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	<title>PHATAE &#187; cérebro</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
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		<title>Cérebro tem processo especial para lembrar algo inesperado</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 10:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[recordações]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; C&#233;rebro tem processo especial para lembrar algo inesperado &#211;rg&#227;o humano &#233; ajustado para recordar especialmente de coisas que fujam do comum por Katherine Harmon iStockphoto/Fitzer Situa&#231;&#227;o diferente ativa certas regi&#245;es cerebrais Voc&#234; se lembra da &#250;ltima vez em que alguma atitude de um amigo te pegou de surpresa? Provavelmente sim; isso acontece porque o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="0" class="interna-txt">
<tbody>
<tr>
<td align="center" class="interna-titulo">C&eacute;rebro tem processo especial para lembrar algo inesperado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" class="interna-olho">&Oacute;rg&atilde;o humano &eacute; ajustado para recordar especialmente de coisas que fujam do comum</td>
</tr>
<tr>
<td height="45" class="interna-autor"><i>por Katherine Harmon</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="interna-txt"><span class="interna-txt"></p>
<table width="260" cellspacing="0" cellpadding="1" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="10" align="right" class="img-credito" rowspan="3"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
<td align="right" class="img-credito">iStockphoto/Fitzer</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/img/cerebromat.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="img-legenda">Situa&ccedil;&atilde;o diferente ativa certas regi&otilde;es cerebrais</td>
</tr>
<tr>
<td height="10" align="right" class="img-credito" colspan="2"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>            Voc&ecirc; se lembra da &uacute;ltima vez em que alguma atitude de um amigo te pegou de surpresa? Provavelmente sim; isso acontece porque o c&eacute;rebro humano &eacute; ajustado para lembrar especialmente de coisas que fujam do comum. </p>
<p>            A forma exata como o c&eacute;rebro trata desses casos, no entanto, era incerta. Alguns cientistas haviam proposto a hip&oacute;tese que um est&iacute;mulo inesperado dispararia um circuito envolvendo tanto o hipocampo (respons&aacute;vel em parte pela mem&oacute;ria de longo prazo) quanto o n&uacute;cleo accumbens (relacionado com recompensa e prazer) para tornar essas mem&oacute;rias mais facilmente retidas. Infelizmente, sem poder investigar de perto esses centros, os investigadores n&atilde;o podiam ter certeza. </p>
<p>            Uma equipe de pesquisa, no entanto, acabou de encontrar uma oportunidade para fazer justamente isso. Eles conseguiram implantar eletrodos no hipocampo de oito volunt&aacute;rios que haviam recebido tratamento para epilepsia, bem como no n&uacute;cleo accumbens de seis pacientes volunt&aacute;rios para estimula&ccedil;&atilde;o cerebral experimental profunda contra depress&atilde;o. Esses eletroencefalogramas (EEG) permitiram que os pesquisadores detectassem mudan&ccedil;as no c&eacute;rebro em &ldquo;milissegundos, em vez de segundos&rdquo; comparados com a fMRI (sigla em ingl&ecirc;s para imagens funcionais de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica), escreveu Nikolai Axmacher, da Universidade de Bonn, na Alemanha e autor principal do estudo, em um e-mail para a ScientificAmerican.com. </p>
<p>            Quando os pesquisadores apresentavam para os pacientes uma s&eacute;rie de faces contra um fundo vermelho por diversos segundos, seguida por uma imagem de uma casa contra um fundo verde, o EEG capturava o momento no qual cada um desses pontos era ativado quando o c&eacute;rebro reagia, com precis&atilde;o de milissegundos. Os pesquisadores registraram esses momentos e conseguiram construir o padr&atilde;o de atividade geral entre os dois grupos de pacientes. </p>
<p>            Axmacher e a sua equipe encontraram que, no caso de est&iacute;mulos inesperados (a casa com fundo verde), o hipocampo se ativa duas vezes, e a &uacute;ltima ativa&ccedil;&atilde;o &ndash; que &eacute; imediatamente precedida por uma atividade no centro de recompensa, o n&uacute;cleo accumbens &ndash; prev&ecirc; a forma&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;ria. As descobertas foram publicadas em um estudo on-line em 24 de fevereiro na revista Neuron. </p>
<p>            Por que a localiza&ccedil;&atilde;o precisa desses processos &eacute; t&atilde;o importante para os cientistas? &ldquo;O processo de aprendizado &eacute; muito seletivo&rdquo;, afirmou Axmacher no e-mail. Embora os seres humanos tenham c&eacute;rebros enormes, n&oacute;s certamente n&atilde;o temos a capacidade de registrar todos os aspectos de toda experi&ecirc;ncia. &ldquo;Apenas as informa&ccedil;&otilde;es relevantes recebem um &lsquo;impulso de mem&oacute;ria&rsquo; pelo sistema de recompensa, o que inclui o n&uacute;cleo accumbens&rdquo;, ele enfatizou; assim, as pessoas s&atilde;o mais inclinadas a lembrar os incidentes a partir dos quais possam aprender alguma coisa nova. </p>
<p>            &Agrave;s vezes, no entanto, quando encontramos alguma coisa inesperada, n&oacute;s a deixamos de lado porque ela n&atilde;o bate com a nossa compreens&atilde;o do mundo. Axmacher explica que, nesse caso, &ldquo;a supress&atilde;o de mem&oacute;rias indesejadas parece depender de um controle vertical descendente da atividade do hipocampo pelo c&oacute;rtex pr&eacute;-frontal&rdquo;, em vez de uma resposta r&aacute;pida do circuito hipocampo-n&uacute;cleo accumbens que ele e seus colegas confirmaram. </p>
<p>            O implante de eletrodos, bem como o trabalho anterior sobre processamento de linguagem, gerou novos insights sobre o c&eacute;rebro, incluindo essa descoberta sobre forma&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;ria, mas ele tamb&eacute;m tem alguns inconvenientes, Axmacher admite. Esses tipos de leituras intracerebrais &ldquo;s&oacute; podem ser obtidas de popula&ccedil;&otilde;es de pacientes e s&oacute; permitem registros de regi&otilde;es espec&iacute;ficas do c&eacute;rebro&rdquo;, e, portanto, eles fornecem fotografias instant&acirc;neas do c&eacute;rebro trabalhando &ndash; e em c&eacute;rebros que j&aacute; possuem uma disfun&ccedil;&atilde;o. Mas ele e os seus colegas apontam que, pelo menos neste estudo, &eacute; improv&aacute;vel que a doen&ccedil;a dos pacientes tenha mudado o padr&atilde;o dessas ativa&ccedil;&otilde;es neurais em particular. E &ldquo;esses resultados s&oacute; puderam ser obtidos em popula&ccedil;&otilde;es de pacientes com eletrodos implantados nessas regi&otilde;es&rdquo;, Axmacher escreveu. </p>
<p>            Apesar disso, ele e seus colegas enfatizaram no estudo que suas descobertas n&atilde;o explicam completamente como e porqu&ecirc; esses casos surpreendentes recebem um tratamento preferencial pela mem&oacute;ria, em compara&ccedil;&atilde;o com acontecimentos comuns. &ldquo;A ocorr&ecirc;ncia de um evento inesperado provavelmente recruta uma rede de regi&otilde;es do c&eacute;rebro que se estendem muito al&eacute;m&rdquo; dessas duas, eles escreveram. S&oacute; se lembre disso da pr&oacute;xima vez que seu amigo fizer alguma esquisitice &ndash; quer dizer, se isso for inesperado.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Forma como percebemos o tempo depende da memória, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 10:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[relatividade do tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Benedict Carey The New York Times DEshow('180x150',5,0); Aquela velha pergunta alarmante da manh&#227; seguinte &#224; virada do ano (&#34;Ai, o que foi que eu fiz ontem &#224; noite?&#34;) &#8211; pode at&#233; parecer agrad&#225;vel em compara&#231;&#227;o &#224;quela que pode vir em seguida, &#34;Ai, o que exatamente eu fiz com o ano passado?&#34; Ou: &#34;Espere [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h4>Por Benedict Carey<br />
The New York Times</h4>
<div id="banner-180x150-area">
<script type="text/javascript">DEshow('180x150',5,0);</script><br />
<script src="http://bn.uol.com.br/js.ng/site=uolbr&amp;chan=cienciaesaude&amp;subchan=outros&amp;affiliate=uolbrcienciaesaude&amp;size=180x150&amp;page=5&amp;conntype=0&amp;expble=1&amp;reso=1024x768&amp;tile=839043657759993?" type="text/javascript"></script>
</div>
<p>Aquela velha pergunta alarmante da manh&atilde; seguinte &agrave; virada do ano (&quot;Ai, o que foi que eu fiz ontem &agrave; noite?&quot;) &ndash; pode at&eacute; parecer agrad&aacute;vel em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;quela que pode vir em seguida, &quot;Ai, o que exatamente eu fiz com o ano passado?&quot; Ou: &quot;Espere um minuto &ndash; por acaso uma d&eacute;cada acabou de passar?&quot;</p>
<p>Sim. Em algum ponto entre a trigonometria e a colonoscopia, algu&eacute;m deve ter pressionado o bot&atilde;o de avan&ccedil;ar. O tempo pode marchar, caminhar, voar ou engatinhar, mas no in&iacute;cio de janeiro sempre parece que ele relampejou como um convidado bravo para o jantar, deixando conversas inacabadas, relacionamentos ainda travados, maus h&aacute;bitos ainda vivos, metas inalcan&ccedil;adas.</p>
<div id="geratabela" style="padding-left: 0px; padding-right: 10px; float: left;">
<table width="195" cellspacing="1" cellpadding="0" border="0" id="tblBox">
<thead id="tblHead">
    </thead>
<tbody id="tblBody">
<tr id="tr_img_1">
<td class="fontArialBlack paddingTD_IMG bg1" id="td_img_1" style="text-align: left;"><img width="208" border="0" tag="img" src="http://cs.i.uol.com.br/home/2010/01/11tempo.jpg" alt="The New York Times" title="The New York Times" id="img_foto1" /></p>
<div id="img_legenda1">Se muito poucos eventos v&ecirc;m &agrave; mente, a percep&ccedil;&atilde;o do tempo n&atilde;o persiste; o c&eacute;rebro encurta o intervalo que passou</div>
</td>
</tr>
<tr id="tr_linkpe_1">
<td tag="td" class="linkpe" id="td_linkpe_1"><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/" id="linkpe_link1"><span class="linkpe_texto" id="linkpe_texto1"><br />
            </span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&quot;Acho que, para muitas pessoas, n&oacute;s pensamos em nossos objetivos, e se nada de mais aconteceu com eles, ent&atilde;o de repente parece que foi ontem que os definimos&quot;, disse Gal Zauberman, professor-associado de marketing da Wharton School of Business.</p>
<p>Por&eacute;m, a sensa&ccedil;&atilde;o do tempo passando pode ser muito distinta, segundo Zauberman, &quot;dependendo do que voc&ecirc; pensa e como pensa&quot;.</p>
<p>Na verdade, os cientistas n&atilde;o t&ecirc;m certeza de como o c&eacute;rebro acompanha o tempo. Uma teoria afirma que ele tem um grupo de c&eacute;lulas especializadas em contar intervalos de tempo; outra diz que uma ampla gama de processos neurais age como um rel&oacute;gio interno.</p>
<p>De qualquer forma, segundo estudos, este marcapasso biol&oacute;gico n&atilde;o possui um grande alcance de intervalos longos. O tempo n&atilde;o parece desacelerar com um gotejar numa tarde vazia e acelerar quando o c&eacute;rebro est&aacute; envolvido em pensamentos desafiadores. Estimulantes, incluindo a cafe&iacute;na, tendem a fazer pessoas sentirem que o tempo est&aacute; passando mais r&aacute;pido; trabalhos complexos, como calcular seus impostos, podem parecer se arrastar por mais tempo do que realmente tomam.</p>
<p>E acontecimentos emocionais &ndash; uma separa&ccedil;&atilde;o, uma promo&ccedil;&atilde;o, uma viagem para fora do pa&iacute;s &ndash; tendem a ser percebidos como mais recentes do que na realidade, em meses ou at&eacute; anos.</p>
<p>Para resumir, segundo alguns psic&oacute;logos, as descobertas sustentam a observa&ccedil;&atilde;o do fil&oacute;sofo Martin Heidegger, de que o tempo &quot;persiste meramente como uma consequ&ecirc;ncia dos eventos ocorrendo dentro dele&quot;.<br />
Agora, pesquisadores acreditam que o contr&aacute;rio tamb&eacute;m pode ser verdade: se muito poucos eventos v&ecirc;m &agrave; mente, a percep&ccedil;&atilde;o do tempo n&atilde;o persiste; o c&eacute;rebro encurta o intervalo que passou.</p>
<p>Num estudo publicado na edi&ccedil;&atilde;o de dezembro do jornal <em>Psychological Science</em>, Zauberman liderou uma equipe de pesquisadores que testou a mem&oacute;ria de alunos universit&aacute;rios para diversos novos eventos, incluindo a indica&ccedil;&atilde;o de Ben S. Bernanke para presidente do Federal Reserve (33 meses antes do estudo) e a decis&atilde;o de Britney Spears de raspar os cabelos (20 meses). Em m&eacute;dia, os alunos subestimaram quanto tempo havia passado em tr&ecirc;s meses, segundo o estudo.</p>
<p>N&atilde;o foi uma completa surpresa. Num experimento cl&aacute;ssico, um explorador franc&ecirc;s chamado Michel Siffre viveu numa caverna por dois meses, se afastou do ritmo de noite e dia e fabricou rel&oacute;gios artesanais. Ele ressurgiu convencido de que havia se isolado por apenas 25 dias. Deixado por conta de seus pr&oacute;prios meios, o c&eacute;rebro tende a condensar o tempo.</p>
<p>No entanto, a forma pela qual ele fixa o tempo relativo de eventos depende da mem&oacute;ria, diz o novo estudo. No ponto em que os estudantes no estudo recordaram desenvolvimentos relacionados ao evento original &ndash; a complicada vida amorosa de Britney, digamos, ou as interven&ccedil;&otilde;es de Bernanke na economia &ndash;, esse evento parecia muito distante. Numa s&eacute;rie de experimentos, os pesquisadores testaram mem&oacute;rias pessoais e mem&oacute;rias de v&iacute;deos vistos no laborat&oacute;rio. O padr&atilde;o se manteve: quanto mais vinham &agrave; mente desenvolvimentos intervenientes relacionados, mais distante parecia o evento original.</p>
<p>&quot;As pessoas t&ecirc;m dificuldade em compreender a passagem do tempo&quot;, disse Zauberman, &quot;e, para entend&ecirc;-la, junte-a a algo que compreendemos&quot; &ndash; o descobrimento de eventos. Seus coautores eram Jonathan Levav, da Columbia University, Kristin Diehl, da University of Southern California, e Rajesh Bhargave, da University of Texas, em San Antonio.</p>
<p>Em trabalhos anteriores, pesquisadores descobriram uma din&acirc;mica similar funcionando no julgamento de pessoas para intervalos que duram apenas momentos. Est&iacute;mulos relativamente pouco frequentes, como flashes ou sons, tendem a elevar a velocidade do marcapasso interno do c&eacute;rebro.</p>
<p>Num n&iacute;vel &oacute;bvio, esse tipo de descoberta oferece uma explica&ccedil;&atilde;o para o motivo pelo qual as crian&ccedil;as de outras pessoas parecem crescer t&atilde;o mais r&aacute;pido que as nossas. Pais envolvidos s&atilde;o todos muito cientes de cada solu&ccedil;o, l&aacute;bio cortado e primeiro passo com seus pr&oacute;prios filhos; contudo, ver a crian&ccedil;a de um primo com intervalos de anos, sem mem&oacute;rias intervenientes, encurta o tempo.</p>
<p>Em outro n&iacute;vel, a pesquisa sugere que o c&eacute;rebro tem mais controle sobre sua pr&oacute;pria percep&ccedil;&atilde;o do tempo passando do que as pessoas podem imaginar. Por exemplo, muitas pessoas t&ecirc;m a sensa&ccedil;&atilde;o de que foi ontem que fizeram suas resolu&ccedil;&otilde;es de ano novo; o ano voou e eles n&atilde;o come&ccedil;aram a escrever aquele romance ou come&ccedil;aram as aulas de pilates. Entretanto, foi exatamente porque eles n&atilde;o agiram com seus planos que o tempo pareceu escorrer pelos dedos.</p>
<p>Por outro lado, a nova pesquisa sugere que focar em objetivos ou metas que foram realmente trabalhados durante o ano &ndash; tendo eles sido ou n&atilde;o rotulados como &quot;resolu&ccedil;&otilde;es&quot; &ndash; d&aacute; ao c&eacute;rebro a oportunidade de preencher o ano que passou com mem&oacute;rias e tempo percebido.</p>
<p>A mente &eacute; perfeitamente capaz de interpretar um ano &ndash; ou d&eacute;cada &ndash; que foi &quot;avan&ccedil;ado&quot;, como algo diferente de um dissipar de oportunidades pelo autoaperfei&ccedil;oamento. Em outra s&eacute;rie de experimentos, publicados no <em>Psychological Science</em>, psic&oacute;logos descobriram que, quando pessoas eram levadas a acreditar que havia se passado um tempo maior do que pensavam, elas deduziam que provavelmente estavam se divertindo mais. A percep&ccedil;&atilde;o elevava seu divertimento com m&uacute;sica e suavizava a chatice de realizar tarefas menores.</p>
<p>&quot;Uma coisa que a psicologia social nos ensinou, por v&aacute;rias vezes, &eacute; que a mente &eacute; um maravilhoso dispositivo de cria&ccedil;&atilde;o de sentimentos, ela absorve informa&ccedil;&otilde;es amb&iacute;guas ou confusas e as simplifica de acordo com seus princ&iacute;pios&quot;, disse Aaron M. Sackett, psic&oacute;logo da University of St. Thomas, em Minnesota, e principal autor do estudo.</p>
<p>&quot;Nesse caso, ao sentir o tempo abreviado, mas sabendo que ele &eacute; inflex&iacute;vel, temos que nos apoiar em nossas pr&oacute;prias cren&ccedil;as para dar sentido &agrave; diferen&ccedil;a. E uma delas &eacute; &#8216;O tempo voa quando estamos nos divertindo&#8217;&quot;.</p>
<p>Um ano como 2009 certamente n&atilde;o foi apenas divers&atilde;o. Mas parte dele certamente foi &ndash; quer melhor desculpa para negligenciar as tristes exig&ecirc;ncias do autoaperfei&ccedil;oamento?</p>
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		<title>Amor e Ódio</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[ódio]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Amor e &#243;dio nascem no mesmo lugar, dizem cientistas Imageamentos cerebrais revelam onde o &#243;dio se forma, e parece n&#227;o ser muito diferente do amor por Katherine Harmon Fonte: Scientific American &#160; As mesmas &#225;rea do c&#233;rebro s&#227;o ativadas quando as pessoas olham para pessoas que amam ou odeiam Dizem que o amor vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="0" class="interna-txt">
<tbody>
<tr>
<td align="center" class="interna-titulo">Amor e &oacute;dio nascem no mesmo lugar, dizem cientistas</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" class="interna-olho">Imageamentos cerebrais revelam onde o &oacute;dio se forma, e parece n&atilde;o ser muito diferente do amor</td>
</tr>
<tr>
<td height="45" class="interna-autor">
<p><i>por Katherine Harmon</i></p>
<p><i>Fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/">Scientific American</a></i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="interna-txt"><span class="interna-txt"></p>
<table width="280" cellspacing="0" cellpadding="1" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="10" align="right" class="img-credito" rowspan="3"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
<td align="right" class="img-credito">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/img/odioMat.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="img-legenda">As mesmas &aacute;rea do c&eacute;rebro s&atilde;o ativadas quando as pessoas olham para pessoas que amam ou odeiam</td>
</tr>
<tr>
<td height="10" align="right" class="img-credito" colspan="2"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>            Dizem que o amor vem do cora&ccedil;&atilde;o, mas e o &oacute;dio? Pesquisadores est&atilde;o em busca dos fundamentos neurol&oacute;gicos do &oacute;dio, assim como da m&uacute;sica, da religi&atilde;o, da ironia e de outros conceitos abstratos. A resson&acirc;ncia magn&eacute;tica funcional (RMf) come&ccedil;a a revelar como essa forte emo&ccedil;&atilde;o se inicia no c&eacute;rebro.</p>
<p>            No ano passado, o neurobi&oacute;logo Semir Zeki, do Laborat&oacute;rio de Neurobiologia da University College London, liderou um estudo que mapeou os c&eacute;rebros de 17 adultos enquanto contemplam imagens de pessoas que eles admitiram odiar. Na tela nota-se que &aacute;reas no giro frontal medial, put&acirc;men direito, c&oacute;rtex pr&eacute;-motor e &iacute;nsula medial foram ativados. Os pesquisadores observaram que partes do chamado &ldquo;circuito do &oacute;dio&rdquo; tamb&eacute;m est&atilde;o envolvidas no in&iacute;cio de um comportamento agressivo, mas sentimentos intrinsecamente agressivos ─ como raiva, perigo e medo ─ apresentam padr&otilde;es cerebrais diferentes dos do &oacute;dio.</p>
<p>            Certamente o &oacute;dio pode surgir de sentimentos positivos, como o amor rom&acirc;ntico ─ na figura de um ex-parceiro ou rival em potencial. O amor, por&eacute;m, parece desativar &aacute;reas tradicionalmente associadas com o julgamento, enquanto que o &oacute;dio ativa &aacute;reas do c&oacute;rtex frontal que podem estar relacionadas com a avalia&ccedil;&atilde;o de outra pessoa e previs&atilde;o de seu comportamento.</p>
<p>            Algumas associa&ccedil;&otilde;es com o amor, entretanto, s&atilde;o surpreendentes, observam os autores do estudo publicado em outubro de 2008 na PLoS ONE. As &aacute;reas do put&acirc;men e &iacute;nsula ativadas pelo &oacute;dio s&atilde;o as mesmas das do amor rom&acirc;ntico. &ldquo;Essa liga&ccedil;&atilde;o pode explicar porque amor e &oacute;dio est&atilde;o t&atilde;o intimamente relacionados nas pessoas.&rdquo;</p>
<p>            No entanto, esse estudo inicial n&atilde;o convenceu a comunidade cient&iacute;fica de que essas s&atilde;o as ra&iacute;zes neurol&oacute;gicas do &oacute;dio. &ldquo;Ainda &eacute; realmente muito cedo&rdquo;, observa Scott Huettel, professor-associado de psicologia e neuroci&ecirc;ncia da Duke University, n&atilde;o envolvido no estudo. Outras emo&ccedil;&otilde;es, como felicidade e tristeza, j&aacute; s&atilde;o mais bem compreendidas, acrescenta. &ldquo;At&eacute; sensa&ccedil;&otilde;es como arrependimento t&ecirc;m coordenadas neurais bem definidas.&rdquo;</p>
<p>            O pr&oacute;ximo passo, segundo Huettel, ser&aacute; realizar mais pesquisas sobre aspectos bem espec&iacute;ficos e tipos de &oacute;dio ─ incluindo &oacute;dio contra grupos de pessoas em vez do &oacute;dio a uma &uacute;nica pessoa ─ e depois test&aacute;-las em diferentes situa&ccedil;&otilde;es. Tamb&eacute;m ser&aacute; importante estudar casos em que partes do c&eacute;rebro tenham sido danificadas e tend&ecirc;ncias emocionais tenham sido alteradas. &ldquo;Se a ativa&ccedil;&atilde;o positiva e a debilidade, de uma regi&atilde;o do c&eacute;rebro danificada, forem identificadas, j&aacute; ser&aacute; um bom ind&iacute;cio de que se encontrou, pelo menos, uma parte do circuito&rdquo;. </p>
<p>            Para que serve o &oacute;dio, ainda &eacute; uma quest&atilde;o debatida. Embora alguns argumentem que o sentimento oferece uma vantagem evolucion&aacute;ria ─ poderia ajudar as pessoas a decidir quem confrontar ou desprezar ─, Huettel observa que, da mesma forma que se identifica um circuito neural dedicado, tudo n&atilde;o passa de &ldquo;um palpite bem dado&rdquo;.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Cérebro determina as cores dos objetos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[associação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[neurociencias]]></category>

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		<description><![CDATA[O mecanismo neural do c&#233;rebro, com o tempo, associa determinadas cores e a certos objetos. Um lago &#233; normalmente associado &#224; cor azul e um flamingo ao rosa e n&#227;o ao contr&#225;rio. Mas o que acontece quando essa associa&#231;&#227;o &#233; perdida? Pesquisadores da Universidade de Chicago demostraram que quando isso acontece, ao inv&#233;s do c&#233;rebro [...]]]></description>
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<div class="post-tags">O mecanismo neural do c&eacute;rebro, com o tempo, associa determinadas cores e a certos objetos. Um lago &eacute; normalmente associado &agrave; cor azul e um flamingo ao rosa e n&atilde;o ao contr&aacute;rio. Mas o que acontece quando essa associa&ccedil;&atilde;o &eacute; perdida? Pesquisadores da Universidade de Chicago demostraram que quando isso acontece, ao inv&eacute;s do c&eacute;rebro desativar a lembran&ccedil;a do objeto, ele procura por outro objeto para associar &agrave;quela mem&oacute;ria de cor.</div>
<p>A pesquisa mostrou que o processo de associa&ccedil;&atilde;o entre objeto e cor seguem por caminhos diferentes. Uma vez havendo dificuldade de conseguir ver o objeto, a representa&ccedil;&atilde;o neural da cor pode continuar ativa e &ldquo;colar&rdquo; &agrave; um outro objeto similar.</p>
<p>&ldquo;A cor est&aacute; no c&eacute;rebro. Ela &eacute; constru&iacute;da da mesma maneira que o sentido da palavra &eacute; constru&iacute;do. Sem um processo neural do c&eacute;rebro, n&oacute;s n&atilde;o conseguir&iacute;amos entender as cores dos objetos, da mesma forma quando ouvimos uma palavra que conhecemos mas n&atilde;o sabemos o que significa&rdquo;, explica Steven Shevell, um dos autores do estudo. O trabalho amplia o entendimento de como n&oacute;s somos capazes de integrar diversas qualidades de um objeto (textura, cor, localiza&ccedil;&atilde;o) em um todo unificado.</p>
<p>Para estudar esse processo cerebral os pesquisadores usaram uma t&eacute;cnica chamada rivalidade binocular. Dois objetos diferentes eram expostos a cada um dos olhos dos, participantes o que confundia a vis&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;O c&eacute;rebro tem dificuldade de compatibilizar as informa&ccedil;&otilde;es. Quando a diferen&ccedil;a entre esses dois objetos apresentadados &eacute; muito grande, ele descarta uma das imagens. O que fizemos foi explorar essa &lsquo;falha&rsquo; fazendo com que o c&eacute;rebro descartasse a forma mas n&atilde;o a cor&rdquo;, diz Shevell.</p>
<p>No teste os pesquisadores conseguiram fazer com que um determinado objeto pudesse ser associado, e lembrado pelos participantes, com duas cores diferentes. &ldquo;Para n&oacute;s parece autom&aacute;tico: uma bola de basquete tem uma cor, uma determinada camiseta tem outra. Mas na verdade quem liga a forma do objeto &agrave; sua cor &eacute; o c&eacute;rebro&rdquo;, exemplifica Shevell.</p>
<p><em>Fonte: University of Chicago</em></p>
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		<title>A Felicidade é Interna</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 09:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[interna]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Causas da felicidade est&#227;o dentro da mente por Emilce Shrividya Starling &#8211; Site Vya Estelar adsense(); &#160; Por que meditar? Porque todos n&#243;s buscamos a felicidade e a medita&#231;&#227;o &#233; a arte de ser feliz. &#201; a arte do equil&#237;brio. Tudo o que fazemos &#233; em busca da felicidade. Estudamos, trabalhamos, nos apaixonamos, casamos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="5" border="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" class="frase"><strong><b>Causas da felicidade est&atilde;o dentro da mente</b> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" class="autor">por  Emilce Shrividya Starling &#8211; Site Vya Estelar</td>
</tr>
<tr>
<td class="textoInterna" colspan="4">
            <script language="JavaScript" type="text/javascript">adsense();</script><br />
            <script src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js" type="text/javascript"></script></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que meditar? Porque todos n&oacute;s buscamos a felicidade e a medita&ccedil;&atilde;o          &eacute; a arte de ser feliz. &Eacute; a arte do equil&iacute;brio.</p>
<p>Tudo o que fazemos &eacute; em busca da felicidade. Estudamos, trabalhamos,          nos apaixonamos, casamos, temos filhos, compramos muitos objetos, adquirimos          posses, buscamos alimentos saborosos, viajamos para outras cidades e pa&iacute;ses,          para f&eacute;rias ao sol ou nas montanhas. Enfim, toda a nossa busca          &eacute; uma tentativa de encontrar a felicidade, a satisfa&ccedil;&atilde;o          e evitar o sofrimento.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; nada de errado em buscarmos a felicidade material          nas posses, nos relacionamentos, no trabalho. &Eacute; importante que          possamos nos realizar em todos os setores de nossa vida. Mas &eacute;          essencial compreender que as coisas externas n&atilde;o perduram, se modificam          a todo instante e n&atilde;o podem ser a causa de nossa felicidade.</p>
<p>As causas da felicidade est&atilde;o dentro da mente e n&atilde;o podemos          ser felizes com uma mente inquieta, negativa, ansiosa, triste e deprimida.</p>
<p>A mente muda de momento para momento. &Eacute; inst&aacute;vel, inquieta          e nos arrasta de um pensamento a outro, nos levando ora para o passado,          ora para o futuro, gerando tristeza, preocupa&ccedil;&otilde;es, ansiedades.          E neste vai e vem da mente, nesta inquietude de ondas mentais, perdemos          a paz. N&atilde;o vivemos o &uacute;nico momento que existe, o momento          presente, que &eacute; um presente precioso.</p>
<p>O objetivo da medita&ccedil;&atilde;o &eacute; a felicidade e a paz interior.          A medita&ccedil;&atilde;o estabiliza a mente e nos liberta da inquietude          e sofrimento.</p>
<p>            Voc&ecirc; s&oacute; pode sentir o que pensa. Se voc&ecirc; pensa algo          positivo, logo se sente bem e alegre, mas se tem pensamentos negativos          logo se sente infeliz.</p>
<p>Contemple isto agora, como um exerc&iacute;cio. Pense em alguma coisa          bem agrad&aacute;vel e mantenha este pensamento por alguns instantes.</p>
<p>Perceba como voc&ecirc; come&ccedil;a a se sentir muito bem internamente.          Voc&ecirc; pode experimentar isto a qualquer momento e perceber os resultados.          E o oposto tamb&eacute;m acontece. Ao alimentar pensamentos tristes, de          culpa, de raiva, voc&ecirc; imediatamente perde a alegria e o entusiasmo          e se sente deprimido, angustiado. Seus sentimentos dependem do que voc&ecirc;          pensa.</p>
<p>            Os pensamentos de preocupa&ccedil;&atilde;o e medo envenenam a vida, destroem          a harmonia, a vitalidade, a efici&ecirc;ncia. Enquanto que os pensamentos          opostos de coragem, bom humor, de alegria acalmam em vez de irritar, curam          e produzem mais criatividade.</p>
<p>Existe uma felicidade est&aacute;vel, duradoura que est&aacute; em nosso          interior. A medita&ccedil;&atilde;o &eacute; como uma chave que nos abre          este mundo interno. Ao aquietar as ondas mentais, deslizamos para dentro          de um espa&ccedil;o tranquilo e encontramos nossos tesouros interiores          como paz, coragem, contentamento, serenidade, bondade, for&ccedil;a interior.</p>
<p>Com a pr&aacute;tica regular da medita&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;amos          uma verdadeira transforma&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; aciona o poder          da cura interior. Voc&ecirc; faz seu pr&oacute;prio milagre.</p>
<p>&Eacute; uma verdadeira terapia para o corpo, para a mente e para a alma          porque a medita&ccedil;&atilde;o purifica os padr&otilde;es mentais e          condicionamentos antigos, nos libertando de traumas e conflitos da inf&acirc;ncia,          do passado, de m&aacute;goas, frustra&ccedil;&otilde;es e ressentimentos.Ficamos          livres de v&iacute;cios e h&aacute;bitos nocivos.</p>
<p>&Eacute; a arte de ser feliz, pois nos liberta da raiva, da ansiedade,          dos medos, da culpa, da depress&atilde;o, da ins&ocirc;nia.</p>
<p>O grande s&aacute;bio Patanjali, codificador do Yoga, diz em seus Yoga-Sutras:</p>
<p>&quot;Yoga &eacute; o controle das ondas de pensamentos, &eacute; aquietar          as modifica&ccedil;&otilde;es da mente&quot;. [1.2]</p>
<p>Com a medita&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; compreende que &eacute; poss&iacute;vel          acalmar a turbul&ecirc;ncia da mente. Mas &eacute; importante n&atilde;o          lutar com a mente, mas come&ccedil;ar a observ&aacute;-la, a entend&ecirc;-la.          Desta maneira, as ondas cerebrais e mentais v&atilde;o se acalmando e          voc&ecirc; vai sentindo a tranquilidade que j&aacute; existe na mente          mais profunda, na mente neutra.</p>
<p>Conseguir o controle sobre seus pensamentos, emo&ccedil;&otilde;es e          sentimentos &eacute; um processo lento e gradual. &Eacute; um desenvolvimento,          um treinamento, mas com esfor&ccedil;o cont&iacute;nuo, persist&ecirc;ncia          e determina&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; vai se transformando para melhor.</p>
<p>Tudo se torna f&aacute;cil com a pr&aacute;tica. Se voc&ecirc; persistir          em seus esfor&ccedil;os para meditar, para permanecer positivo e alegre,          voc&ecirc; desenvolver&aacute; muita for&ccedil;a interior. Sua recompensa          ser&aacute; sua pr&oacute;pria felicidade.</p>
<p>N&atilde;o pense que &eacute; dif&iacute;cil ou que levar&aacute; um          longo tempo para mudar seus h&aacute;bitos mentais e conquistar a paz          da mente. &Eacute; apenas uma quest&atilde;o de ser persistente.</p>
<p>A Bhagavad Gita, uma das escrituras do Yoga diz:</p>
<p>            &quot;Que a separa&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o com a dor seja conhecida          como yoga.<br />
            Yoga deve ser praticada com determina&ccedil;&atilde;o e com uma mente          livre de des&acirc;nimo.&quot;[6:23]</p>
<p>Esta defini&ccedil;&atilde;o de yoga &eacute; muita elevada e nos transmite          uma grande esperan&ccedil;a: podemos ficar livres da dor, podemos romper          a uni&atilde;o com a dor.</p>
<p>A causa de nosso cont&iacute;nuo sofrimento &eacute; a mente que n&atilde;o          p&aacute;ra de divagar e a medita&ccedil;&atilde;o acalma a mente, estabelece          a felicidade que &eacute; independente de fatores externos.</p>
<p>Nada pode se comparar ao contentamento de uma pessoa que tem a mente          sob controle.</p>
<p>A medita&ccedil;&atilde;o desperta o amor dentro de n&oacute;s. Passamos          a nos amar, a nos respeitar e aceitar, desenvolvendo uma auto-estima elevada.          E come&ccedil;amos a amar mais as outras pessoas, com paci&ecirc;ncia,          toler&acirc;ncia, compaix&atilde;o. </p>
<p>            <font size="1">Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas:</font></p>
<p><font size="1">How to know God &#8211; the Yoga Aphorisms of Patanjali- Vedanta          Press.<br />
            Bhagavad Gita &#8211; Ed. Pensamento.<br />
            Aonde voc&ecirc; vai?-Muktananda, Swami-Ed. Siddha Yoga Dham Brasil.<br />
            Meu Senhor ama um cora&ccedil;&atilde;o puro &#8211; Chidvilasananda, Swami-          Ed. Siddha Yoga Dham Brasil.</font></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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