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	<title>PHATAE &#187; Holismo</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Aug 2010 11:24:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Conviver bem com as emoções é uma arte!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 11:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horr&#237;veis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando at&#233; onde os demais aguentam. Quando ele fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria">
<p class="TxtCorridoMateria TxtFlx">Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horr&iacute;veis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando at&eacute; onde os demais aguentam. Quando ele fala mais alto e est&aacute; mais presente que as outras pessoas que moram dentro de mim, acabo me parecendo mais com ele. &Eacute; duro coloc&aacute;-lo no seu lugar novamente. Muito dif&iacute;cil mesmo. Acho que o nome dele &eacute; Medo. </p>
<p>		Li certa vez que o oposto do amor &eacute; o <a href="http://minhavida.uol.com.br/silos.htm?tema=medo&amp;secCodigo=6" target="_blank">medo</a>. E n&atilde;o o &oacute;dio, como pensamos. O medo afasta, divide, destr&oacute;i. O &oacute;dio &eacute; facilmente revertido, pois nele mora a paix&atilde;o. Quando o Medo aparece, tento aliment&aacute;-lo, perguntando: &quot;do que voc&ecirc; precisa?&quot;. &Agrave;s vezes ele quer colo, outras vezes ele quer ser dominado e outras ainda apenas ser ouvido. Tenho que aliment&aacute;-lo e pedir aos outros o que ele necessita. Quem sabe assim ele se acalma por um tempo. Sim, porque sei que ele est&aacute; sempre ali.&nbsp;</p>
</div>
<div class="CitacaoEsqMat">
<blockquote class="TxtCitacaoMat"><p>&quot;Conhecendo a n&oacute;s mesmos e &agrave;s v&aacute;rias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saud&aacute;veis&quot;</p></blockquote>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria">
<p class="TxtCorridoMateria TxtFlx">Bom, a&iacute; surge outro carinha que mora dentro de mim. Vem surgindo duro, categ&oacute;rico: &quot;de jeito nenhum! Voc&ecirc; n&atilde;o precisa de ningu&eacute;m. Precisa se virar sozinha! Autossufici&ecirc;ncia! Ademais, os outros podem deix&aacute;-la a ver navios. N&atilde;o confie em ningu&eacute;m!&quot; Esse a&iacute;, tamb&eacute;m j&aacute; sofreu muitas decep&ccedil;&otilde;es e frustra&ccedil;&otilde;es. Quer provar a todo tempo que consegue sozinho. &Eacute; gordo, precisa de alta camada de prote&ccedil;&atilde;o. J&aacute; tomou conta de mim por v&aacute;rios anos. E fiquei literalmente igualzinha a ele. Penso que ele se chama Orgulho. </p>
<p>		Enquanto eles se enfrentam numa guerra sem fim, aparece algu&eacute;m humilde, com a voz branda, suave e s&aacute;bia. Vem dizendo: &quot;nem todo o conhecimento vem pela raz&atilde;o! D&ecirc; ouvidos a ambos, mas escolha com <a href="http://minhavida.uol.com.br/silos.htm?tema=coração&amp;secCodigo=6" target="_blank">cora&ccedil;&atilde;o</a> o que &eacute; certo de fazer. Voc&ecirc; consegue e pedir n&atilde;o diminui seus m&eacute;ritos. Mesmo Jesus pediu para que aquele c&aacute;lice amargo dos humanos fosse afastado de seus l&aacute;bios.&quot; Essa voz me acalma. Gostaria de ser essa pessoa 100% do tempo. N&atilde;o &eacute; homem, nem mulher. Tem forma et&eacute;rea. Caminha com passos calmos, mas precisos e seguros. Acho que o nome dela &eacute; Amor.&nbsp;</p>
</div>
<p><!--Use as classes "CpLinksRelacionadosDirMat" e "CpLinksRelacionadosEsqMat" para alinhar a direita e esquerda respectivamente--></p>
<div class="CpLinksRelacionadosEsqMat">
<h3 class="TxtTLnksRelacionados">Saiba Mais</h3>
<ul class="LstLnksRelacionados">
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</ul>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria">
<p class="TxtCorridoMateria TxtFlx">Acabo pedindo aos outros que me cercam o que o Medo quer e respondo ao Orgulho que conseguimos aguentar o &quot;n&atilde;o&quot;. Algumas vezes, n&atilde;o conseguimos o que o Medo queria. O Orgulho sai rindo e se vangloriando, &quot;n&atilde;o falei?&quot;. Acredito que isso aconte&ccedil;a porque nem sempre os outros conseguem estar vestidos do Amor, assim como eu mesma n&atilde;o consigo ser Amor 100% do tempo. Mas procuro quem o esteja vestindo hoje, que &eacute; quando o Medo precisa. O mais surpreendente: quase sempre consigo o colinho, ou ouvidos compreensivos. </p>
<p>		Conhecendo essas pessoas em mim e nos outros, aprendi que a impaci&ecirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e as agress&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o mais que o Medo gritando para n&atilde;o ser abandonado, para ser compreendido. Estou aprendendo com o Amor que ele nasce em primeiro lugar para n&oacute;s mesmos. O jeit&atilde;o do Medo n&atilde;o leva a lugar algum. N&atilde;o consegue o que realmente precisamos. </p>
<p>		O amor pr&oacute;prio possibilita o <a href="http://minhavida.uol.com.br/silos.htm?tema=amor&amp;secCodigo=6" target="_blank">amor</a> altru&iacute;sta, generoso. Conhecendo a n&oacute;s mesmos e &agrave;s v&aacute;rias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saud&aacute;veis, vivendo de bem com a vida. &nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PNL &#8211; Programação Neuro Linguística</title>
		<link>http://phatae.com/2010/07/pnl-programacao-neuro-linguistica/</link>
		<comments>http://phatae.com/2010/07/pnl-programacao-neuro-linguistica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Programação Neurolinguística, ou simplesmente PNL, estuda como nosso cérebro e mente funcionam, como os pensamentos são criados e, como podemos reprogramar o conteúdo de nossos sentimentos, estados emocionais e comportamentos. Leia Mais...

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="contentheading">Voc&ecirc; sabe o que &eacute; PNL?</h2>
<div class="article-content">
<div>
<div class="img_caption left" style="width: 371px; height: 202px"><img align="left" alt="Cérebro - PNL - Arte Digital: Henrique Vieira Filho" border="0" class="caption" height="200" hspace="2" included="null" src="http://www.sinte.com.br/imagens/pnl.jpg" title="Cérebro - PNL - Arte Digital: Henrique Vieira Filho" vspace="2" width="200" /></p>
<p class="img_caption">C&eacute;rebro &#8211; PNL &#8211; Arte Digital: Henrique Vieira Filho</p>
<p>﻿</p>
<p>&nbsp;</p>
</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programa&ccedil;&atilde;o Neurolingu&iacute;stica</strong>, ou simplesmente <strong>PNL</strong>, estuda como nosso c&eacute;rebro e mente funcionam, como os pensamentos s&atilde;o criados e, como podemos reprogramar o conte&uacute;do de nossos sentimentos, estados emocionais e comportamentos.</p>
</p></div>
<p align="justify">&Eacute; uma ci&ecirc;ncia que proporciona ao ser humano uma maneira efetiva de utilizar o c&eacute;rebro para alcan&ccedil;ar os resultados desejados. Ela faz o estudo de experi&ecirc;ncias internas, que desencadeia o autoconhecimento, e proporciona o desenvolvimento do potencial criativo.</p>
<p align="justify">A PNL tem uma abordagem pr&aacute;tica que d&aacute; resultados e &eacute; cada vez mais usada em v&aacute;rias disciplinas no mundo inteiro.</p>
<div>&nbsp;</div>
<p align="center">&ldquo;A Programa&ccedil;&atilde;o Neuroling&uuml;&iacute;stica &eacute; um processo educacional&nbsp;de como usar melhor o nosso c&eacute;rebro.&quot;&nbsp;<br />
		Richard Bandler</p>
<p align="justify"><strong>Como e quando Surgiu a PNL</strong></p>
<p align="justify">Richard Bandler e John Grinder foram os desenvolvedores das t&eacute;cnicas da PNL fazendo observa&ccedil;&otilde;es, na Universidade da Calif&oacute;rnia. Eles conseguiram descobrir as estrat&eacute;gias de pessoas vencedoras, em sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, que ultrapassavam os estados limitantes e obtinham sucesso.</p>
<p align="justify">Descobriram a maneira como essas pessoas criavam seus objetivos e como era a estrutura da estrat&eacute;gia desse processo de pensamento. Conclu&iacute;ram, ent&atilde;o, que as pessoas vencedoras superavam suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e potencializavam suas qualidades e recursos intelectuais. Descobriram que elas chegavam ao sucesso e tinham a capacidade de tomar decis&otilde;es e habilidades para a comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="justify">A partir desses resultados, Bandler e Grinder come&ccedil;aram a ensinar esses padr&otilde;es de sucesso para outras pessoas e, assim, descobriram que, mesmo para aqueles que n&atilde;o sejam um modelo de excel&ecirc;ncia, podem copiar essas estrat&eacute;gias e alcan&ccedil;ar o mesmo sucesso e resultados na vida profissional e pessoal.</p>
<p align="justify"><strong>O que voc&ecirc; pode obter com a PNL?</strong></p>
<p align="justify">Mudar h&aacute;bitos e comportamentos indesejados</p>
<p align="justify">Com a Programa&ccedil;&atilde;o Neuroling&uuml;&iacute;stica voc&ecirc; pode&nbsp;superar os bloqueios que limitam seu progresso profissional e sua felicidade pessoal, em qualquer &aacute;rea. E voc&ecirc;, ainda, gera novos valores, capacidades e comportamentos.</p>
<p align="justify">Voc&ecirc; pode clarificar seus sonhos e conhecer as barreiras que impedem sua evolu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="justify">A Programa&ccedil;&atilde;o Neuroling&uuml;&iacute;stica tamb&eacute;m &eacute; utilizada para o estabelecimento de objetivos, na elimina&ccedil;&atilde;o do estresse, depress&atilde;o e fobias, em problemas de relacionamento, na ansiedade, na falta de auto confian&ccedil;a e auto-estima, nos problemas de obesidade, problemas de comportamento e de aprendizado.</p>
<p align="justify">Melhorar sua habilidade de comunica&ccedil;&atilde;o:</p>
<p align="justify">Na &aacute;rea profissional, as estrat&eacute;gias da Programa&ccedil;&atilde;o Neuroling&uuml;&iacute;stica t&ecirc;m sido uma excelente ajuda para os Programas de Qualidade, ao serem aplicadas como t&eacute;cnicas de persuas&atilde;o e de motiva&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o de equipes, tomada de decis&otilde;es, conflitos de interesses, melhorias na comunica&ccedil;&atilde;o interna, em compras e vendas, no treinamento e desenvolvimento de carreiras e em negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p align="justify">Reconhecer como os outros usam a linguagem para influenci&aacute;-lo.</p>
<p align="justify">A&nbsp;congru&ecirc;ncia&nbsp;(usar a PNL como uma ci&ecirc;ncia capaz de gerar transforma&ccedil;&otilde;es que permitam uma evolu&ccedil;&atilde;o real do ser humano), aliada &agrave;&nbsp;&eacute;tica profissional, &agrave;&nbsp;responsabilidade, aorespeito, ao&nbsp;bom humor&nbsp;e, acima de tudo, &agrave;&nbsp;qualidade.</p>
<p align="justify"><strong>Resultados j&aacute; obtidos com a PNL</strong></p>
<p align="justify">Os in&uacute;meros modelos de PNL desenvolvidos at&eacute; o momento permitiram, entre outros resultados:</p>
<p align="justify">1.Harmoniza&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida para fobia (10 minutos)</p>
<ul></ul>
<p align="justify">2.Harmoniza&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida para v&iacute;cios e maus h&aacute;bitos, como tabagismo, roer unhas, raiva, etc&#8230;.</p>
<ul></ul>
<p align="justify">3.Modelagem de estrat&eacute;gias e capacidades de pessoas e ensino a outras, incluindo:</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Decis&atilde;o</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Aprendizagem</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Leitura</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Memoriza&ccedil;&atilde;o</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Motiva&ccedil;&atilde;o</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Vendas</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Estabelecimento de empatia com as pessoas</p>
<ul></ul>
<p align="justify">4.Resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos</p>
<ul></ul>
<p align="justify">5.Harmoniza&ccedil;&atilde;o para traumas intensos, como de estupro</p>
<ul></ul>
<p align="justify">6.Harmoniza&ccedil;&atilde;o para alergias, sem medicamentos</p>
<ul></ul>
<p align="justify">7.Harmoniza&ccedil;&atilde;o para c&acirc;ncer (contada por Robert Diltz no livro Cren&ccedil;as)</p>
<ul></ul>
<p align="justify">8.Mudan&ccedil;a de cren&ccedil;as e convic&ccedil;&otilde;es limitantes</p>
<ul></ul>
<p align="justify">9.Aperfei&ccedil;oamento de estrat&eacute;gias de defini&ccedil;&atilde;o de objetivos e aumento da flexibilidade de comportamento para atingi-los.</p>
<ul></ul>
<p align="justify">10.Aperfei&ccedil;oamento do uso da linguagem na comunica&ccedil;&atilde;o e na representa&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es.</p>
<ul></ul>
<p align="justify">11.Padroniza&ccedil;&atilde;o da hipnose para uso pr&aacute;tico, voltado para resultados.</p>
<ul></ul>
<p align="justify">Com a abordagem e estrat&eacute;gias da PNL, voc&ecirc; passa por um processo terap&ecirc;utico breve, pr&aacute;tico, focado em seus problemas, e alcan&ccedil;a seus objetivos, pessoais ou profissionais, com excelentes resultados.</p>
<p align="justify">Fonte: <a href="http://www.sinte.com.br">www.sinte.com.br</a></p>
</div>
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		<title>Encantos da música</title>
		<link>http://phatae.com/2010/06/encantos-da-musica/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 00:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Novas pesquisas explicam o poder dos sons sobre o que sentimos e os benefícios para o bem-estar físico e mental; entre seus efeitosestão o favorecimento da coesão social e de conexões empáticasentre os membros de um grupo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Novas pesquisas explicam o poder dos sons sobre o que sentimos e os benef&iacute;cios para o bem-estar f&iacute;sico e mental; entre seus efeitosest&atilde;o o favorecimento da coes&atilde;o social e de conex&otilde;es emp&aacute;ticasentre os membros de um grupo</p>
<p>
por KAREN SCHROCK</p>
<p>Passei alguns dos momentos mais emocionantes de minha vida conectada &agrave; m&uacute;sica. Na faculdade, meus olhos frequentemente se enchiam d&rsquo;&aacute;gua durante os ensaios do coral duas vezes por semana. Eu me sentia relaxada e em paz, mas, ainda assim, excitada e alegre e, ocasionalmente, a emo&ccedil;&atilde;o era tanta que sentia uma esp&eacute;cie de arrepio. E me sentia ligada aos meus companheiros de m&uacute;sica de uma maneira que n&atilde;o acontecia com amigos que n&atilde;o cantavam comigo. Frequentemente, eu me questionava por que sons melodiosos desencadeavam tais sentimentos e sensa&ccedil;&otilde;es. Fil&oacute;sofos e bi&oacute;logos t&ecirc;m feito essa mesma pergunta por s&eacute;culos, considerando que os humanos s&atilde;o atra&iacute;dos de forma universal para a m&uacute;sica. Ela nos consola, anima, marca momentos especiais e favorece a cria&ccedil;&atilde;o de la&ccedil;os &ndash; mesmo n&atilde;o sendo necess&aacute;ria para a sobreviv&ecirc;ncia ou a reprodu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
Cientistas j&aacute; conclu&iacute;ram que a influ&ecirc;ncia da m&uacute;sica pode ser um evento casual, que surge de sua capacidade de mobilizar sistemas do c&eacute;rebro que foram constitu&iacute;dos com outros objetivos &ndash; como dar conta da linguagem, da emo&ccedil;&atilde;o e do movimento. Em seu livro Como a mente funciona (Companhia das Letras, 1998), o psic&oacute;logo Steven Pinker, da Universidade Harvard, compara a m&uacute;sica a uma &ldquo;guloseima auditiva&rdquo;, feita para &ldquo;pinicar&rdquo; &aacute;reas cerebrais envolvidas em fun&ccedil;&otilde;es importantes. Mas, como resultado desse acaso, os sons harmoniosos oferecem um novo sistema de comunica&ccedil;&atilde;o, com base mais em percep&ccedil;&otilde;es sutis que em significados. Pesquisas recentes mostram, por exemplo, que a m&uacute;sica conduz certas emo&ccedil;&otilde;es de forma consistente: o que sentimos ao ouvir algumas can&ccedil;&otilde;es e melodias &eacute; bastante similar ao que todas as outras pessoas na mesma sala sentem.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Evid&ecirc;ncias tamb&eacute;m indicam que a m&uacute;sica faz aflorar respostas previs&iacute;veis em pessoas de culturas diversas, com capacidades intelectuais e sensoriais variadas. At&eacute; mesmo rec&eacute;m-nascidos e adultos com cogni&ccedil;&atilde;o prejudicada apreciam a musicalidade. &ldquo;A m&uacute;sica parece ser a forma mais direta de comunica&ccedil;&atilde;o emocional, uma parte importante da vida humana, como a linguagem e os gestos&rdquo;, afirma o neurologista Oliver Sacks, da Universidade Col&uacute;mbia, autor de Alucina&ccedil;&otilde;es musicais &ndash; Relatos sobre a m&uacute;sica e o c&eacute;rebro (Companhia das Letras, 2007) e Musicofilia (Rel&oacute;gio D&rsquo;&aacute;gua, 2008). Tais comunica&ccedil;&otilde;es fornecem um meio para as pessoas se conectar emocionalmente e, assim, refor&ccedil;ar os v&iacute;nculos que s&atilde;o a base da forma&ccedil;&atilde;o das sociedades humanas &ndash; o que certamente favorece a sobreviv&ecirc;ncia. Ritmos podem facilitar intera&ccedil;&otilde;es sociais, como marchar ou dan&ccedil;ar juntos, solidificando rela&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, os tons nos afetam individualmente manipulando nosso humor e, at&eacute; mesmo, a psicologia humana de forma mais efetiva do que palavras &ndash; para excitar, energizar, acalmar ou promover a boa forma f&iacute;sica.</p>
<p>Gram&aacute;tica emocional</p>
<p>Desde a d&eacute;cada de 50, muitos psic&oacute;logos tentaram explicar o poder da m&uacute;sica, comparando a aprecia&ccedil;&atilde;o musical com a fala. Afinal, tanto para o entendimento da m&uacute;sica quanto do discurso &eacute; necess&aacute;ria a capacidade de detectar sons, em seu n&iacute;vel mais primitivo. O c&oacute;rtex cerebral auditivo &eacute; reconhecido hoje como respons&aacute;vel pelo processamento dos elementos musicais mais b&aacute;sicos como a altura (frequ&ecirc;ncia de uma nota) e volume; as &aacute;reas auditivas secund&aacute;rias vizinhas digerem padr&otilde;es musicais mais complexos, como harmonia e ritmo.<br />
Al&eacute;m disso, tanto a m&uacute;sica quanto a linguagem cont&ecirc;m uma gram&aacute;tica que as organiza em componentes menores, como palavras e acordes, frases feitas de pros&oacute;dia (a linha melodiosa da fala), tens&atilde;o e resolu&ccedil;&atilde;o. De fato, a m&uacute;sica excita regi&otilde;es cerebrais respons&aacute;veis pelo entendimento e pela produ&ccedil;&atilde;o da linguagem, incluindo a &aacute;rea de Broca e a de Wernicke, ambas localizadas no hemisf&eacute;rio esquerdo, na superf&iacute;cie do c&eacute;rebro. (Embora a maioria das pessoas processe a linguagem principalmente no hemisf&eacute;rio esquerdo, mas codifique aspectos da musicalidade em regi&otilde;es an&aacute;logas no direito.) Sendo assim, a <br />
sintaxe musical &ndash; a ordem de acordes numa frase, por exemplo &ndash; poderia levar ao aparecimento de mecanismos ligados &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o e ao entendimento da gram&aacute;tica.<br />
&nbsp;<br />
Mas os tons recrutam outros sistemas cerebrais &ndash; principalmente os que governam as emo&ccedil;&otilde;es como medo, alegria e tristeza. Por exemplo, danos &agrave; am&iacute;gdala prejudicam a capacidade de sentir temor e tristeza em resposta &agrave; m&uacute;sica. &ldquo;H&aacute; uma grande possibilidade de que a m&uacute;sica seja simplesmente um efeito colateral de sistemas que evolu&iacute;ram por outros motivos&rdquo;, diz o cientista auditivo Josh McDermott, da Universidade de Nova York. A ativa&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea que a m&uacute;sica causa em diversos circuitos neurais parece produzir efeitos not&aacute;veis. Em vez de facilitar um di&aacute;logo amplamente sem&acirc;ntico, como faz a linguagem, a melodia media a comunica&ccedil;&atilde;o emotiva. Quando um compositor escreve uma lamenta&ccedil;&atilde;o, ou pancadas com ritmo empolgante, revela n&atilde;o s&oacute; seu estado emocional, mas faz com que os ouvintes sintam o mesmo. Diversas pesquisas indicam que a m&uacute;sica conduz a emo&ccedil;&atilde;o pretendida para aqueles que a escutam.</p>
<p>No final dos anos 90, a neurocientista Isabelle Peretz e seus colegas da Universidade de Montreal, no Canad&aacute;, descobriram que ouvintes do Ocidente concordam, universalmente, sobre o fato de uma m&uacute;sica que usa elementos t&ocirc;nicos ocidentais ser alegre, triste, assustadora ou tranquilizante.<br />
O conte&uacute;do emocional da m&uacute;sica pode ser culturalmente transparente. No ano passado, o neurocientista Tom Fritz, do Instituto Max Planck para Cogni&ccedil;&atilde;o Humana e Ci&ecirc;ncias Cerebrais, em L&iacute;psia, Alemanha, e seus colegas expuseram membros do grupo &eacute;tnico Mafa, de Camar&otilde;es, que nunca haviam ouvido m&uacute;sica ocidental, a trechos de pe&ccedil;as cl&aacute;ssicas de piano. Os pesquisadores descobriram que os adultos que apreciaram essas obras identificavam-nas como animadas, melanc&oacute;licas ou capazes de causar medo, da mesma maneira que os ocidentais fariam. Logo, a capacidade de uma m&uacute;sica de transmitir determinada emo&ccedil;&atilde;o particular n&atilde;o depende, necessariamente, de uma base cultural.<br />
&nbsp;<br />
A l&iacute;ngua musical tamb&eacute;m pode transcender barreiras de comunica&ccedil;&atilde;o mais fundamentais. Em estudos conduzidos na &uacute;ltima d&eacute;cada, a psic&oacute;loga cognitiva Pam Heaton, da Universidade de Londres, no Reino Unido, tocou musicas para crian&ccedil;as autistas e n&atilde;o autistas, comparando aquelas com habilidades lingu&iacute;sticas semelhantes. Os pesquisadores que participavam da equipe coordenada por Heaton pediram &agrave;s crian&ccedil;as para fazer associa&ccedil;&otilde;es entre m&uacute;sica e emo&ccedil;&otilde;es. Nos estudos iniciais, as crian&ccedil;as deveriam simplesmente escolher entre alegre e triste. Em estudos posteriores foi introduzida uma gama de emo&ccedil;&otilde;es complexas, como triunfo, contentamento e raiva. Os cientistas descobriram ent&atilde;o que a capacidade das crian&ccedil;as de identificar esses sentimentos independia de seu diagn&oacute;stico. Autistas ou n&atilde;o, com habilidades ling&uuml;&iacute;sticas semelhantes, foram igualmente bem, indicando que a m&uacute;sica pode conduzir consistentemente sentimentos, at&eacute; mesmo em pessoas com a habilidade severamente comprometida para lidar com pistas socioemocionais, como express&otilde;es faciais, por exemplo.</p>
<p>Recentemente, em um experimento bastante interessante, o pesquisador Roberto Bresin e seus colegas, do Instituto Real de Tecnologia, em Estocolmo, na Su&eacute;cia, confirmaram a ideia de que a m&uacute;sica &eacute; uma linguagem universal. Em vez de pedir aos volunt&aacute;rios para fazer julgamentos subjetivos sobre uma can&ccedil;&atilde;o, solicitaram que manipulassem a m&uacute;sica &ndash; em particular seu tempo, volume e frases &ndash; para enfatizar uma dada emo&ccedil;&atilde;o. Para as pe&ccedil;as alegres, por exemplo, o participante deveria ajustar a escala, de forma que soasse o mais feliz poss&iacute;vel; depois, o mais triste, assustadora, tranquilizadora e por fim, neutra. Os cientistas descobriram que todos os volunt&aacute;rios &ndash; especialistas em m&uacute;sica e, em outro estudo similar, crian&ccedil;as de 7 anos &ndash; alteravam da mesma forma o tempo, para arrancar de cada m&uacute;sica a emo&ccedil;&atilde;o pretendida. Essa descoberta, que Bresin apresentou em 2008 na III Confer&ecirc;ncia de Neurom&uacute;sica em Montreal, no Canad&aacute;, d&aacute; a ideia de que a m&uacute;sica cont&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es que deflagram resposta emocional espec&iacute;fica no c&eacute;rebro, independentemente da personalidade, gosto ou treinamento. Ou seja: a m&uacute;sica pode de fato constituir uma forma &uacute;nica de comunica&ccedil;&atilde;o.<br />
&nbsp;<br />
A capacidade que a m&uacute;sica tem de conduzir sentimentos pode ser a base de um dos seus maiores benef&iacute;cios. Na maioria das culturas, cantar, tocar, dan&ccedil;ar e acompanhar as apresenta&ccedil;&otilde;es &eacute; quase sempre um evento comunit&aacute;rio. Mesmo em sociedades ocidentais que, de maneira &uacute;nica, diferenciam os m&uacute;sicos dos ouvintes, as pessoas entoam hinos em rituais religiosos, dan&ccedil;am em festas e boates, embalam os filhos ao som de cantigas de ninar, participam de corais e desde cedo as crian&ccedil;as aprendem a cantarolar Parab&eacute;ns a voc&ecirc; nos anivers&aacute;rios. A popularidade de tais rituais sugere que a m&uacute;sica confere coes&atilde;o social, talvez por criar conex&otilde;es emp&aacute;ticas entre os membros de um grupo.</p>
<p>Estudos mostram tamb&eacute;m que quando as pessoas ouvem m&uacute;sica, as regi&otilde;es motoras do c&eacute;rebro se ativam &ndash; provavelmente com o prop&oacute;sito de processar o ritmo. Esse processo inclui regi&otilde;es pr&eacute;-motoras, que preparam uma pessoa para a a&ccedil;&atilde;o, e o cerebelo, que coordena o movimento f&iacute;sico. Alguns pesquisadores acreditam que parte do poder musical &eacute; resultado de sua tend&ecirc;ncia a sincronizar e ecoar nossas a&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Com os equipamentos dispon&iacute;veis hoje j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel enxergar como ritmo e a&ccedil;&atilde;o ressoam no sistema nervoso; todo som &eacute; produzido por movimento, quando voc&ecirc; ouve qualquer som algo est&aacute; sendo movido&rdquo;, diz o neuropsic&oacute;logo Robert Zatorre, da Universidade McGill. De fato, h&aacute; um passo muito pequeno entre o andar, o respirar e as batidas do cora&ccedil;&atilde;o &ndash; sons ritmados naturais, n&atilde;o intrinsecamente musicais &ndash; e manter propositalmente um intervalo ou caminhar na mesma velocidade que outra pessoa. &ldquo;Quando escutamos um padr&atilde;o, inconscientemente organizamos os m&uacute;sculos para reproduzi-lo. Dessa maneira, o ritmo tamb&eacute;m pode funcionar como uma &lsquo;cola social&rsquo; que favorece a liga&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica&rdquo;, afirma Zatorre.<br />
&nbsp;<br />
O SOM DA CURA</p>
<p>A id&eacute;ia de que a m&uacute;sica pode promover uma uni&atilde;o n&atilde;o verbal ganhou apoio adicional de um estudo de 2008, feito pelos neurocientistas Nikolaus Steinbeis, do Instituto Max Planck para Cogni&ccedil;&atilde;o Humana e Ci&ecirc;ncias Cerebrais, e Stefan Koelsch, da Universidade de Sussex, na Inglaterra. Eles usaram resson&acirc;ncia magn&eacute;tica funcional para mostrar que determinada &aacute;rea do c&eacute;rebro respondia a acordes, mas n&atilde;o a palavras, em um teste no qual os volunt&aacute;rios escutavam ambos. A regi&atilde;o responsiva era o sulco temporal superior: uma parte da superf&iacute;cie cerebral, perto dos ouvidos, que responde a pistas sociais n&atilde;o verbais &ndash; como movimentos corporais e olhares. A ativa&ccedil;&atilde;o dessa regi&atilde;o indica que a m&uacute;sica pode ajudar a forjar la&ccedil;os sociais. Qualquer que seja sua origem, tal coes&atilde;o &eacute; extremamente valiosa para animais comunit&aacute;rios, como n&oacute;s, e por isso tra&ccedil;os que aumentam tal unidade tendem a persistir ao longo das gera&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>A base de nossas impress&otilde;es conscientes a respeito de um tom s&atilde;o os efeitos fisiol&oacute;gicos. Estudos mostram que a m&uacute;sica alegre, tensa ou empolgante pode excitar fisicamente o ouvinte, desencadeando resposta de luta e fuga: as taxas card&iacute;acas e respirat&oacute;rias aumentam, a pessoa pode suar e a adrenalina penetra na corrente sangu&iacute;nea. Esse efeito explica por que tantas pessoas gostam de ouvir rock ou hip-hop enquanto fazem gin&aacute;stica &ndash; a m&uacute;sica instiga respostas do sistema fisiol&oacute;gico para a execu&ccedil;&atilde;o de movimentos de alta energia. O efeito psicol&oacute;gico tamb&eacute;m &eacute; importante: a distra&ccedil;&atilde;o torna o exerc&iacute;cio mais divertido. De forma geral, melodias energizantes tendem a melhorar o humor, nos deixando mais despertos quando estamos cansados e criando sensa&ccedil;&atilde;o de empolga&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;<br />
Por outro lado, a m&uacute;sica pode acalmar, reduzindo os n&iacute;veis do horm&ocirc;nio do estresse, o cortisol, na corrente sangu&iacute;nea, baixando as taxas card&iacute;acas e respirat&oacute;rias e aliviando a dor. Um exemplo cl&aacute;ssico de redu&ccedil;&atilde;o de ansiedade: uma m&atilde;e acalentando seu beb&ecirc; com uma can&ccedil;&atilde;o. Estudos cl&iacute;nicos tamb&eacute;m revelam que a m&uacute;sica &eacute; uma poderosa ferramenta para relaxar os pacientes que sofrer&atilde;o uma cirurgia, ajuda a controlar a dores e a amenizar a agita&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as e pessoas com dem&ecirc;ncia. Em 2000, a enfermeira Linda A. Gerdner, pesquisadora de temas ligados a gerontologia na Universidade do Arkansas para Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas, apresentou a 39 pacientes severamente atingidos pelo Alzheimer a m&uacute;sica de que gostavam, duas vezes por semana, durante um m&ecirc;s e meio. A can&ccedil;&atilde;o favorita reduziu os n&iacute;veis de agita&ccedil;&atilde;o dos pacientes durante e ap&oacute;s a sess&atilde;o muito mais que as cl&aacute;ssicas m&uacute;sicas de relaxamento. Neurocientistas tamb&eacute;m constataram que ouvir uma m&uacute;sica muito apreciada pode reduzir a dor &ndash; e esse efeito analg&eacute;sico persiste por algum tempo quando a m&uacute;sica para. E, claro, intuitivamente, as pessoas se automedicam com m&uacute;sica o tempo todo. &Eacute; comum que as pessoas as usem com o prop&oacute;sito de melhorar ou alterar o estado emocional. Cientistas se perguntam se, dada a indiscut&iacute;vel atra&ccedil;&atilde;o humana pela m&uacute;sica, seu processamento poderia ter uma raiz &uacute;nica no c&eacute;rebro, al&eacute;m da &ldquo;carona&rdquo; que pega em outros sistemas. A literatura m&eacute;dica registra diversos danos que prejudicaram a capacidade de uma pessoa sentir emo&ccedil;&otilde;es inspiradas pela m&uacute;sica, mas n&atilde;o por outros est&iacute;mulos. Lawrence Freedman, um amigo de Sacks, por exemplo, perdeu sua paix&atilde;o por m&uacute;sica cl&aacute;ssica depois de uma concuss&atilde;o em um acidente de bicicleta. Freedman ainda podia reconhecer os cl&aacute;ssicos que costumava adorar e ainda se sentia emocionado por artes visuais e outras experi&ecirc;ncias, mas a m&uacute;sica j&aacute; n&atilde;o lhe dava prazer algum. Possivelmente, o acidente danificou uma parte do c&eacute;rebro dedicada especificamente ao entusiasmo por essas formas de express&atilde;o, embora ningu&eacute;m saiba exatamente que &aacute;rea cerebral &eacute; essa.</p>
<p>Outros pesquisadores discutem que a m&uacute;sica tem origens independentes porque a capacidade de apreci&aacute;-la parece j&aacute; estar definida no nascimento. V&aacute;rios estudos mostram que muitos beb&ecirc;s prestam rapidamente aten&ccedil;&atilde;o a can&ccedil;&otilde;es e parecem preferi-las &agrave; fala. Em trabalhos publicados em julho de 2008 na Nature Precedings, as neurocientistas Maria Cristina Saccuman e Daniela Perani, da Universidade Vita-Salute San Raffaele, na It&aacute;lia, mostraram que a m&uacute;sica ativa regi&otilde;es no c&eacute;rebro de rec&eacute;m-nascidos de forma semelhante ao que acontece com ouvintes de outras idades. Elas usaram resson&acirc;ncia magn&eacute;tica funcional (RMf) para ver como o c&eacute;rebro de crian&ccedil;as com 3 dias de vida respondia a m&uacute;sica cl&aacute;ssica e encontraram um padr&atilde;o que espelhava o processamento em adultos: o sistema auditivo do hemisf&eacute;rio direito dos pequenos respondia mais fortemente que o esquerdo. Os pesquisadores tamb&eacute;m alteraram a m&uacute;sica, cortando uma parte da pe&ccedil;a e pulando para outra nota ou tocando todo o segmento s&oacute; com batidas. As passagens mais estridentes ativavam o c&oacute;rtex inferior frontal esquerdo dos rec&eacute;m-nascidos, uma &aacute;rea implicada no processamento da sintaxe musical em adultos, e o sistema l&iacute;mbico, respons&aacute;vel pelas respostas emocionais &ndash;assim como ocorre nas pessoas mais velhas, o que levou a uma conclus&atilde;o: o c&eacute;rebro parece nascer pronto para processar m&uacute;sica.<br />
&nbsp;<br />
Acredita-se que essa prontid&atilde;o inata esteja ligada &agrave; forma mel&oacute;dica peculiar que adultos usam para falar com beb&ecirc;s. A ado&ccedil;&atilde;o universal desse recurso levou alguns especialistas a especular que esse pode constituir um momento inicial original tanto para m&uacute;sica quanto para linguagem. Especialistas como o arque&oacute;logo cognitivo Steven Mithen, da Universidade de Reading, na Inglaterra, teorizam que a linguagem e a m&uacute;sica evolu&iacute;ram a partir de uma protolinguagem musical usada por nossos ancestrais. Estruturas de cordas vocais de neandertais e outros homin&iacute;deos extintos sugerem que eles poderiam cantar. E eles certamente tocavam instrumentos, pois pesquisadores recuperaram flautas pr&eacute;-hist&oacute;ricas feitas de ossos. Talvez nunca saibamos por que a m&uacute;sica existe. Ainda assim podemos us&aacute;-la para nos animar ou acalmar, amenizar dores e ansiedade ou formar v&iacute;nculos. Como escreveu Sacks, talvez a m&uacute;sica seja o que temos mais pr&oacute;ximo da telepatia.</p>
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		<title>Chá de Papaia possui poder anticancerígeno</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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<div>
<p>O ch&aacute; do extrato de folha de papaia cont&eacute;m propriedades que combatem com grande poder os v&aacute;rios tipos de c&acirc;ncer e n&atilde;o deixa sequelas de nenhum efeito t&oacute;xico, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da Universidade da Fl&oacute;rida (UF) divulgada nesta ter&ccedil;a-feira.</p>
<p>O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancer&iacute;genos da papaia sobre o c&acirc;ncer de &uacute;tero, de mama, f&iacute;gado, pulm&atilde;o e p&acirc;ncreas, atrav&eacute;s de testes em laborat&oacute;rio com uma ampla variedade de tumores.</p>
<p>Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancer&iacute;genos eram mais fortes quando as c&eacute;lulas recebiam maiores doses de ch&aacute;, disse a UF.</p>
<p>Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produ&ccedil;&atilde;o de mol&eacute;culas essenciais do tipo citoquinas Th1.</p>
<p>Esta regula&ccedil;&atilde;o do sistema imunol&oacute;gico, junto ao combate direto do tumor em v&aacute;rios tipos de c&acirc;ncer, sugerem poss&iacute;veis estrat&eacute;gias terap&ecirc;uticas utilizadas pelo sistema imunol&oacute;gico para combater o c&acirc;ncer, acrescentou a Universidade.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o fato de o extrato de papaia n&atilde;o possuir nenhum efeito t&oacute;xico nas c&eacute;lulas normais evita uma consequ&ecirc;ncia devastadora comum em muitas terapias anticancer&iacute;genas, indicou.</p>
<p>Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de c&eacute;lulas cancer&iacute;genas e as expuseram a quatro graus de concentra&ccedil;&atilde;o de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos ap&oacute;s esse tempo.</p>
<p>A concentra&ccedil;&atilde;o reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o estudo.</p>
<p>A pesquisa tamb&eacute;m foi publicada na edi&ccedil;&atilde;o de fevereiro do Jornal de Etnofarmacologia, informou a UF.<br />
&nbsp; </p>
</div>
</div>
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		<title>Cronobiologia &#8211; Relógio Biológico</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[relógio biológico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Cronobiologia, a ci&#234;ncia de cada hora Seu rel&#243;gio biol&#243;gico ajuda voc&#234; a viver mais e melhor por Ivan alves O funcionamento do ritmo biol&#243;gico do ser humano come&#231;ou a ser analisado por pesquisadores ainda no per&#237;odo da Gr&#233;cia cl&#225;ssica. Mas foi apenas no fim da d&#233;cada de 1950 que a ci&#234;ncia que estudava esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span class="titInterna">Cronobiologia, a ci&ecirc;ncia de cada hora</span><br />
<span class="Olho">Seu rel&oacute;gio biol&oacute;gico ajuda voc&ecirc; a viver mais e melhor</span></p>
<p><span class="creditos">por Ivan alves</span></p>
<table width="350" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img width="350" height="357" title="" alt="" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/83/imagens/i177233.jpg" name="[i177233]" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O funcionamento do ritmo biol&oacute;gico do ser humano come&ccedil;ou a ser analisado por pesquisadores ainda no per&iacute;odo da Gr&eacute;cia cl&aacute;ssica. Mas foi apenas no fim da d&eacute;cada de 1950 que a ci&ecirc;ncia que estudava esse mecanismo tornou-se uma disciplina cient&iacute;fica reconhecida internacionalmente. Surgia, ent&atilde;o, a Cronobiologia, ramo dedicado ao estudo da biologia em fun&ccedil;&atilde;o do tempo.</p>
<p>Todos os seres vivos, at&eacute; mesmo os humanos, desenvolveram ritmos de express&atilde;o funcional para adaptarse &agrave; altern&acirc;ncia entre o dia (luz) e a noite (escurid&atilde;o). A grande contribui&ccedil;&atilde;o da Cronobiologia, ent&atilde;o, &eacute; a de fornecer diretrizes de como nosso organismo se comporta em determinados per&iacute;odos. Assim como h&aacute; um ciclo de batidas do cora&ccedil;&atilde;o, existe um conjunto de ritmos que variam ao longo do dia, os chamados ritmos circadianos (circa=&quot;pr&oacute;ximo&quot;, diano =&quot;dia&quot;). A partir dessas descobertas, a medicina pode potencializar o uso de tratamentos e medicamentos e tamb&eacute;m fornecer orienta&ccedil;&otilde;es de comportamentos individuais, colaborando para que as pessoas sejam mais ativas no trabalho ou na escola. &quot;Somos produto de uma hist&oacute;ria natural de intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente terrestre. Dessa forma, s&oacute; se pode entender o estado de sa&uacute;de de um indiv&iacute;duo se seus ritmos biol&oacute;gicos puderem se expressar de forma adequada&quot;, explica Jos&eacute; Cipolla Neto, professor de Fisiologia do departamento de Fisiologia e Biof&iacute;sica da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP).</p>
<p>Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, a &aacute;rea se expandiu muito e hoje h&aacute; grupos de pesquisa em Cronobiologia em praticamente todo o planeta. &quot;A exist&ecirc;ncia de mecanismos marcadores de tempo na intimidade dos organismos, ou rel&oacute;gios biol&oacute;gicos, pode ser considerada como um marco dessa expans&atilde;o no &acirc;mbito da ci&ecirc;ncia ocidental&quot;, diz Luiz Menna-Barreto, professor titular da Escola de Artes, Ci&ecirc;ncias e Humanidades da USP e coautor do livro O sono na sala de aula (Vieira&amp;Lent). &quot;A principal vantagem &eacute; a compreens&atilde;o de que as oscila&ccedil;&otilde;es fazem parte Cronobiologia, a ci&ecirc;ncia de cada hora do funcionamento normal do corpo. N&atilde;o podemos mais nos entender como m&aacute;quinas, cuja efici&ecirc;ncia &eacute; a mesma em qualquer momento. As aplica&ccedil;&otilde;es podem ser exemplificadas pela compreens&atilde;o necess&aacute;ria a respeito da a&ccedil;&atilde;o de medicamentos, que tamb&eacute;m varia&quot;, explica. O docente sugere a substitui&ccedil;&atilde;o do termo &quot;rel&oacute;gio biol&oacute;gico&quot; por &quot;sistema de temporiza&ccedil;&atilde;o&quot;, &quot;mais abrangente e adequado &agrave;s recentes descobertas&quot;, indica.</p>
<p><strong><font color="#812990">VOC&Ecirc; &Eacute; UMA PESSOA MATUTINA OU VESPERTINA?</font></strong></p>
<p>Os ritmos biol&oacute;gicos variam de pessoa para pessoa. &quot;Todos conhecemos tipos madrugadores, que se levantam com um bom humor insuport&aacute;vel&quot;, brinca R&eacute;gis Cavini Ferreira. estes s&atilde;o os indiv&iacute;duos de cronotipo matutino. aqueles que dormem at&eacute; tarde e s&oacute; come&ccedil;am a funcionar depois do almo&ccedil;o, apresentando um m&aacute;ximo de efi ci&ecirc;ncia ao entardecer, s&atilde;o classifi cados como os de tipo vespertino. existem, ainda, pessoas que n&atilde;o chegam nem em um extremo nem no outro, os mistos, ora com predomin&acirc;ncia matutina, ora com predomin&acirc;ncia vespertina. esse grupo &eacute; o mais predominante (80%) e tamb&eacute;m aquele que consegue se ajustar aos hor&aacute;rios impostos mais facilmente. Os cronotipos costumam se estabilizar somente na idade adulta. &quot;antes disso, a partir da inf&acirc;ncia, observamos uma migra&ccedil;&atilde;o pelos tipos&quot;, aponta Ferreira. O cronotipo &eacute; determinado geneticamente, por isso, sempre que poss&iacute;vel, adapte sua rotina ao seu tipo.</p>
<p><strong><font color="#812990">24 HORAS NO SEU CORPO</font></strong></p>
<p>O ciclo dia e a noite (claro e escuro) e a heran&ccedil;a gen&eacute;tica s&atilde;o os principais fatores que ajustam nossos ritmos para funcionarem no per&iacute;odo de 24 horas. O rel&oacute;gio biol&oacute;gico &eacute; controlado por uma estrutura nervosa no c&eacute;rebro &#8211; o chamado n&uacute;cleo supraquiasm&aacute;tico, localizado no hipot&aacute;lamo anterior &#8211; que marca todas as fun&ccedil;&otilde;es do organismo, ditando os ritmos acerca da dura&ccedil;&atilde;o do dia (n&iacute;veis de luz) e da temperatura da pele. As informa&ccedil;&otilde;es sobre os n&iacute;veis de luz no ambiente chegam at&eacute; este n&uacute;cleo, sinalizando o que est&aacute; acontecendo fora do organismo e estabelecendo os par&acirc;metros que determinam nossas rea&ccedil;&otilde;es internas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, do lado de dentro do corpo, h&aacute; uma gl&acirc;ndula chamada pineal, respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o do horm&ocirc;nio melatonina. Ela aumenta ou diminuiu a produ&ccedil;&atilde;o da subst&acirc;ncia, de acordo com os dados de ilumina&ccedil;&atilde;o colhidos pela retina e que s&atilde;o enviados para essa estrutura. &quot;Quando a noite est&aacute; chegando, observamos uma eleva&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o desse horm&ocirc;nio, estabelecendo o ciclo de vig&iacute;lia e de sono, causando varia&ccedil;&otilde;es da temperatura corporal e mudan&ccedil;as bioqu&iacute;micas &#8211; tais como a diminui&ccedil;&atilde;o da disponibilidade de glicose, colesterol, entre outras&quot;,explica R&eacute;gis Cavini Ferreira, doutor em Neuroci&ecirc;ncias e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#812990">AO MEIO-DIA </font></strong></p>
<p>Al&eacute;m da luz solar e dos fatores gen&eacute;ticos, o rel&oacute;gio biol&oacute;gico tamb&eacute;m &eacute; infl uenciado por aspectos como medicamentos, compromissos sociais e pr&aacute;ticas de atividades f&iacute;sicas. Segundo R&eacute;gis Cavini, h&aacute; evid&ecirc;ncias que indicam a exist&ecirc;ncia de osciladores end&oacute;genos no organismo, ou seja, que tendem a funcionar internamente, independentemente das condi&ccedil;&otilde;es ambientais. &quot;Se um ser humano for colocado em aus&ecirc;ncia absoluta de ilumina&ccedil;&atilde;o, ainda assim obedecer&aacute; a ritmos gerados internamente no organismo&quot;.</p>
<p>Por volta do meio-dia, a temperatura central do corpo sofre uma queda, o que causa sonol&ecirc;ncia. &Eacute; por esse motivo que sentimos certa &quot;moleza&quot; nesse hor&aacute;rio. O efeito &eacute; chamado de &quot;sono secund&aacute;rio&quot;.</p>
<p><strong><font color="#812990">HOR&Aacute;RIO CONTRA DOEN&Ccedil;AS </font></strong></p>
<p>Segundo Cipolla Neto, quando os ritmos biol&oacute;gicos n&atilde;o se expressam naturalmente, uma doen&ccedil;a poder&aacute; se desenvolver. &quot;Os &oacute;rg&atilde;os e todas as fun&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m um momento do dia em que se expressam com maior ou menor intensidade. Dessa forma, toda vez que um especialista precisar intervir para diagnosticar ou tratar doen&ccedil;as, os ritmos biol&oacute;gicos devem ser levados em considera&ccedil;&atilde;o. Principalmente nos tratamentos medicamentosos, em que a forma como o organismo lida com a droga varia de acordo com a hora do dia&quot;, aponta.</p>
<p>Quando um ser vivo &eacute; colocado em uma condi&ccedil;&atilde;o em que os ritmos circadianos s&atilde;o perturbados, h&aacute; altera&ccedil;&otilde;es funcionais que levam ao surgimento de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. &quot;A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de informa que o trabalho em turno provoca c&acirc;ncer. Isto porque este tipo de escala dessincroniza os ritmos&quot;, alerta John Fontenele Araujo, do N&uacute;cleo de Pesquisa em Ritmicidade, Sono, Mem&oacute;ria e Emo&ccedil;&atilde;o do departamento de Fisiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<p><strong><font color="#812990">E PARA TOMAR REM&Eacute;DIOS </font></strong></p>
<p>As principais contribui&ccedil;&otilde;es da Cronobiologia est&atilde;o relacionadas, justamente, ao diagn&oacute;stico e ao tratamento de doen&ccedil;as. &quot;O horm&ocirc;nio de crescimento (GH) &eacute; secretado durante a noite, assim, n&atilde;o faz sentido medir seus n&iacute;veis durante o dia. O exame para medir suas taxas deve ser realizado no per&iacute;odo noturno ou durante 24 horas para se fazer uma an&aacute;lise correta sobre a crian&ccedil;a com suspeita de defi ci&ecirc;ncia de GH. O mesmo ocorre com o tratamento dessa patologia. De nada adianta usar um rem&eacute;dio na hora errada, &eacute; preciso saber qual &eacute; o melhor hor&aacute;rio para ingeri-lo&quot;, declara Araujo.</p>
<p>&Eacute; a&iacute; que atuam os pesquisadores da Cronofarmacologia, ramo da Cronobiologia que estuda a hora certa do dia para a administra&ccedil;&atilde;o de drogas terap&ecirc;uticas. &quot;O objetivo &eacute; determinar o momento ideal para a ingest&atilde;o do rem&eacute;dio, para maximizar o efeito terap&ecirc;utico e minimizar efeitos colaterais&quot;, indica Roberto Refi netti, professor de Psicologia da Universidade da Carolina do Sul e chefe do Laborat&oacute;rio de Ritmos Circadianos, nos EUA. L&aacute;, existem mais de 50 medicamentos que t&ecirc;m orienta&ccedil;&otilde;es cronofarmacol&oacute;gicas na bula.</p>
<p>Crises de asma, por exemplo, s&atilde;o mais comuns no per&iacute;odo noturno. Assim, uma dose menor de medicamento pode ser receitada a um paciente que sofre com o mal &agrave; noite, mas com a mesma efi ci&ecirc;ncia garantida. &quot;J&aacute; os eventos cardiovasculares acontecem principalmente nas primeiras horas da manh&atilde;, ou nas &uacute;ltimas horas de sono, por causa dos ritmos circadianos e das vari&aacute;veis cardiovasculares. Neste caso, h&aacute; uma coincid&ecirc;ncia de fatores ocorrendo simultaneamente, que favorecem o acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto&quot;, explica Fontenele. Para prevenir esse problema, alguns dos novos medicamentos agem com libera&ccedil;&atilde;o lenta, garantindo que seus efeitos se prolonguem at&eacute; esse per&iacute;odo.</p>
<p><strong><font color="#812990">O melhor hor&aacute;rio para&#8230;</font></strong></p>
<p><strong>&#8230; praticar atividades f&iacute;sicas</strong><br />
O ideal para se exercitar &eacute; quando o organismo atinge sua efi ci&ecirc;ncia m&aacute;xima. Pessoas de cronotipo matutino atingem esse est&aacute;gio ainda pela manh&atilde; e tamb&eacute;m &agrave; tarde, depois do almo&ccedil;o. J&aacute; os vespertinos ter&atilde;o um rendimento melhor no in&iacute;cio da tarde e ao cair da noite.</p>
<p><strong>&#8230; relaxar </strong><br />
Ler um livro ou assistir a um programa de televis&atilde;o n&atilde;o requer, necessariamente, o m&aacute;ximo de aten&ccedil;&atilde;o de uma pessoa. Uma boa faixa de hor&aacute;rio para relaxar se d&aacute; quando o segundo melhor momento de efi ci&ecirc;ncia m&aacute;xima est&aacute; acabando. Matutinos chegam a esse per&iacute;odo no fi m da tarde, enquanto os vespertinos atingem essa fase j&aacute; &agrave; noite.</p>
<p><strong><br />
&#8230; dormir </strong><br />
&Eacute; quando a gl&acirc;ndula pineal come&ccedil;a a produzir melatonina. O processo come&ccedil;a mais cedo em pessoas de cronotipo matutino, no cair da noite. Os vespertinos sentir&atilde;o sonol&ecirc;ncia um pouco mais tarde. Pesquisadores j&aacute; comprovaram que durante o sono &eacute; o momento em que a temperatura interna do corpo est&aacute; mais baixa.</p>
<p><strong>&#8230; se alimentar </strong><br />
O organismo funciona em ciclos de tr&ecirc;s horas, independentemente do cronotipo das pessoas. Por isso, vespertinos, matutinos e mistos devem organizar seus hor&aacute;rios de refei&ccedil;&atilde;o a partir dessa regra. a alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; um sincronizador potente, ou seja, os hor&aacute;rios de refei&ccedil;&atilde;o infl uenciam diretamente no rel&oacute;gio biol&oacute;gico.</p>
<p><strong>&#8230; trabalhar e estudar</strong> <br />
Concentra&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial para qualquer estudante tirar boas notas e para que um profi ssional se se destaque no trabalho. Para saber a faixa de hor&aacute;rio em que temos mais aten&ccedil;&atilde;o vale a mesma regra das atividades f&iacute;sicas, quando o organismo tem sua melhor performance no dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img alt="" src="file:///C:/DOCUME~1/rpires/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot.jpg" /></p>
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		<title>Acupuntura pode reduzir dores associadas ao tratamento do câncer de mama</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura]]></category>

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		<description><![CDATA[A acupuntura - milenar terapia chinesa com agulhas - pode ajudar a amenizar as dores e a rigidez nas articulações que frequentemente acompanham o tratamento do câncer de mama, segundo estudo americano publicado no Journal of Clinical Oncology.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Blog Boa Sa&uacute;de</p>
<p><img width="100" vspace="3" hspace="3" height="100" border="0" align="right" alt="" src="http://200.221.3.223/images/articlesimg/blog/22jul00.jpg" /></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"><font size="2">A acupuntura &#8211; milenar terapia chinesa com agulhas &#8211; pode ajudar a amenizar as dores e a rigidez nas articula&ccedil;&otilde;es que frequentemente acompanham o tratamento do c&acirc;ncer de mama, segundo estudo americano publicado no <em style="">Journal of Clinical Oncology</em>. A pesquisa com 43 mulheres com c&acirc;ncer de mama que relatavam dores articulares por causa do tratamento com inibidores de aromatase mostrou que a acupuntura reduzia significativamente as dores.</font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"><font size="2">&nbsp;</font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"><font size="2">De acordo com os autores, as duas semanas de tratamento com a acupuntura pareceu melhorar o bem estar f&iacute;sico da maioria das participantes e reduzir a necessidade de uso de medicamentos contra a dor em 20% das pacientes com c&acirc;ncer de mama. Por outro lado, o grupo submetido a uma falsa acupuntura &#8211; com inser&ccedil;&atilde;o superficial de agulhas em pontos n&atilde;o reconhecidos pela terapia &#8211; n&atilde;o apresentou melhora. </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"><font size="2">&nbsp;</font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"><font size="2">&ldquo;Desde que os inibidores de aromatase se tornaram uma op&ccedil;&atilde;o de tratamento mais popular para algumas pacientes com c&acirc;ncer de mama, objetivamos encontrar uma op&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-farmacol&oacute;gica para controlar as quest&otilde;es articulares que eles frequentemente trazem, melhorando, assim, a qualidade de vida e reduzindo a propens&atilde;o de as pacientes interromperem esse tratamento com potencial de salvar vidas&rdquo;, destacou o pesquisador Dawn Hershman.</font></span></p>
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		<title>Cérebro tem processo especial para lembrar algo inesperado</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 10:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[recordações]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; C&#233;rebro tem processo especial para lembrar algo inesperado &#211;rg&#227;o humano &#233; ajustado para recordar especialmente de coisas que fujam do comum por Katherine Harmon iStockphoto/Fitzer Situa&#231;&#227;o diferente ativa certas regi&#245;es cerebrais Voc&#234; se lembra da &#250;ltima vez em que alguma atitude de um amigo te pegou de surpresa? Provavelmente sim; isso acontece porque o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="0" class="interna-txt">
<tbody>
<tr>
<td align="center" class="interna-titulo">C&eacute;rebro tem processo especial para lembrar algo inesperado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" class="interna-olho">&Oacute;rg&atilde;o humano &eacute; ajustado para recordar especialmente de coisas que fujam do comum</td>
</tr>
<tr>
<td height="45" class="interna-autor"><i>por Katherine Harmon</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="interna-txt"><span class="interna-txt"></p>
<table width="260" cellspacing="0" cellpadding="1" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="10" align="right" class="img-credito" rowspan="3"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
<td align="right" class="img-credito">iStockphoto/Fitzer</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/img/cerebromat.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="img-legenda">Situa&ccedil;&atilde;o diferente ativa certas regi&otilde;es cerebrais</td>
</tr>
<tr>
<td height="10" align="right" class="img-credito" colspan="2"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>            Voc&ecirc; se lembra da &uacute;ltima vez em que alguma atitude de um amigo te pegou de surpresa? Provavelmente sim; isso acontece porque o c&eacute;rebro humano &eacute; ajustado para lembrar especialmente de coisas que fujam do comum. </p>
<p>            A forma exata como o c&eacute;rebro trata desses casos, no entanto, era incerta. Alguns cientistas haviam proposto a hip&oacute;tese que um est&iacute;mulo inesperado dispararia um circuito envolvendo tanto o hipocampo (respons&aacute;vel em parte pela mem&oacute;ria de longo prazo) quanto o n&uacute;cleo accumbens (relacionado com recompensa e prazer) para tornar essas mem&oacute;rias mais facilmente retidas. Infelizmente, sem poder investigar de perto esses centros, os investigadores n&atilde;o podiam ter certeza. </p>
<p>            Uma equipe de pesquisa, no entanto, acabou de encontrar uma oportunidade para fazer justamente isso. Eles conseguiram implantar eletrodos no hipocampo de oito volunt&aacute;rios que haviam recebido tratamento para epilepsia, bem como no n&uacute;cleo accumbens de seis pacientes volunt&aacute;rios para estimula&ccedil;&atilde;o cerebral experimental profunda contra depress&atilde;o. Esses eletroencefalogramas (EEG) permitiram que os pesquisadores detectassem mudan&ccedil;as no c&eacute;rebro em &ldquo;milissegundos, em vez de segundos&rdquo; comparados com a fMRI (sigla em ingl&ecirc;s para imagens funcionais de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica), escreveu Nikolai Axmacher, da Universidade de Bonn, na Alemanha e autor principal do estudo, em um e-mail para a ScientificAmerican.com. </p>
<p>            Quando os pesquisadores apresentavam para os pacientes uma s&eacute;rie de faces contra um fundo vermelho por diversos segundos, seguida por uma imagem de uma casa contra um fundo verde, o EEG capturava o momento no qual cada um desses pontos era ativado quando o c&eacute;rebro reagia, com precis&atilde;o de milissegundos. Os pesquisadores registraram esses momentos e conseguiram construir o padr&atilde;o de atividade geral entre os dois grupos de pacientes. </p>
<p>            Axmacher e a sua equipe encontraram que, no caso de est&iacute;mulos inesperados (a casa com fundo verde), o hipocampo se ativa duas vezes, e a &uacute;ltima ativa&ccedil;&atilde;o &ndash; que &eacute; imediatamente precedida por uma atividade no centro de recompensa, o n&uacute;cleo accumbens &ndash; prev&ecirc; a forma&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;ria. As descobertas foram publicadas em um estudo on-line em 24 de fevereiro na revista Neuron. </p>
<p>            Por que a localiza&ccedil;&atilde;o precisa desses processos &eacute; t&atilde;o importante para os cientistas? &ldquo;O processo de aprendizado &eacute; muito seletivo&rdquo;, afirmou Axmacher no e-mail. Embora os seres humanos tenham c&eacute;rebros enormes, n&oacute;s certamente n&atilde;o temos a capacidade de registrar todos os aspectos de toda experi&ecirc;ncia. &ldquo;Apenas as informa&ccedil;&otilde;es relevantes recebem um &lsquo;impulso de mem&oacute;ria&rsquo; pelo sistema de recompensa, o que inclui o n&uacute;cleo accumbens&rdquo;, ele enfatizou; assim, as pessoas s&atilde;o mais inclinadas a lembrar os incidentes a partir dos quais possam aprender alguma coisa nova. </p>
<p>            &Agrave;s vezes, no entanto, quando encontramos alguma coisa inesperada, n&oacute;s a deixamos de lado porque ela n&atilde;o bate com a nossa compreens&atilde;o do mundo. Axmacher explica que, nesse caso, &ldquo;a supress&atilde;o de mem&oacute;rias indesejadas parece depender de um controle vertical descendente da atividade do hipocampo pelo c&oacute;rtex pr&eacute;-frontal&rdquo;, em vez de uma resposta r&aacute;pida do circuito hipocampo-n&uacute;cleo accumbens que ele e seus colegas confirmaram. </p>
<p>            O implante de eletrodos, bem como o trabalho anterior sobre processamento de linguagem, gerou novos insights sobre o c&eacute;rebro, incluindo essa descoberta sobre forma&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;ria, mas ele tamb&eacute;m tem alguns inconvenientes, Axmacher admite. Esses tipos de leituras intracerebrais &ldquo;s&oacute; podem ser obtidas de popula&ccedil;&otilde;es de pacientes e s&oacute; permitem registros de regi&otilde;es espec&iacute;ficas do c&eacute;rebro&rdquo;, e, portanto, eles fornecem fotografias instant&acirc;neas do c&eacute;rebro trabalhando &ndash; e em c&eacute;rebros que j&aacute; possuem uma disfun&ccedil;&atilde;o. Mas ele e os seus colegas apontam que, pelo menos neste estudo, &eacute; improv&aacute;vel que a doen&ccedil;a dos pacientes tenha mudado o padr&atilde;o dessas ativa&ccedil;&otilde;es neurais em particular. E &ldquo;esses resultados s&oacute; puderam ser obtidos em popula&ccedil;&otilde;es de pacientes com eletrodos implantados nessas regi&otilde;es&rdquo;, Axmacher escreveu. </p>
<p>            Apesar disso, ele e seus colegas enfatizaram no estudo que suas descobertas n&atilde;o explicam completamente como e porqu&ecirc; esses casos surpreendentes recebem um tratamento preferencial pela mem&oacute;ria, em compara&ccedil;&atilde;o com acontecimentos comuns. &ldquo;A ocorr&ecirc;ncia de um evento inesperado provavelmente recruta uma rede de regi&otilde;es do c&eacute;rebro que se estendem muito al&eacute;m&rdquo; dessas duas, eles escreveram. S&oacute; se lembre disso da pr&oacute;xima vez que seu amigo fizer alguma esquisitice &ndash; quer dizer, se isso for inesperado.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Campo Magnético e a Lei de Ação e Reação (Carma)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 18:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[unidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante algum tempo, tentei imaginar um modelo f&#237;sico que facilitasse a visualiza&#231;&#227;o das repeti&#231;&#245;es porqu&#234; desse comportamento em algumas pessoas e n&#227;o em outras. Ouvimos sempre falar do &#8220;carma&#8221; que alguns t&#234;m, que &#233; muito pesado e o de outros que &#233; mais leve, afinal o que nos atrai para determinadas situa&#231;&#245;es? Primeiramente, &#233; necess&#225;rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante algum tempo, tentei imaginar um modelo f&iacute;sico que facilitasse a visualiza&ccedil;&atilde;o das repeti&ccedil;&otilde;es porqu&ecirc; desse comportamento em algumas pessoas e n&atilde;o em outras. Ouvimos sempre falar do &ldquo;carma&rdquo; que alguns t&ecirc;m, que &eacute; muito pesado e o de outros que &eacute; mais leve, afinal o que nos atrai para determinadas situa&ccedil;&otilde;es?</p>
<p></p>
<p>
Primeiramente, &eacute; necess&aacute;rio entendermos o que &eacute; o campo magn&eacute;tico e como ele funciona. Um campo qualquer existe numa regi&atilde;o do espa&ccedil;o que circunda um corpo que possui determinadas propriedades. Assim, um campo gravitacional existe em torno de um corpo que tem massa, um campo el&eacute;trico existe em torno de um corpo que tem carga el&eacute;trica e um campo magn&eacute;tico existe em torno de um corpo que possui propriedades magn&eacute;ticas. Quando um outro corpo penetra a regi&atilde;o do espa&ccedil;o onde existe um campo e ele possui as mesmas caracter&iacute;sticas que geraram esse campo, passa a sofrer sua a&ccedil;&atilde;o. Trocando em mi&uacute;dos, um corpo eletrizado ser&aacute; atra&iacute;do ou repelido ao ser colocado na presen&ccedil;a de outro tamb&eacute;m eletrizado, ele estar&aacute; sofrendo as for&ccedil;as el&eacute;tricas ao ser colocado num campo el&eacute;trico. &Eacute; fundamental entendermos que todos n&oacute;s possu&iacute;mos um campo magn&eacute;tico &agrave; nossa volta e, atrav&eacute;s dele, interagimos com os outros. Nossas simpatias, avers&otilde;es, desconfian&ccedil;as, e impulsos, geralmente nos v&ecirc;m de atra&ccedil;&otilde;es ou repuls&otilde;es magn&eacute;ticas. Antes mesmo de conhecermos algu&eacute;m ou vivenciarmos alguma situa&ccedil;&atilde;o, temos o &ldquo;insight&rdquo; &agrave; respeito do que est&aacute; por vir. Nosso campo magn&eacute;tico est&aacute; sempre adiantado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s nossas percep&ccedil;&otilde;es sensoriais.</p>
<p>Ao experimentarmos a vida aqui no Planeta, assumimos a &ldquo;dualidade&rdquo; que &eacute; caracter&iacute;stica desse nosso plano e que, apesar de n&atilde;o lembrarmos, foi de nossa pr&oacute;pria escolha. Essa dualidade nos faz lidar com situa&ccedil;&otilde;es &ldquo;positivas&rdquo; e &ldquo;negativas&rdquo; ao longo de nossas diversas encarna&ccedil;&otilde;es por aqui. Quando nos deparamos com situa&ccedil;&otilde;es extremamente adversas, sofremos um &ldquo;trauma&rdquo; que causa, normalmente, perda energ&eacute;tica e nos deixa presos &agrave;quele epis&oacute;dio, naquele ponto do espa&ccedil;o e do tempo. Os sentimentos que nos deixam aprisionados s&atilde;o sempre de baixa vibra&ccedil;&atilde;o, geralmente s&atilde;o sentimentos de culpa, vergonha, raiva, vingan&ccedil;a, etc, e a quantidade de energia despendida permanecer&aacute; naquele momento, enquanto o &ldquo;resto de n&oacute;s&rdquo; seguir&aacute; em frente, com uma &ldquo;fenda&rdquo; no corpo energ&eacute;tico.</p>
<p>Dependendo da intensidade das experi&ecirc;ncias, essas fendas s&atilde;o maiores ou menores, mas o que imediatamente nos vem &agrave; mente, &eacute; que elas precisam ser preenchidas novamente para que possamos ter nossa integridade restitu&iacute;da. A nossa sintonia com o amor foi quebrada e adquirimos um carma.</p>
<p>Algumas pessoas se utilizam de uma habilidade que todos t&ecirc;m, mas poucos usam, que &eacute; a de olhar para os acontecimentos com um olhar amoroso ou se preferirmos, com um olhar positivo e a partir dessa observa&ccedil;&atilde;o, eliminam de dentro de seus cora&ccedil;&otilde;es todos os sentimentos de baixa vibra&ccedil;&atilde;o, &ldquo;perdoando&rdquo; e seguindo em frente, fechando automaticamente aquele espa&ccedil;o vazio e recuperando sua integridade energ&eacute;tica. Esses, n&atilde;o adquiriram &ldquo;carma negativo&rdquo;, pois resolveram o problema ali mesmo e encerraram a experi&ecirc;ncia positivamente. Quem n&atilde;o consegue ter o olhar de isen&ccedil;&atilde;o, se fecha para o fluxo do amor regenerador e seu campo magn&eacute;tico passa a atuar como um im&atilde; que ir&aacute; atrair situa&ccedil;&atilde;o semelhante &agrave; que originou o &ldquo;trauma inicial&rdquo;, na mesma vida ou em outras, at&eacute; que atrav&eacute;s do entendimento, da transforma&ccedil;&atilde;o do ponto de vista do perd&atilde;o, aquela energia perdida l&aacute; atr&aacute;s, possa voltar ao seu local de origem.</p>
<p>&Eacute; compreens&iacute;vel ent&atilde;o, que nesse ponto atual da evolu&ccedil;&atilde;o humana, vejamos tantas pessoas perdidas e sofrendo, pois atrav&eacute;s das v&aacute;rias experi&ecirc;ncias ao longo do tempo, foram deixando para tr&aacute;s tantos &ldquo;peda&ccedil;os&rdquo; seus que j&aacute; nem lembram de quem s&atilde;o. Se pudermos visualizar mentalmente seus corpos energ&eacute;ticos, veremos uma malha com muitos furos, cada um deles causando dor e saudade de si mesmos e atraindo, atrav&eacute;s de seu campo magn&eacute;tico, o mesmo tipo de acontecimento que os originou.</p>
<p>A sensa&ccedil;&atilde;o de solid&atilde;o que assola quase toda a humanidade vem da perda da &ldquo;unidade&rdquo; e a procura em pessoas ou coisas externas, do que na verdade falta em n&oacute;s mesmos e foi abandonado em algum ponto da jornada, na maioria das vezes, causa mais problemas do que solu&ccedil;&otilde;es. Seres incompletos, raramente s&atilde;o capazes de dar ou receber amor verdadeiro e v&atilde;o causando mais danos onde passam. Podemos mudar todo esse quadro se realmente entendermos o que &eacute; necess&aacute;rio encarar toda e qualquer experi&ecirc;ncia como um aprendizado que SEMPRE traz conseq&uuml;&ecirc;ncias positivas e que s&oacute; com um olhar amoroso podemos observar o mundo, &ldquo;aceitando&rdquo; como ele &eacute;, sem julgamentos, pr&eacute;-julgamentos, culpas vergonha ou m&aacute;goas.</p>
<p>Quando estamos completamente sintonizados com a nossa &ldquo;Unidade&rdquo;, quando n&atilde;o h&aacute; mais carmas negativos, nosso campo magn&eacute;tico atrai situa&ccedil;&otilde;es de plenitude e abund&acirc;ncia em todos os n&iacute;veis, pois a energia do Amor &eacute; a nossa verdadeira ess&ecirc;ncia e qualquer outra de menor vibra&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o nos pertence, faz parte da ilus&atilde;o, na qual mergulhamos de livre e espont&acirc;nea vontade.</p>
<p>Fonte: Jornal o Prana &ndash; Universo Hol&iacute;stico &ndash; Ed. De Abril<br />
Por M&aacute;rcia Caminada &#8211; F&iacute;sica</p>
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		<title>Meditação &#8220;ZEN&#8221; reduz sensibilidade à dor</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Zen]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A medita&#231;&#227;o &#34;zen&#34; contribui para aumentar a espessura do c&#233;rebro e, consequentemente, reduz a sensibilidade &#224; dor, segundo pesquisas da Universidade de Montreal divulgadas em um estudo publicado na revista Emotion pela American Psychological Association. Os pesquisadores compararam a grossura da massa encef&#225;lica do c&#233;rebro de praticantes e n&#227;o praticantes desse tipo de medita&#231;&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A medita&ccedil;&atilde;o &quot;zen&quot; contribui para aumentar a espessura do c&eacute;rebro e, consequentemente, reduz a sensibilidade &agrave; dor, segundo pesquisas da Universidade de Montreal divulgadas em um estudo publicado na revista <em>Emotion</em> pela American Psychological Association.</p>
<p>Os pesquisadores compararam a grossura da massa encef&aacute;lica do c&eacute;rebro de praticantes e n&atilde;o praticantes desse tipo de medita&ccedil;&atilde;o e descobriram que a antiga disciplina oriental pode fortalecer a regi&atilde;o central do c&eacute;rebro que regula a dor, explicou o autor principal do estudo, Joshua A. Grant, da cadeira de Fisiologia da Universidade de Montreal e do Instituto universit&aacute;rio de Geriatria de Montreal.</p>
<p>Os resultados confirmam as conclus&otilde;es de um estudo anterior feito por Grant sob a dire&ccedil;&atilde;o de Pierre Rainville, da mesma universidade.</p>
<p>Os cientistas recrutaram 17 adeptos da medita&ccedil;&atilde;o e 18 que n&atilde;o a praticavam. Mediram sua sensibilidade &agrave; dor com a aplica&ccedil;&atilde;o de uma placa quente nas panturrilhas e com o registro por resson&acirc;ncia magn&eacute;tica nuclear estrutural de seu c&eacute;rebro.</p>
<p>Segundo a resson&acirc;ncia, as regi&otilde;es centrais do c&eacute;rebro que regulam as emo&ccedil;&otilde;es e a dor eram significativamente mais grossas entre os seguidores da medita&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com os outros.</p>
<p>&quot;As dolorosas posturas da medita&ccedil;&atilde;o &#8216;zen&#8217; podem contribuir no crescimento da espessura e em uma melhor toler&acirc;ncia &agrave; dor&quot;, informou Grant.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que é o &#8220;TEMPO&#8221;?</title>
		<link>http://phatae.com/2010/02/748/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 16:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo sempre foi objeto de estudo dos homens, mas
ainda não há uma teoria final que o defina. Registros
sobre a consciência da passagem do tempo começam na
pré-história – arte rupestre documentando nascer e pôr
do sol, por exemplo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div><span class="subtitulo">Para uns, &eacute; uma ilus&atilde;o. Para outros, uma implac&aacute;vel grandeza f&iacute;sica ou biol&oacute;gica. </span></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; float: left;" id="img"><img width="240" src="http://eyoga.uol.com.br/imagens/materia/Untitled-1.jpg" alt="" /></div>
<p><span class="txt">Por Greice Costa<br />
Colabora&ccedil;&atilde;o: Patr&iacute;cia Ribeiro, Cacau Peres e Cristiane Tabarelli<br />
Ilustra&ccedil;&otilde;es: Edna Lopes</p>
<p><b>Tempo em pensamento</b><br />
O tempo sempre foi objeto de estudo dos homens, mas<br />
ainda n&atilde;o h&aacute; uma teoria final que o defina. Registros<br />
sobre a consci&ecirc;ncia da passagem do tempo come&ccedil;am na<br />
pr&eacute;-hist&oacute;ria &ndash; arte rupestre documentando nascer e p&ocirc;r<br />
do sol, por exemplo. Alguns dos escritos mais antigos<br />
sobre o tema v&ecirc;m do Egito antigo, de antes de 2650 a.C.:<br />
&ldquo;N&atilde;o deprecie o tempo seguindo o desejo, porque a perda<br />
de tempo &eacute; uma abomina&ccedil;&atilde;o ao esp&iacute;rito&rdquo; (Ptahhotep).<br />
Os Vedas, textos da filosofia hindu com mais de 4 mil anos, colocam o tempo em ciclos de cria&ccedil;&atilde;o, destrui&ccedil;&atilde;o e renascimento do Universo que duram 4.320.000 anos.<br />
Na Gr&eacute;cia, antes de 400 a.C. nasceram muitas vis&otilde;es sobre o tempo. Para Plat&atilde;o, seria um processo c&iacute;clico que coexistia com o mundo, a &ldquo;imagem m&oacute;vel da eternidade&rdquo;.</span></p>
<p><span class="txt"><br />
Arist&oacute;teles tamb&eacute;m acreditava nessa coexist&ecirc;ncia com o mundo e que este era finito, mensur&aacute;vel e,mesmo assim, eterno. Ele admitia que o &ldquo;tempo &eacute; um<br />
n&uacute;mero do movimento&rdquo;.</span></p>
<p><span class="txt"><br />
Santo Agostinho, no s&eacute;culo IV, defendeu que o tempo n&atilde;o podia existir fora do esp&iacute;rito. Dividiu o tempo em tr&ecirc;s, com refer&ecirc;ncia no presente: o presente do passado<br />
(mem&oacute;ria), o presente do presente (aten&ccedil;&atilde;o) e o presente do futuro (espera).<br />
Os fil&oacute;sofos e te&oacute;logos medievais desenvolveram o conceito do tempo do Universo com um nascimento certo, baseado no mito da cria&ccedil;&atilde;o, compartilhado pelas tr&ecirc;s religi&otilde;es abra&acirc;micas: juda&iacute;smo, cristianismo e islamismo. Os crist&atilde;os ainda acreditam no fim, quando Jesus retorna para o Ju&iacute;zo Final.<br />
Culturas ancestrais como incas, maias, algumas tribos americanas, babil&ocirc;nios, budistas, jainistas e, como vimos, hindus, preferem a ideia da roda do tempo, retratando-o c&iacute;clico, em eras nas quais o Universo nasce e se extingue.<br />
Para o fil&oacute;sofo alem&atilde;o Immanuel Kant, do s&eacute;culo XVIII, o tempo era um conceito inerente &agrave; mente humana e n&atilde;o uma caracter&iacute;stica do mundo externo.</span></p>
<p><span class="txt"><br />
Para o indiano Krishnamurti (s&eacute;culo XX), toda a consci&ecirc;ncia &eacute; no tempo &ndash; tempo em pensamento, que &eacute; a resposta da mem&oacute;ria, que &eacute; o passado, que se move<br />
para o presente at&eacute; o futuro. A estrutura da consci&ecirc;ncia, assim como do inconsciente, est&aacute; na estrutura do tempo, n&atilde;o apenas o cronol&oacute;gico, mas tamb&eacute;m o psicol&oacute;gico.<br />
Dividimos essa consci&ecirc;ncia entre superficial e escondida. A superficial &eacute; a mente educada, moderna. <br />
A escondida s&atilde;o todos os fatores latentes do passado. Algumas partes dela est&atilde;o despertas, outras dormem. </span></p>
<p><span class="txt"><b>Tempo &eacute; dinheiro?</b></span></p>
<p><span class="txt"><br />
At&eacute; o s&eacute;culo XVII, os homens mediam o tempo pelas tarefas que faziam. O puritanismo protestante come&ccedil;ou a inverter essa &ldquo;conta&rdquo; &ndash; o homem come&ccedil;ou a acumular<br />
riquezas e realizar trabalhos para Deus, e assim passou a fazer o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de tarefas em determinado tempo. O capitalismo refor&ccedil;ou essa ideia e a tecnologia acelerou o ritmo. Vivemos em uma era que valoriza a produtividade<br />
e a velocidade. Como contraponto, pensadores como Bertrand Russell e Domenico de Masi colocaram a import&acirc;ncia do &oacute;cio no tempo do homem. O &uacute;ltimo destaca que<br />
hoje luxo n&atilde;o &eacute; acumular dinheiro, mas tempo livre. E o que n&oacute;s, praticantes de Yoga, temos a ver com isso? Dedicando tempo &agrave; nossa pr&aacute;tica, podemos ganhar<br />
presentes, principalmente o presente em si. Em seu Yoga Sutra, Pata&ntilde;jali diz que a pr&aacute;tica (esfor&ccedil;o de manter a estabilidade) torna-se bem centrada quando cont&iacute;nua, com devo&ccedil;&atilde;o reverente e sem interrup&ccedil;&atilde;o por um longo per&iacute;odo de tempo. Princ&iacute;pios como autoconhecimento e verdade o levam a descobrir o que &eacute; essencial para voc&ecirc;. Desapego ajuda a refletir se voc&ecirc; realmente precisa dispensar tanto tempo de sua<br />
vida para ganhar mais dinheiro. E para seguir um ideal: Kaivalyam &eacute; a condi&ccedil;&atilde;o em<br />
que acontece a perfeita integra&ccedil;&atilde;o entre o praticante e o universo ao seu redor e ambos tornam-se um. A mente n&atilde;o se limita mais a pensamentos nem &eacute; influenciada<br />
pelas inconst&acirc;ncias do tempo, e &eacute; indiferente &agrave;s mudan&ccedil;as, pois n&atilde;o se subordina &agrave;s qualidades da mat&eacute;ria.<br />
N&atilde;o &eacute; exatamente a busca do tempo livre, mas do tempo em liberdade. </span></p>
<p><span class="txt"><br />
<b>Em ci&ecirc;ncias</b></span></p>
<p><span class="txt"><br />
Na f&iacute;sica, o tempo &eacute; considerado uma das grandezas fundamentais. Atualmente os cientistas acreditam que o Universo, inclusive o tempo, surgiram no Big Bang, a grande explos&atilde;o, h&aacute; cerca de 12 bilh&otilde;es de anos. Stephen Hawking, um dos cientistas mais importantes de nossa &eacute;poca, diz que mesmo que o tempo n&atilde;o tenha come&ccedil;ado no Big Bang, nenhuma informa&ccedil;&atilde;o antes desse per&iacute;odo seria acess&iacute;vel e<br />
nem teria efeito sobre o nosso presente. Galileu, no s&eacute;culo XVI, e Isaac Newton, entre os s&eacute;culos XVII e XVIII, introduziram a medida do tempo e de alguma forma o imobilizaram. Antes deles, o tempo era conhecido intuitivamente, era algo<br />
subjetivo e org&acirc;nico. Ao ser medido, deixou de fazer parte do todo, da natureza, e passou a ter uma exist&ecirc;ncia abstrata e independente. Na mec&acirc;nica de Newton, o tempo &eacute; um par&acirc;metro que nada faz. Por seu lado, Gottfried Leibniz, contempor&acirc;neo<br />
de Newton, afirmou, antecipando Albert Einstein, que tempo e espa&ccedil;o s&atilde;o relativos.<br />
J&aacute; no s&eacute;culo XX, Einstein, com sua Teoria Geral da Relatividade, revelou que o espa&ccedil;o e o tempo podem ser distorcidos na presen&ccedil;a de mat&eacute;ria e de energia devido a um processo gravitacional. Assim, devolveu-os &agrave; natureza como algo real, que participa e que se transforma. Atualmente questiona-se se &eacute; poss&iacute;vel definir o tempo qu&acirc;ntico,<br />
ou ainda se este tempo qu&acirc;ntico tem dire&ccedil;&atilde;o. O tempo qu&acirc;ntico provavelmente n&atilde;o pode ser definido e talvez nem exista, j&aacute; que faz parte do microsc&oacute;pico<br />
mundo qu&acirc;ntico de &aacute;tomos, n&uacute;cleos at&ocirc;micos e part&iacute;culas subnucleares, onde tudo pode acontecer.</span></p>
<p><span class="txt"><br />
Amit Goswami contesta as teorias materialistas e desconstr&oacute;i a ideia de que a mat&eacute;ria &eacute; o principal elemento formador da cria&ccedil;&atilde;o. Ele afirma fazendo seu o ensinamento<br />
da milenar tradi&ccedil;&atilde;o hindu, no qual a consci&ecirc;ncia &eacute; o fundamento de<br />
tudo aquilo que conhecemos e percebemos.</span></p>
<p><span class="txt"><br />
Fontes:</span> Site eYoga</p>
<p><span class="txt"><br />
&bull; O Tempo atrav&eacute;s do Tempo ou Tempo &Eacute; uma Ilus&atilde;o, Prof. Dr. Paulo Laerte Natti,<br />
Profa. Dra. &Eacute;rica Regina Takano Natti<br />
&bull; Na Medida Certa, Alexandre Vinicius C. Damasceno e Roseane Corr&ecirc;a Gomes<br />
&bull; Wikipedia<br />
&bull; A Elimina&ccedil;&atilde;o do Tempo Psicol&oacute;gico &#8211; J. Krishnamurti e David Bohm<br />
&bull; O Universo Autoconsciente &ndash; Como a Consci&ecirc;ncia Cria o Mundo Material &#8211; Amit Goswami 		 			</span></p>
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