<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>PHATAE &#187; coração</title>
	<atom:link href="http://phatae.com/tag/coracao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://phatae.com</link>
	<description>Por Rogério Pires</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Aug 2010 11:24:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Felicidade evita o aparecimento das doenças cardíacas</title>
		<link>http://phatae.com/2010/02/felicidade-evita-o-aparecimento-das-doencas-cardiacas/</link>
		<comments>http://phatae.com/2010/02/felicidade-evita-o-aparecimento-das-doencas-cardiacas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiacas]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[infartos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://phatae.com/?p=741</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Pessoas felizes e entusiasmadas est&#227;o menos propensas a desenvolverem doen&#231;as do cora&#231;&#227;o e infartos do que aquelas que geralmente s&#227;o tristes e abatidas. Essa &#233; a conclus&#227;o de um estudo americano divulgado nesta semana que sugere que estimular emo&#231;&#245;es positivas pode ajudar a diminuir os riscos de problemas card&#237;acos. A pesquisa foi publicada na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="5" border="0" style="width: 440px; height: 449px;">
<tbody>
<tr>
        </tr>
<tr>
<td valign="top" class="textoMateria">
<div name="HOTWordsTxt" id="HOTWordsTxt">Pessoas felizes e entusiasmadas est&atilde;o menos propensas a desenvolverem doen&ccedil;as do cora&ccedil;&atilde;o e infartos do que aquelas que geralmente s&atilde;o tristes e abatidas. Essa &eacute; a conclus&atilde;o de um estudo americano divulgado nesta semana que sugere que estimular emo&ccedil;&otilde;es positivas pode ajudar a diminuir os riscos de problemas card&iacute;acos. A pesquisa foi publicada na revistas especializada European Heart Journal.</p>
<p>            De acordo com os cientistas americanos, esse &eacute; o primeiro estudo observacional que mostra uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre emo&ccedil;&otilde;es positivas e doen&ccedil;as coron&aacute;rias. Eles ressaltam, no entanto, que mais pesquisas ainda precisam ser feitas para ratificar essa liga&ccedil;&atilde;o.</p></div>
<div name="HOTWordsTxt">
            Durante dez anos, Davidson e sua equipe acompanharam 1.739 homens e mulheres. Eles avaliaram os riscos de doen&ccedil;as card&iacute;acas desses participantes e depois mediram emo&ccedil;&otilde;es negativas como depress&atilde;o, hostilidade e ang&uacute;stia. Tamb&eacute;m foram medidas as emo&ccedil;&otilde;es positivas como alegria, felicidade, emo&ccedil;&atilde;o, entusiasmo e contentamento &#8211; todas elas reunidas posteriormente na categoria &quot;efeitos positivos&quot;. </p>
<p>            Depois da avalia&ccedil;&atilde;o, os pesquisadores distribu&iacute;ram os &quot;efeitos positivos&quot; em cinco categorias, que iam desde o &quot;nenhum&quot; at&eacute; o &quot;extremo&quot; &#8211; passando pelo &quot;pouco&quot;, &quot;moderado&quot; e &quot;muito&quot; &#8211; e descobriram que o risco de doen&ccedil;as card&iacute;acas variava 22% entre as categorias. Karina Davidson disse que as conclus&otilde;es sugerem que estimular emo&ccedil;&otilde;es positivas no paciente pode ser uma maneira eficiente de prevenir doen&ccedil;as card&iacute;acas.</p></div>
<div name="HOTWordsTxt">
            Cigarro, sobrepeso, hist&oacute;rico familiar e press&atilde;o alta s&atilde;o tradicionalmente apresentados como os principais fatores de risco que levam a doen&ccedil;as card&iacute;acas, mas estudos recentes apontam que fatores menos comuns &#8211; como intelig&ecirc;ncia e renda &#8211; tamb&eacute;m aumentam esses riscos. De acordo com uma pesquisa publicada semana passada, a intelig&ecirc;ncia &eacute; apontada como o segundo maior fator de risco de doen&ccedil;as cardiovasculares atr&aacute;s apenas do cigarro.</div>
<div name="HOTWordsTxt">
            <strong> Do Veja online.</strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://phatae.com/2010/02/felicidade-evita-o-aparecimento-das-doencas-cardiacas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sexo é bom para o coração</title>
		<link>http://phatae.com/2010/01/sexo-e-bom-para-o-coracao/</link>
		<comments>http://phatae.com/2010/01/sexo-e-bom-para-o-coracao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 10:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[problemas cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://phatae.com/?p=706</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Homens que fazem sexo com menos frequ&#234;ncia apresentam maior risco de doen&#231;a cardiovascular, segundo estudo publicado este m&#234;s no American Journal of Cardiology. Acompanhando, por 16 anos, mais de mil homens com m&#233;dia de idade de 50 anos e sem hist&#243;rico de doen&#231;a cardiovascular no in&#237;cio do estudo, pesquisadores americanos descobriram que, comparados &#224;queles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Homens que fazem sexo com menos frequ&ecirc;ncia apresentam maior risco de doen&ccedil;a cardiovascular, segundo estudo publicado este m&ecirc;s no <em>American Journal of Cardiology</em>. Acompanhando, por 16 anos, mais de mil homens com m&eacute;dia de idade de 50 anos e sem hist&oacute;rico de doen&ccedil;a cardiovascular no in&iacute;cio do estudo, pesquisadores americanos descobriram que, comparados &agrave;queles que disseram fazer sexo de duas a tr&ecirc;s vezes por semana, os volunt&aacute;rios que tinham rela&ccedil;&otilde;es sexuais apenas uma vez por m&ecirc;s ou menos tinham 45% maior risco de doen&ccedil;a cardiovascular no per&iacute;odo.</p>
<p align="justify">De acordo com os autores, esses resultados ocorriam tamb&eacute;m considerando fatores como idade e disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til &ndash; no princ&iacute;pio da pesquisa, 213 participantes apresentavam a impot&ecirc;ncia sexual. &ldquo;Nossos resultados sugerem que uma baixa frequ&ecirc;ncia de atividade sexual prediz (<em>doen&ccedil;a  cardiovascular</em>) independentemente de disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til, e que a triagem para atividade sexual pode ser clinicamente &uacute;til&rdquo;, ressaltaram os autores na publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="justify">Os pesquisadores avaliaram tamb&eacute;m o papel do desejo sexual e a capacidade para atividade sexual como poss&iacute;veis fatores de risco card&iacute;aco. E observaram que &ldquo;homens que s&atilde;o sexualmente ativos provavelmente t&ecirc;m libido e capacidade para atividades f&iacute;sicas; ent&atilde;o, a capacidade de fazer sexo poderia ser um marcador de sa&uacute;de geral&rdquo;. Al&eacute;m disso, a pesquisadora Susan Hall destaca que aqueles com atividade sexual regular t&ecirc;m maior probabilidade de estar em um relacionamento &iacute;ntimo com um parceiro regular, o que poderia melhorar a sa&uacute;de atrav&eacute;s do apoio social e da redu&ccedil;&atilde;o do estresse.</p>
<p align="justify">Baseados nos resultados, os especialistas apontam que os m&eacute;dicos podem ter pistas sobre a condi&ccedil;&atilde;o cardiovascular de um paciente perguntando a ele quest&otilde;es sobre sua vida sexual. &ldquo;A mensagem para os homens &eacute; que a sa&uacute;de sexual pode predizer a sa&uacute;de cardiovascular, e os homens devem se consultar com seu m&eacute;dico se experimentarem disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til ou dificuldades sexuais&rdquo;, concluiu a especialista.</p>
<p align="justify">Fonte:  American Journal of Cardiology. 15 de  janeiro de 2010.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://phatae.com/2010/01/sexo-e-bom-para-o-coracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol</title>
		<link>http://phatae.com/2009/12/alimentos-que-ajudam-a-reduzir-o-colesterol/</link>
		<comments>http://phatae.com/2009/12/alimentos-que-ajudam-a-reduzir-o-colesterol/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 09:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[linhaça]]></category>
		<category><![CDATA[parada cardiaca]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://phatae.com/?p=647</guid>
		<description><![CDATA[Alguns alimentos, como alho, linhaça, banana-verde e aveia possuem propriedades capazes de baixar os níveis de LDL, o mau colesterol. Quando aliados à prática frequente de atividade física, os benefícios são ainda maiores, pois é possível aumentar as taxas de HDL, o bom colesterol. Nesta reportagem, mostramos como essa combinação é importante para preservar o seu amigo do peito]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><font class="titInterna"></p>
<h1>&nbsp;</h1>
<p></font><font class="Olho"></p>
<h3>por Paula Bueno</h3>
<p>Fonte: <a href="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/artigo158126-4.asp">Revista Vida Natural &amp; Equil&iacute;brio</a></p>
<p></font></p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="506" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="500"><img width="500" height="435" title="" alt="" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/imagens/i160735.jpg" name="[i160735]" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sabia que a maior parte do colesterol &eacute; produzida pelo pr&oacute;prio organismo? S&atilde;o cerca de 800 miligramas di&aacute;rios, o que corresponde a 70% do colesterol total. Os 30% restantes v&ecirc;m da alimenta&ccedil;&atilde;o. Se esse colesterol &eacute; do tipo bom (HDL) ou ruim (LDL), isso vai depender do seu card&aacute;pio. Dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) revelaram que o aumento do colesterol no sangue foi respons&aacute;vel por cerca de 4 milh&otilde;es de mortes em 2002.</p>
<p>Dentre as doen&ccedil;as relacionadas, as de cora&ccedil;&atilde;o lideram o ranking com 56% dos &oacute;bitos. Hoje, as estat&iacute;sticas mostram que de cada dez brasileiros, quatro deixam de viver em decorr&ecirc;ncia de males cardiovasculares. Existe uma previs&atilde;o de que se nada mudar, em 2040 o Brasil ser&aacute; o campe&atilde;o mundial de mortes por este tipo de problema.</p>
<p>&quot;O aumento do colesterol no sangue n&atilde;o causa sintomas e quando a pessoa come&ccedil;a a sentir alguma coisa, j&aacute; &eacute; em decorr&ecirc;ncia do processo ateroscler&oacute;tico (endurecimento das art&eacute;rias). Por isso, a preven&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental&quot;, diz o cardiologista Roque Marcos Savioli, diretor da Unidade de Sa&uacute;de Suplementar do Incor do Hospital das Cl&iacute;nicas, em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>A seguir, separamos quatro alimentos que s&atilde;o campe&otilde;es em diminuir os n&iacute;veis de LDL. Mas, para que a dieta d&ecirc; certo, eles devem ser consumidos diariamente. Antes de tudo, no entanto, converse com uma nutricionista. Vamos l&aacute;?</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Com alho, por favor </font></strong></p>
<p>As propriedades terap&ecirc;uticas do alho (Allium sativum L.) foram descobertas ainda na Antiguidade. Diversos estudos comprovaram cientificamente que o alimento previne infec&ccedil;&otilde;es patog&ecirc;nicas (causadas atrav&eacute;s do ar ou alimentos), c&acirc;ncer e doen&ccedil;as cardiovasculares.</p>
<p>O vegetal possui mais de 30 compostos derivados do enxofre, como a alicina, aliina e sulfeto de dialina que, al&eacute;m de produzirem seu odor caracter&iacute;stico, s&atilde;o respons&aacute;veis pelos efeitos ben&eacute;ficos para a sa&uacute;de. Como s&atilde;o subst&acirc;ncias lipossol&uacute;veis, para que possam agir no organismo &eacute; necess&aacute;rio que sejam ingeridas com gorduras do bem, como o azeite de oliva, por exemplo.</p>
<p>No alho encontramos a s-alil-ciste&iacute;na, composto respons&aacute;vel pela diminui&ccedil;&atilde;o das taxas do mau colesterol. Por ser hidrossol&uacute;vel, ela tamb&eacute;m tem a capacidade de se ligar &agrave;s mol&eacute;culas de gordura, facilitando a sua elimina&ccedil;&atilde;o pelo organismo. Isso impede que se formem placas de gordura nas art&eacute;rias.</p>
<p>&quot;O consumo frequente de alho provoca a vasodilata&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o aumento do di&acirc;metro dos vasos sangu&iacute;neos, o que leva o sangue a fluir com mais facilidade&quot;, explica a nutricionista Raquel Pimentel, da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional, em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>No entanto, a nutricionista funcional Gisela Savioli, da capital paulista, faz um alerta para as pessoas que utilizam c&aacute;psulas de alho para a redu&ccedil;&atilde;o do colesterol. Segundo ela, o extrato de alho envelhecido &eacute; o &uacute;nico suplemento capaz de reduzir as taxas de LDL. &quot;Ele preserva todas as propriedades&quot;, ressalta. De qualquer forma, a melhor maneira de inserir o vegetal na alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; consumi-lo cru, pois a exposi&ccedil;&atilde;o a altas temperaturas faz que parte de seus nutrientes se percam.</p>
<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de ingest&atilde;o &eacute; de um a dois dentes de alho por dia. Para potencializar seus benef&iacute;cios, indica-se macer&aacute;-lo e deix&aacute;-lo dez minutos em repouso antes da utiliza&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o se esque&ccedil;a de usar um pouco de azeite de oliva para que os componentes lipossol&uacute;veis sejam absorvidos pelo organismo.</p>
<p><strong><font color="#ed3897">O caminho do colesterol </font></strong></p>
<p>Quando a gordura ruim entra em contato com a enzima lipase, no sangue, d&aacute; origem ao LDL. A parte que sobra vira o HDL. O trabalho do HDL &eacute; recolher o LDL da circula&ccedil;&atilde;o e lev&aacute;-lo de volta ao f&iacute;gado para ser eliminado. O problema &eacute; que o HDL n&atilde;o consegue transportar grandes quantidades de LDL, por esse motivo, as mol&eacute;culas de gordura acabam ficando pelo caminho e se acumulando na parede das art&eacute;rias.</p>
<p>Essa a&ccedil;&atilde;o leva ao entupimento gradual dos vasos, que gera a doen&ccedil;a conhecida como aterosclerose. Em determinado momento, essa placa pode romper, provocando um co&aacute;gulo. Isso causar&aacute; uma obstru&ccedil;&atilde;o do fluxo sangu&iacute;neo na art&eacute;ria. Ent&atilde;o, o cora&ccedil;&atilde;o enfarta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Fa&ccedil;a a biomassa</font></strong></p>
<p>Lave cinco bananas-verdes com casca utilizando uma esponja e detergente neutro. Coloque-as com casca em uma panela de press&atilde;o com &aacute;gua fervente suficiente para cobri-las e deixe cozinhar por 10 minutos, contados a partir do momento em que a panela pegar press&atilde;o.</p>
<p>Desligue o fogo e espere que o vapor continue a cozinhar as bananas. Ap&oacute;s o cozimento, mantenha as bananas quentes na pr&oacute;pria &aacute;gua do cozimento e v&aacute; retirando as cascas e colocando a polpa no processador. &Eacute; importante que a polpa da banana esteja bem quente para n&atilde;o enfarinhar. Triture at&eacute; formar uma massa homog&ecirc;nea. A biomassa pode ser armazenada em geladeira por at&eacute; uma semana ou no freezer por tr&ecirc;s meses. O rendimento &eacute; de 250 gramas.</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">Linha&ccedil;a: golpe no colesterol </font></strong></p>
<p>Muito tem se falado sobre os benef&iacute;cios dessa semente. Rica em fibras e em &ocirc;mega-3, ela possui qualidades protetoras na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as cardiovasculares. &quot;Estudos recentes sobre a linha&ccedil;a t&ecirc;m demonstrado seu efeito na redu&ccedil;&atilde;o do LDL&quot;, indica Raquel Pimentel. A pectina tem muito a ver com isso. Essa fibra sol&uacute;vel age de forma semelhante &agrave; betaglucana, subst&acirc;ncia encontrada na aveia.</p>
<p>Ao entrar em contato com a &aacute;gua, ela vira uma esp&eacute;cie de gel que retarda o esvaziamento g&aacute;strico e impede a absor&ccedil;&atilde;o de parte das gorduras, levando-as diretamente para a elimina&ccedil;&atilde;o pelas fezes. A linha&ccedil;a (Linum usitatissimum L.)ainda cont&eacute;m vitaminas B1, B2, C, E, caroteno e minerais como ferro, zinco, magn&eacute;sio, f&oacute;sforo e c&aacute;lcio.</p>
<p>Estudos comprovam ainda que seu consumo regular previne e ajuda a combater males como depress&atilde;o, TPM, c&acirc;ncer de mama e de pr&oacute;stata, diabete, mal de Alzheimer, possui a&ccedil;&atilde;o anti-inflamat&oacute;ria, antidepressiva e refor&ccedil;a o sistema imunol&oacute;gico. &Eacute; importante lembrar que para aproveitar todos os seus benef&iacute;cios, a semente deve ser levemente triturada, j&aacute; que sua casca &eacute; resistente &agrave; a&ccedil;&atilde;o do suco g&aacute;strico e passa sem sofrer digest&atilde;o no trato gastrointestinal.</p>
<p>De forma geral, indica-se o consumo de tr&ecirc;s colheres (sobremesa) ao dia, distribu&iacute;das nas tr&ecirc;s principais refei&ccedil;&otilde;es &#8211; caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o e jantar. As sementes podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sopas, sucos, vitaminas, misturada a outros cereais, massas de p&atilde;es e bolos e diretamente na &aacute;gua.</p>
<table width="507" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="501"><img width="501" height="546" title="" alt="" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/imagens/i160736.jpg" name="[i160736]" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><font color="#ed3897">Para aproveitar todos os nutrientes, a linha&ccedil;a deve ser triturada</font></strong></p>
<p>Aliados do cora&ccedil;&atilde;o Abacate: fruta rica em gordura monoinsaturada, que ajuda a reduzir o LDL e aumentar o HDL. Recomenda-se o consumo di&aacute;rio de duas colheres (sopa) de abacate por dia. Azeite: cont&eacute;m entre 60% e 80% de gorduras monoinsaturadas. Essa concentra&ccedil;&atilde;o ajuda a diminuir o mau colesterol e conserva o bom colesterol.</p>
<p>Cebola: tem v&aacute;rios compostos sulf&uacute;ricos, que ajudam a diminuir os riscos do endurecimento das art&eacute;rias, capazes de levar ao enfarte. A metade de uma cebola crua por dia j&aacute; ajuda a bloquear as placas de gordura. Leguminosas: o feij&atilde;o preto, branco e roxo, a lentilha e o gr&atilde;o-de-bico possuem um componente importante no combate ao colesterol: a fibra sol&uacute;vel. Ela leva a gordura para fora do organismo. Uma concha por dia &eacute; o suficiente.</p>
<p>Oleaginosas: castanha do Brasil, castanha de caju, nozes, am&ecirc;ndoas, entre outras, tamb&eacute;m s&atilde;o alimentos fonte de gorduras monoinsaturadas. O ideal &eacute; consumir em torno de 15 gramas por dia, o que equivale a um punhado. Uva: a fruta &eacute; rica em flavonoides, subst&acirc;ncia que ajuda a controlar o colesterol. Devem-se consumir dois copos de suco de uva por dia. Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional; e Gisela Savioli, nutricionista cl&iacute;nica e funcional.</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Banana-verde</font></strong></p>
<p>Alimento ainda pouco divulgado, a banana-verde (Musa spp.), quando cozida, apresenta diversos benef&iacute;cios. Cont&eacute;m grande teor de amido resistente, que tem a&ccedil;&atilde;o parecida &agrave; fibra alimentar, pois n&atilde;o &eacute; digerido nem absorvido pelo intestino delgado.</p>
<p>No intestino grosso, esse amido &eacute; fermentado e produz subst&acirc;ncias que servem como fonte de energia para a produ&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias ben&eacute;ficas &agrave; flora intestinal. Elas t&ecirc;m o papel de manter a integridade da mucosa intestinal, que &eacute; respons&aacute;vel pela absor&ccedil;&atilde;o adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de subst&acirc;ncias mal&eacute;ficas. Esses efeitos auxiliam na diminui&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis de colesterol e triglic&eacute;rides, contribuindo na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as coronarianas.</p>
<p>Da polpa da banana-verde originam-se dois subprodutos, a biomassa e a farinha (veja receita na p&aacute;gina 18), que s&atilde;o utilizados no preparo de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Podem ainda ser adicionados a sucos e vitaminas. &quot;De forma geral, a ingest&atilde;o di&aacute;ria recomendada &eacute; de duas colheres [sopa] da biomassa ou da farinha&quot;, explica a nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional.</p>
<p>Al&eacute;m disso, a fruta cont&eacute;m vitaminas A, C, D e E, e quantidades razo&aacute;veis de vitaminas do complexo B &#8211; especialmente B1 e B2 -, al&eacute;m de pot&aacute;ssio e f&oacute;sforo. Funciona como combust&iacute;vel natural, j&aacute; que ajuda a recuperar as energias em atividades f&iacute;sicas e a melhorar o condicionamento f&iacute;sico. Devido &agrave;s concentra&ccedil;&otilde;es de pot&aacute;ssio encontradas no alimento, seu consumo ajuda nas contra&ccedil;&otilde;es musculares e a evitar c&acirc;imbras.</p>
<table width="206" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="200"><img width="200" height="329" title="" alt="" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/imagens/i160737.jpg" name="[i160737]" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center">
<div class="legenda">Aveia e biomassa de banana- verde: uma dupla implac&aacute;vel</div>
</p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><font color="#ed3897">Hora de malhar!</font></strong></p>
<p> N&atilde;o limite a pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas apenas a academias ou clubes. Ambientes que proporcionem o contato com a natureza s&atilde;o excelentes escolhas.</p>
<p> Deixe o carro em casa e execute pequenas tarefas a p&eacute;.</p>
<p> Procure um amigo que j&aacute; pratica atividades f&iacute;sicas e se exercite com ele. Essa &eacute; uma excelente forma de se sentir estimulado!</p>
<p> Se n&atilde;o consegue 30 minutos seguidos para se exercitar, distribua-os ao longo do dia. O importante &eacute; acumular esse tempo todos os dias.</p>
<p> Lembre-se: n&atilde;o existe um exerc&iacute;cio melhor do que o outro, o importante &eacute; se mexer.</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fontes: Fabiana Braga Benatti, mestre em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica; e Gl&aacute;ucia Braggion, nutricionista do CELAFISCS e assessora cient&iacute;fica do programa Agita S&atilde;o Paulo.</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">O tipo de aveia que possui maior quantidade de betaglucanas, uma fibra sol&uacute;vel capaz de remover o colesterol da corrente sangu&iacute;nea, &eacute; o farelo, seguido dos flocos e da farinha</font></strong></p>
<p><strong><font color="#ed3897">A veia, cereal de respeito</font></strong></p>
<p>Al&eacute;m de ser rica em vitaminas do complexo B e E, f&oacute;sforo, pot&aacute;ssio e ferro, a aveia (Avena sativa L.) possui ainda a betaglucana, uma fibra sol&uacute;vel capaz de remover o colesterol da corrente sangu&iacute;nea. Ao entrar em contato com a &aacute;gua, ela vira uma esp&eacute;cie de gel que se liga aos &aacute;cidos biliares, facilitando sua excre&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&quot;Os &aacute;cidos biliares, que s&atilde;o derivados do colesterol, quando absorvidos pelo intestino s&atilde;o reciclados no f&iacute;gado e podem circular entre o intestino e o f&iacute;gado v&aacute;rias vezes ao dia. Com sua elimina&ccedil;&atilde;o pelas fezes, o f&iacute;gado capta mais colesterol para produ&ccedil;&atilde;o de novos &aacute;cidos biliares&quot;, explica a nutricionista Gisela Savioli. Desta forma, a aveia consegue reduzir as taxas de LDL.</p>
<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) reconheceu que a betaglucana auxilia na redu&ccedil;&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o de colesterol, mas alerta que seu consumo deve estar associado a uma dieta equilibrada e h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis. Para tirar o maior proveito dessa fibra sol&uacute;vel, &eacute; importante saber qual forma de apresenta&ccedil;&atilde;o desse cereal tem a maior concentra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&quot;O tipo de aveia que possui maior quantidade de betaglucanas &eacute; o farelo, seguido dos flocos e da farinha&quot;, explica a nutricionista Raquel Pimentel. O &oacute;rg&atilde;o norte-americano FDA (Foods and Drugs Administration) reconheceu sua efici&ecirc;ncia na redu&ccedil;&atilde;o dos riscos de doen&ccedil;as coronarianas, e recomenda a ingest&atilde;o de 3 gramas de betaglucana da aveia, o equivalente a tr&ecirc;s colheres de sopa de farelo ou quatro de farinha, por dia.</p>
<p>Adicionar esse alimento &agrave; dieta traz ainda outras vantagens, como o c&aacute;lcio, que auxilia a fortalecer ossos e dentes, al&eacute;m de exercer papel fundamental no metabolismo celular, na coagula&ccedil;&atilde;o do sangue, na contra&ccedil;&atilde;o muscular, na preven&ccedil;&atilde;o de c&acirc;imbras e hipertens&atilde;ol.</p>
<p>&quot;&Eacute; ainda fonte de ferro, que transporta e armazena o oxig&ecirc;nio, previne anemia e ajuda a melhorar as defesas do organismo&quot;, acrescenta Gisela Savioli. A aveia &eacute; um alimento vers&aacute;til e de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o nas prepara&ccedil;&otilde;es culin&aacute;rias, pois pode ser usada em prepara&ccedil;&otilde;es doces, salgadas, frias, quentes e em todas as refei&ccedil;&otilde;es</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Mexa-se, j&aacute;!</font></strong></p>
<p>Imagine um carro que fica muito tempo estacionado em um local exposto constantemente ao sol e &agrave; chuva. Por mais novo que seja o autom&oacute;vel, o fato de estar ali, sempre parado e exposto &agrave;s agress&otilde;es externas, certamente provocar&aacute; in&uacute;meros problemas em seus mecanismos com o passar do tempo.</p>
<p>A compara&ccedil;&atilde;o pode at&eacute; ser engra&ccedil;ada, mas &eacute; exatamente isso que acontece quando o corpo n&atilde;o recebe os est&iacute;mulos das atividades f&iacute;sicas. Com o tempo, ele literalmente enferruja e fica predisposto a desenvolver diversas doen&ccedil;as que, com as atitudes certas, poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>&quot;Ainda se especula sobre qual seria o fator em comum desencadeante de algumas doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas como diabete, obesidade, osteoporose, hipertens&atilde;o, dislipidemias e doen&ccedil;as cardiovasculares como um todo, mas o fato &eacute; que todas elas est&atilde;o altamente relacionadas e s&atilde;o muito favorecidas pelo sedentarismo&quot;, explica Fabiana Braga Benatti, mestre em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. No box &agrave; esquerda, veja algumas dicas para mexer o corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Omelete de legumes com aveia</font></strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong> <br />
2 ovos 1 x&iacute;cara (ch&aacute;) de legumes ralados e refogados (abobrinha, cenoura, alho-por&oacute; ou outro de sua prefer&ecirc;ncia) 2 colheres (sopa) de farelo de aveia 1 colher (sopa) de azeite 1 colher (ch&aacute;) de salsinha picada Or&eacute;gano e sal a gosto</p>
<p><strong>Preparo</strong> <br />
Bata os ovos e junte a aveia, os temperos e por &uacute;ltimo os legumes refogados. Em uma frigideira ou omeleteira, aque&ccedil;a o azeite e despeje a mistura. Deixe cozinhar e dourar dos dois lados. Divida ao meio e sirva quente.</p>
<p><strong>Rendimento</strong> 2 por&ccedil;&otilde;es</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">Bolo de biomassa de banana-verde</font></strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong> <br />
1 x&iacute;cara (ch&aacute;) de biomassa 1 x&iacute;cara (ch&aacute;) de &oacute;leo de arroz 3 ovos &frac12; x&iacute;cara (ch&aacute;) de a&ccedil;&uacute;car demerara ou mascavo 1 x&iacute;cara (ch&aacute;) bem cheia de farinha especial (pode ser farinha de banana-verde ou g&eacute;rmen de trigo) 1 colher (sopa) de fermento em p&oacute;</p>
<p><strong>Preparo</strong> <br />
Misture os ingredientes secos (a&ccedil;&uacute;car, g&eacute;rmen de trigo e fermento). No liquidificador, bata a biomassa, o &oacute;leo e os ovos. Junte o l&iacute;quido com o seco e despeje em uma forma redonda untada e enfarinhada. Leve para assar em forno m&eacute;dio, preaquecido, por 30 minutos ou at&eacute; que, enfiando um palito, ele saia limpo.</p>
<p><strong>Rendimento</strong> 6 por&ccedil;&otilde;es</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Renato Caleffi, chef do Le Manjue Bistr&ocirc; (SP)</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">Vitamina de frutas vermelhas com linha&ccedil;a </font></strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong> <br />
1 copo de iogurte natural desnatado (200 g) 1 colher (sopa) de polpa de framboesa congelada 1 colher (sopa) de polpa de amora congelada 1 colher (sopa) de polpa de mirtilo congelada ou outra fruta de prefer&ecirc;ncia (morango, a&ccedil;a&iacute;, goiaba) 1 colher (sopa) de sementes de linha&ccedil;a Ado&ccedil;ante ou a&ccedil;&uacute;car a gosto</p>
<p><strong>Preparo</strong> <br />
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque em um copo e sirva.</p>
<p><strong>Rendimento</strong><br />
2 por&ccedil;&otilde;es</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://phatae.com/2009/12/alimentos-que-ajudam-a-reduzir-o-colesterol/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amor e Ódio</title>
		<link>http://phatae.com/2009/11/amor-e-odio/</link>
		<comments>http://phatae.com/2009/11/amor-e-odio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[ódio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://phatae.com/?p=568</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Amor e &#243;dio nascem no mesmo lugar, dizem cientistas Imageamentos cerebrais revelam onde o &#243;dio se forma, e parece n&#227;o ser muito diferente do amor por Katherine Harmon Fonte: Scientific American &#160; As mesmas &#225;rea do c&#233;rebro s&#227;o ativadas quando as pessoas olham para pessoas que amam ou odeiam Dizem que o amor vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="0" class="interna-txt">
<tbody>
<tr>
<td align="center" class="interna-titulo">Amor e &oacute;dio nascem no mesmo lugar, dizem cientistas</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" class="interna-olho">Imageamentos cerebrais revelam onde o &oacute;dio se forma, e parece n&atilde;o ser muito diferente do amor</td>
</tr>
<tr>
<td height="45" class="interna-autor">
<p><i>por Katherine Harmon</i></p>
<p><i>Fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/">Scientific American</a></i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="interna-txt"><span class="interna-txt"></p>
<table width="280" cellspacing="0" cellpadding="1" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="10" align="right" class="img-credito" rowspan="3"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
<td align="right" class="img-credito">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/img/odioMat.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="img-legenda">As mesmas &aacute;rea do c&eacute;rebro s&atilde;o ativadas quando as pessoas olham para pessoas que amam ou odeiam</td>
</tr>
<tr>
<td height="10" align="right" class="img-credito" colspan="2"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>            Dizem que o amor vem do cora&ccedil;&atilde;o, mas e o &oacute;dio? Pesquisadores est&atilde;o em busca dos fundamentos neurol&oacute;gicos do &oacute;dio, assim como da m&uacute;sica, da religi&atilde;o, da ironia e de outros conceitos abstratos. A resson&acirc;ncia magn&eacute;tica funcional (RMf) come&ccedil;a a revelar como essa forte emo&ccedil;&atilde;o se inicia no c&eacute;rebro.</p>
<p>            No ano passado, o neurobi&oacute;logo Semir Zeki, do Laborat&oacute;rio de Neurobiologia da University College London, liderou um estudo que mapeou os c&eacute;rebros de 17 adultos enquanto contemplam imagens de pessoas que eles admitiram odiar. Na tela nota-se que &aacute;reas no giro frontal medial, put&acirc;men direito, c&oacute;rtex pr&eacute;-motor e &iacute;nsula medial foram ativados. Os pesquisadores observaram que partes do chamado &ldquo;circuito do &oacute;dio&rdquo; tamb&eacute;m est&atilde;o envolvidas no in&iacute;cio de um comportamento agressivo, mas sentimentos intrinsecamente agressivos ─ como raiva, perigo e medo ─ apresentam padr&otilde;es cerebrais diferentes dos do &oacute;dio.</p>
<p>            Certamente o &oacute;dio pode surgir de sentimentos positivos, como o amor rom&acirc;ntico ─ na figura de um ex-parceiro ou rival em potencial. O amor, por&eacute;m, parece desativar &aacute;reas tradicionalmente associadas com o julgamento, enquanto que o &oacute;dio ativa &aacute;reas do c&oacute;rtex frontal que podem estar relacionadas com a avalia&ccedil;&atilde;o de outra pessoa e previs&atilde;o de seu comportamento.</p>
<p>            Algumas associa&ccedil;&otilde;es com o amor, entretanto, s&atilde;o surpreendentes, observam os autores do estudo publicado em outubro de 2008 na PLoS ONE. As &aacute;reas do put&acirc;men e &iacute;nsula ativadas pelo &oacute;dio s&atilde;o as mesmas das do amor rom&acirc;ntico. &ldquo;Essa liga&ccedil;&atilde;o pode explicar porque amor e &oacute;dio est&atilde;o t&atilde;o intimamente relacionados nas pessoas.&rdquo;</p>
<p>            No entanto, esse estudo inicial n&atilde;o convenceu a comunidade cient&iacute;fica de que essas s&atilde;o as ra&iacute;zes neurol&oacute;gicas do &oacute;dio. &ldquo;Ainda &eacute; realmente muito cedo&rdquo;, observa Scott Huettel, professor-associado de psicologia e neuroci&ecirc;ncia da Duke University, n&atilde;o envolvido no estudo. Outras emo&ccedil;&otilde;es, como felicidade e tristeza, j&aacute; s&atilde;o mais bem compreendidas, acrescenta. &ldquo;At&eacute; sensa&ccedil;&otilde;es como arrependimento t&ecirc;m coordenadas neurais bem definidas.&rdquo;</p>
<p>            O pr&oacute;ximo passo, segundo Huettel, ser&aacute; realizar mais pesquisas sobre aspectos bem espec&iacute;ficos e tipos de &oacute;dio ─ incluindo &oacute;dio contra grupos de pessoas em vez do &oacute;dio a uma &uacute;nica pessoa ─ e depois test&aacute;-las em diferentes situa&ccedil;&otilde;es. Tamb&eacute;m ser&aacute; importante estudar casos em que partes do c&eacute;rebro tenham sido danificadas e tend&ecirc;ncias emocionais tenham sido alteradas. &ldquo;Se a ativa&ccedil;&atilde;o positiva e a debilidade, de uma regi&atilde;o do c&eacute;rebro danificada, forem identificadas, j&aacute; ser&aacute; um bom ind&iacute;cio de que se encontrou, pelo menos, uma parte do circuito&rdquo;. </p>
<p>            Para que serve o &oacute;dio, ainda &eacute; uma quest&atilde;o debatida. Embora alguns argumentem que o sentimento oferece uma vantagem evolucion&aacute;ria ─ poderia ajudar as pessoas a decidir quem confrontar ou desprezar ─, Huettel observa que, da mesma forma que se identifica um circuito neural dedicado, tudo n&atilde;o passa de &ldquo;um palpite bem dado&rdquo;.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://phatae.com/2009/11/amor-e-odio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
