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	<title>PHATAE &#187; diabetes</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
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		<title>Diferença entre Diet e Light</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 19:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<h1>Estudo mostra que diab&eacute;ticos n&atilde;o sabem a diferen&ccedil;a entre produtos diet e light</h1>
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<div id="texto">Um estudo feito na Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), em Ribeir&atilde;o Preto, com 120 pacientes com diabetes tipo 2 indica que, apesar de consumir produtos diet e light com frequ&ecirc;ncia, mais da metade n&atilde;o sabe a diferen&ccedil;a entre os dois tipos de produtos, n&atilde;o tem o h&aacute;bito de ler o r&oacute;tulo desses alimentos e tamb&eacute;m n&atilde;o controla a quantidade ingerida.  Entre os pacientes entrevistados (60 homens e 60 mulheres), todos atendidos pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), a m&eacute;dia de idade era de 63 anos e 83,3% tinham sobrepeso ou obesidade.  Os dados foram obtidos por meio de um question&aacute;rio envolvendo vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, h&aacute;bitos de vida, hist&oacute;ria da doen&ccedil;a e consumo de produtos diet&eacute;ticos e ado&ccedil;antes. A amostra foi composta principalmente por indiv&iacute;duos com baixa escolaridade  A nutricionista Paula Barbosa de Oliveira, autora do estudo feito como disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado defendida no Programa Sa&uacute;de na Comunidade, da USP, com orienta&ccedil;&atilde;o do professor La&eacute;rcio Joel Franco, alerta que o consumo excessivo desses produtos pode interferir no controle glic&ecirc;mico e trazer preju&iacute;zos para a sa&uacute;de dos pacientes.  Os alimentos diet s&atilde;o isentos de certos nutrientes encontrados no produto convencional, como a&ccedil;&uacute;car, s&oacute;dio ou gordura, e s&atilde;o elaborados para pessoas com exig&ecirc;ncias espec&iacute;ficas, enquanto o light apresenta uma redu&ccedil;&atilde;o de, no m&iacute;nimo, 25% do valor energ&eacute;tico total ou de algum nutriente presente no produto convencional.  &quot;O estudo conclui que informa&ccedil;&otilde;es sobre o uso adequado de ado&ccedil;antes e produtos diet&eacute;ticos &eacute; uma necessidade nas atividades assistenciais aos pacientes com diabetes, nos diversos n&iacute;veis do SUS&quot;, disse Paula &agrave; Ag&ecirc;ncia FAPESP.  Como os indiv&iacute;duos com diabetes precisam restringir a ingest&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car, segundo ela o uso desses produtos pode suprir o desejo pelo sabor doce sem alterar a glicemia.  &quot;O uso consciente e adequado desses produtos pode restringir o uso de a&ccedil;&uacute;car, facilitar a ades&atilde;o ao tratamento e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Verificamos, por exemplo, que apenas 41% dos pacientes t&ecirc;m o h&aacute;bito de ler os r&oacute;tulos dos produtos&quot;, disse.  O trabalho indicou ainda que, embora n&atilde;o tenham sido observadas diferen&ccedil;as significativas entre homens e mulheres com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de produtos diet e light, os idosos consomem menos a&ccedil;&uacute;cares quando comparados com os adultos.  &quot;Em resumo, apesar de usar menos a&ccedil;&uacute;car, os idosos s&atilde;o os maiores consumidores de ado&ccedil;antes entre todas as faixas et&aacute;rias, enquanto as mulheres usam mais o ado&ccedil;ante fora de casa e se dizem mais preocupadas com a quantidade utilizada do que os homens&quot;, disse Paula.  A nutricionista destaca que para obter um bom controle metab&oacute;lico a educa&ccedil;&atilde;o alimentar &eacute; um dos pontos fundamentais no tratamento do diabetes, que atualmente apresenta impacto consider&aacute;vel como problema de sa&uacute;de p&uacute;blica, pela morbidade, mortalidade e altos custos de seu tratamento.  Segundo ela, o uso de ado&ccedil;antes e alimentos diet&eacute;ticos &eacute; importante para as pessoas com diabetes, apesar de serem dispens&aacute;veis na alimenta&ccedil;&atilde;o. &quot;Esse setor tem crescido muito nos &uacute;ltimos anos e, atualmente, 35% dos lares brasileiros consomem algum tipo de produto light ou diet, de acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Alimentos&quot;, disse.  &quot;As estimativas s&atilde;o de que o n&uacute;mero de pessoas com diabetes do tipo 2 no mundo passar&aacute; dos cerca de 135 milh&otilde;es, em 1995, para 300 milh&otilde;es em 2025&quot;, apontou.</div>
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