Guarde no interior Ao sentar-se ou deitar-se para relaxar depois do exerc&iacute;cio de tens&atilde;o-relaxamento, feche os olhos e conduza a mente para uma lembran&ccedil;a especial &#8211; como uma viagem de f&eacute;rias. Mergulhe nas sensa&ccedil;&otilde;es reconfortantes que esses pensamentos evocam e guarde essa energia.</p>
<p>Espelho da mente Para Pata&ntilde;jali, a repira&ccedil;&atilde;o irregular &eacute; o principal respons&aacute;vel pela desarmonia psicol&oacute;gica.</p>
<p>Respira&ccedil;&atilde;o lenta, profunda A boa respira&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para a boa sa&uacute;de. Por isso, nos momentos de estresse, fa&ccedil;a a respira&ccedil;&atilde;o longa e regular. Isso o trar&aacute; para o presente, livre do estresse passado ou futuro.</p>
<p>Reequilibrar a respira&ccedil;&atilde;o Para acalmar o sistema nervoso e tranq&uuml;ilizar a mente estressada, sente-se confortavelmente com as m&atilde;os em jnana mudra: as pontas dos polegares e dos indicadores se tocam. Depois pratique a respira&ccedil;&atilde;o alternada.<br />
Respire 12 vezes (6 em cada lado).</p>
<p>Diminua o ritmo V&aacute; devagar em per&iacute;odos estressantes: mergulhe na leitura de um livro quando estiver indo para o trabalho.</p>
<p>VIVA LENTAMENTE &quot;Todos os problemas da humanidade s&atilde;o causados por uma &uacute;nica coisa, que &eacute; a incapacidade de sentar-se calmamente em uma sala.&quot; Blaise Pascal (1623-62), Fran&ccedil;a.</p>
<p>Aprenda com a tartaruga Na f&aacute;bula de Esopo &quot;A Lebre e a tartaruga&quot;, a lebre sai na frente, mas sua mente est&aacute; dispersa e, como um trabalhador estressado, esquece o que precisa fazer. A tartaruga, calma e metodicamente, segue pelo caminho, chegando ao destino antes da lebre &#8211; e com energia para continuar! A tartaruga simboliza o valor do olhar para dentro e da diminui&ccedil;&atilde;o do ritmo em momentos estressantes.</p>
<p>UM MODO DE VIVER &quot;A ioga &eacute; o supremo segredo da vida.&quot; Bhagavad Gita (400-300 A.C.), &Iacute;ndia.</p>
<p>Valorize a introspec&ccedil;&atilde;o Para sobreviver a um dia estressante, &eacute; importante criar um tempo para que voc&ecirc; mergulhe em si pr&oacute;prio com pratyahara, ou abstra&ccedil;&atilde;o dos sentidos &#8211; o quinto dos oito est&aacute;gios da ioga. Estimule isso praticando flex&otilde;es &agrave; frente como a postura da pin&ccedil;a. Voc&ecirc; se sentir&aacute; mais relaxado.</p>
<p>&quot;1001 P&eacute;rolas de Sabedoria da Ioga&quot;<br />
Autor: Liz Lark<br />
Editora: Publifolha<br />
P&aacute;ginas: 384</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Experimente Dançar Meditando</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 16:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Experimente Dan&#231;ar Meditando &#160; por Emilce Shrividya Starling Fonte: Site Vya Estelar Medita&#231;&#227;o em movimento, dan&#231;ando de modo meditativo, &#233; uma pr&#225;tica da tantra yoga. Essas &#8216;medita&#231;&#245;es ativas&#8217; aliviam as tens&#245;es acumuladas no corpo e na mente e fica mais f&#225;cil experimentar o estado de medita&#231;&#227;o relaxado e vazio de pensamentos. Experimentamos espontaneidade e liberdade [...]]]></description>
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<meta content="Rog&eacute;rio Pires" name="AUTHOR"><br />
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<h1 align="left" class="western">Experimente Dan&ccedil;ar Meditando</h1>
<p align="left" class="western">&nbsp; <br />
por Emilce Shrividya Starling</p>
<p align="left" class="western">Fonte: Site Vya Estelar</p>
<p>Medita&ccedil;&atilde;o em movimento, dan&ccedil;ando de modo meditativo, &eacute; uma pr&aacute;tica da tantra yoga. Essas &#8216;medita&ccedil;&otilde;es ativas&#8217; aliviam as tens&otilde;es acumuladas no corpo e na mente e fica mais f&aacute;cil experimentar o estado de medita&ccedil;&atilde;o relaxado e vazio de pensamentos.</p>
<p>Experimentamos espontaneidade e liberdade para sermos mais aut&ecirc;nticos. Ficamos mais sens&iacute;veis para descobrir alegria na simplicidade de nosso cotidiano e se maravilhar com as pequenas coisas da vida.</p>
<p>Essa medita&ccedil;&atilde;o dan&ccedil;ante purifica condicionamentos limitantes e repress&otilde;es que, muitas vezes, vem desde a inf&acirc;ncia. Dissolve a raiva, inseguran&ccedil;as, timidez, rigidez e medos que obscurecem o cora&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Experimentamos a leveza de esp&iacute;rito. Ficamos mais renovados e preenchidos de bem-estar e entusiasmo. Sentimos mais serenidade porque esta &#8216;medita&ccedil;&atilde;o ativa&#8217; acalma a mente esvaziando a turbul&ecirc;ncia dos pensamentos.</p>
<p>Atrav&eacute;s dessa pr&aacute;tica n&oacute;s nos conectamos com nossa alma e a alimentamos com uma alegria verdadeira. Sentimos prazer e m&uacute;sica dentro deste pr&oacute;prio corpo. Gostamos de estar em nossa pr&oacute;pria companhia e nos deleitamos com o momento presente.</p>
<p>Esta medita&ccedil;&atilde;o se torna espiritual quando dan&ccedil;amos totalmente envolvidos na dan&ccedil;a. Fazemos assim uma conex&atilde;o interna com nosso Ser interior e abrimos nossos cora&ccedil;&otilde;es para sentir amor, gratid&atilde;o e contentamento. Atrav&eacute;s deste amor, desta libera&ccedil;&atilde;o, vamos nos transformando para melhor e ousando fazer mudan&ccedil;as necess&aacute;rias com mais coragem.</p>
<p>Experimente dan&ccedil;ar meditando</p>
<p>Escolha uma m&uacute;sica apropriada que pode ser indiana ou cl&aacute;ssica como o Bolero de Ravel. Escolha uma m&uacute;sica vibrante que fale &agrave; sua alma.</p>
<p>A dan&ccedil;a em si &eacute; boa, ela alegra e renova mas somente &eacute; considerada medita&ccedil;&atilde;o quando voc&ecirc; se entrega totalmente.</p>
<p>Comece com os olhos fechados, deixando que os movimentos surjam livremente do seu interior. Sem controlar seus movimentos, v&aacute; entrando na m&uacute;sica.</p>
<p>Depois abra os olhos suavemente e permita que todo o corpo participe. Permita que sua alma se manifeste. Sinta-se relaxado, desprendido e natural.</p>
<p>Voc&ecirc; inicia uma dan&ccedil;a, com gestos suaves, suas m&atilde;os se erguem , seus bra&ccedil;os se movimentam, todo o seu corpo se abre para essa profunda energia que se move dentro de voc&ecirc;.</p>
<p>Dance o tempo que quiser. Sinta prazer em se soltar, em se envolver no ritmo da m&uacute;sica e da pr&oacute;pria dan&ccedil;a. Como se tocasse um instrumento, sinta o compasso da m&uacute;sica e pulse com ele.</p>
<p>Liberte-se da cr&iacute;tica. Por alguns momentos experimente a sensa&ccedil;&atilde;o de ficar livre do julgamento e do ego. N&atilde;o fique do lado de fora observando a pr&oacute;pria dan&ccedil;a. Entre na dan&ccedil;a. Comece a sentir que voc&ecirc; &eacute; a dan&ccedil;a. Torne-se a dan&ccedil;a com integra&ccedil;&atilde;o total. Quando voc&ecirc; estiver totalmente na dan&ccedil;a, isto &eacute; medita&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Ao terminar sua medita&ccedil;&atilde;o dan&ccedil;ante, sinta como seu corpo est&aacute; leve e sua mente alegre e serena como se estivesse sob um chuveiro de energia.</p>
<p>Sente-se em sil&ecirc;ncio por alguns instantes. Sinta o vazio da sua mente.</p>
<p>Sinta o contentamento que vem de sua alma. Depois deite e relaxe alguns minutos. Sinta sua respira&ccedil;&atilde;o. Acompanhe o ritmo natural da vida e experimente a tranquilidade interior.</p>
<p>Perceba como meditar dan&ccedil;ando transforma seu cansa&ccedil;o em vitalidade e a tristeza em alegria. Sinta como liberta voc&ecirc;.</p>
<p>E como disse Rajneesh ,em seu livro Tantra: A Compreens&atilde;o Suprema: &quot;Atrav&eacute;s da medita&ccedil;&atilde;o dan&ccedil;ante teu corpo, de poro a poro, de c&eacute;lula a c&eacute;lula, fica limpo. &Eacute; uma catarse; est&aacute;s completamente renovado. &Eacute; um renascimento. E sentes a energia derramando-se sobre ti, por dentro e por fora. E a dan&ccedil;a n&atilde;o &eacute; s&oacute; externa. Depressa, quando te sintonizares com ela, sentir&aacute;s uma dan&ccedil;a interior tamb&eacute;m: n&atilde;o s&oacute; de teu corpo, que est&aacute; dan&ccedil;ando, mas tamb&eacute;m da energia interna que tamb&eacute;m est&aacute; dan&ccedil;ando, ambos cooperando um com o outro. E, ent&atilde;o, acontece a pulsa&ccedil;&atilde;o; sentes como se pulsasses com o Universo, encontraste o ritmo universal.&quot;</p>
<p>Fa&ccedil;a essa viv&ecirc;ncia. Deixe sua alma dan&ccedil;ar na luz do Ser interior. Mergulhe na dan&ccedil;a e celebre a vida sentindo a verdadeira alegria do esp&iacute;rito. Deus em mim sa&uacute;da Deus em voc&ecirc;! Fique em paz!</p>
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