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	<title>PHATAE &#187; estresse</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
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		<title>Fumar causa 95% dos tumores de cabeça e pescoço</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; AE&#160;-&#160;Agencia Estado S&#195;O PAULO&#160;-&#160;Entre as pessoas que desenvolvem c&#226;ncer de cabe&#231;a e pesco&#231;o, 95% s&#227;o fumantes ou t&#234;m hist&#243;rico de tabagismo. Pesquisa do Instituto do C&#226;ncer do Estado de S&#227;o Paulo (Icesp) tamb&#233;m mostra que os homens representam 90% dos afetados. O levantamento foi feito com 327 pacientes em tratamento no instituto. Os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p></p>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">AE&nbsp;-&nbsp;Agencia Estado</p>
</div>
<div id="corpoNoticia">S&Atilde;O PAULO&nbsp;-&nbsp;Entre as pessoas que desenvolvem c&acirc;ncer de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o, 95% s&atilde;o fumantes ou t&ecirc;m hist&oacute;rico de tabagismo. Pesquisa do Instituto do C&acirc;ncer do Estado de S&atilde;o Paulo (Icesp) tamb&eacute;m mostra que os homens representam 90% dos afetados.</p>
<p>O levantamento foi feito com 327 pacientes em tratamento no instituto. Os dados se referem a tumores que atingem o trato aerodigestivo, ou seja, boca, faringe, laringe e traqueia. Segundo o oncologista do Icesp Gilberto Castro, mais de 65% dos casos correspondem a tumores na cavidade bucal e na faringe. </p>
<p>&quot;O tabagismo &eacute; o principal fator de risco para esse tipo de c&acirc;ncer. O consumo de bebidas alco&oacute;licas, principalmente destiladas, tamb&eacute;m eleva o risco. Geralmente, os dois h&aacute;bitos est&atilde;o associados&quot;, afirma Fernando Luiz Dias, chefe da Se&ccedil;&atilde;o de Cirurgia da Cabe&ccedil;a e Pesco&ccedil;o do Instituto Nacional de C&acirc;ncer (Inca). &quot;A a&ccedil;&atilde;o &eacute; cumulativa. O tempo que o paciente fumou e a quantidade de cigarros por dia fazem toda a diferen&ccedil;a.&quot;</p>
<p>Dias explica que o problema &eacute; mais incidente em homens n&atilde;o s&oacute; porque fumam mais, mas tamb&eacute;m porque cuidam menos da sa&uacute;de bucal. &quot;A presen&ccedil;a de placa bacteriana e de dentes quebrados que causam traumas cr&ocirc;nicos na bochecha, por exemplo, tamb&eacute;m elevam o risco.&quot; A infec&ccedil;&atilde;o por papilomav&iacute;rus humano (HPV), que ocorre por cont&aacute;gio sexual, pode causar c&acirc;ncer de garganta.</p>
<p>Por estarem em locais vis&iacute;veis, esses tumores podem ser detectados precocemente, at&eacute; por meio de autoexame. Mas, segundo o oncologista do Icesp, mais de 70% dos pacientes que procuram atendimento j&aacute; est&atilde;o com a doen&ccedil;a em est&aacute;gio avan&ccedil;ado. &quot;Se for tratada no in&iacute;cio, as chances de cura s&atilde;o boas. Mas, como a maioria chega tarde, 70% acaba morrendo em cinco anos. Muitas vezes, aqueles que sobrevivem ficam com sequelas que prejudicam a qualidade de vida&quot;, diz. </p></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do jornal <b>O Estado de S. Paulo.</b></div>
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		<title>Stress ajuda a desenvolver o câncer</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 16:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O stress no dia-a-dia pode, com o passar do tempo, se tornar o estopim para o desenvolvimento de tumores. É o que revela um estudo de cientistas da universidade americana de Yale publicado pela revista Nature. Segundo os pesquisadores, qualquer tipo de trauma – emocional ou físico – pode agir como uma via de comunicação para mutações cancerígenas espalhadas pelo corpo. Juntas, elas podem produzir um coquetel fatal, alertam especialistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h3>Fonte: Revista VEJA</h3>
<p><script type="text/javascript" language="javascript">
		var vjMeses     = new Array("Janeiro","Fevereiro","Mar&ccedil;o","Abril","Maio","Junho","Julho","Agosto","Setembro","Outubro","Novembro","Dezembro");
		var vjDiaSemana = new Array("Domingo","Segunda-feira","Ter&ccedil;a-feira","Quarta-feira","Quinta-feira","Sexta-feira","S&aacute;bado");
		var __dataconteudo  = document.getElementById("__dataconteudo");
		__dataconteudo.innerHTML=__formata_data(__dataconteudo.innerHTML,false);
		function __formata_data(dt,weekDay) {
			if (!weekDay) dt = dt.substr(0,dt.indexOf(" ")) ;
			dt = dt.split("/");
			var nwDate = new Date(dt[1]+"/"+dt[0]+"/"+dt[2]+"/06:00") ;
			var t = (weekDay) ? vjDiaSemana[nwDate.getDay()] + ", " : "" ;
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		}
		</script></p>
<div id="__pp" style="display: block;">
<p>O stress no dia-a-dia pode, com o passar do tempo, se tornar o estopim para o desenvolvimento de tumores. &Eacute; o que revela um estudo de cientistas da universidade americana de Yale publicado pela revista <em>Nature</em>. Segundo os pesquisadores, qualquer tipo de trauma &ndash; emocional ou f&iacute;sico &ndash; pode agir como uma via de comunica&ccedil;&atilde;o para muta&ccedil;&otilde;es cancer&iacute;genas espalhadas pelo corpo. Juntas, elas podem produzir um coquetel fatal, alertam especialistas.</p>
</div>
<div class="boxContextualizacao"></p>
<div class="linksHSW">&nbsp;</div>
</div>
<div id="__conteudo">
<p>Durante a pesquisa, os cientistas estudaram moscas de frutas e perceberam que, sob stress, essas muta&ccedil;&otilde;es cacer&iacute;genas produziam tumores mesmo quando estavam espalhadas por diferentes celulas da mosca. Segundo os coordenadores do estudo, isso acontece porque os stress promove o &quot;encontro&quot; dessas c&eacute;lulas.</p>
<p>Os cientistas alertam que o agravante dessa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; que &eacute; muito mais f&aacute;cil para um tecido acumular muta&ccedil;&otilde;es em diferentes celulas do que em uma s&oacute;. Por isso o stress pode ser t&atilde;o perigoso. &quot;Diversos sintomas podem sinalizar stress &ndash; cansa&ccedil;o f&iacute;sico e emocional, infec&ccedil;&otilde;es, inflama&ccedil;&otilde;es. Reduzir ou evitar o stress &eacute; sempre um bom conselho&quot;, afirmou o professor Tian Xu, um dos respons&aacute;veis pelo estudo.</p>
</div>
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		<title>Longevidade Emocional</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 10:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PESSOAS EMOCIONALMENTE EST&#193;VEIS VIVEM MAIS O segredo para uma vida longa pode ser muito simples, de acordo com uma pesquisa do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento, nos EUA. Ap&#243;s acompanhar mais de 2.300 pessoas por mais de 50 anos, os pesquisadores descobriram que pessoas calmas, f&#237;sica e socialmente ativas, vivem mais que outras pessoas. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PESSOAS EMOCIONALMENTE EST&Aacute;VEIS VIVEM MAIS</strong></p>
<p>O segredo para uma vida longa pode ser muito simples, de acordo com uma pesquisa do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento, nos EUA. Ap&oacute;s acompanhar mais de 2.300 pessoas por mais de 50 anos, os pesquisadores descobriram que pessoas calmas, f&iacute;sica e socialmente ativas, vivem mais que outras pessoas.</p>
<p>Os resultados foram colhidos a partir dos dados de um estudo longitudinal (feito durante um longo per&iacute;odo de tempo) e publicados no peri&oacute;dico cient&iacute;fico <em>Psychosomatic Medicine</em>.</p>
<p>Esses resultados apontaram tamb&eacute;m uma liga&ccedil;&atilde;o entre determinados tra&ccedil;os de personalidade e idade avan&ccedil;ada. A pesquisa mostrou que entre essas caracter&iacute;sticas pessoais est&atilde;o estabilidade emocional, organiza&ccedil;&atilde;o, disciplina, maior consci&ecirc;ncia sobre o que ocorre ao seu redor (analisam a vida de forma mais tranquila) e reservas financeiras (feitas durante sua juventude).</p>
<p>Outros tra&ccedil;os de personalidade, ao contr&aacute;rio, parecem contribuir com uma vida mais breve: raiva, instabilidade de humor, ansiedade e depress&atilde;o s&atilde;o alguns desses pontos negativos para uma vida pior na velhice.</p>
<p><strong>Outros fatores tamb&eacute;m contribuem</strong></p>
<p>O estudo, entretanto n&atilde;o &eacute; novidade. A maioria das pessoas sabe que felicidade e estilo de vida saud&aacute;vel levam a uma boa sa&uacute;de. Um estudo similar, feito em 2003 e publicado no mesmo peri&oacute;dico que homens com o tipo de personalidade competitiva, impaciente e ansiosa t&ecirc;m maiores riscos de ataques card&iacute;acos em idade mais jovens que aqueles sem essas caracter&iacute;sticas.</p>
<p>Mas tamb&eacute;m &eacute; importante lembrar que somente personalidade e n&iacute;vel de atividade n&atilde;o &eacute; um fator &uacute;nico e predominante e que tudo isso pode ser uma escolha pessoal e portanto, suscet&iacute;vel a mudan&ccedil;as a qualquer momento, dependendo apenas do indiv&iacute;duo.</p>
<p>Se voc&ecirc; acha que tem essas caracter&iacute;sticas mais ansiosas e leva uma vida sedent&aacute;ria, procure formas de mudar suas atitudes. Procurar ajuda de profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de mental &eacute; a primeira coisa que voc&ecirc; pode fazer por si mesmo.</p>
<p>Al&eacute;m disso, procure ter hobbies, inicie atividades f&iacute;sicas simples &ndash; como andar ou praticar tai-chi-chuan ou yoga &ndash; exercite a espiritualidade ou outras formas de contatos sociais que levem a pensamentos mais positivos e principalmente n&atilde;o confunda sua carreira profissional com sua identidade pessoal. O ano que se inicia pode ser uma &oacute;tima oportunidade para pensar em viver mais e melhor.</p>
<p><span style="color: rgb(255, 255, 255);">.</span></p>
<p><strong><em>da Reda&ccedil;&atilde;o do site &quot;O que eu tenho?&quot;<br />
</em></strong></p>
<p><em>com informa&ccedil;&otilde;es da American Psychological Association Aging Monitor</em></p>
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		<title>Estresse e Gravidez</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[engravidar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[grávidas]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Muitas pessoas j&#225; ouviram falar que casais que querem muito ter um filho s&#243; conseguem engravidar quando ficam menos ansiosos e relaxam um pouco. Um estudo apresentado esta semana no congresso da American Society for Reproductive Medicine confirma que a redu&#231;&#227;o do estresse pode ajudar as mulheres a engravidar. Em pesquisa com 97 mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas j&aacute; ouviram falar que casais que querem muito ter um filho s&oacute;  conseguem engravidar quando ficam menos ansiosos e relaxam um pouco. Um estudo  apresentado esta semana no congresso da <i>American Society for Reproductive  Medicine</i> confirma que a redu&ccedil;&atilde;o do estresse pode ajudar as mulheres a  engravidar. Em pesquisa com 97 mulheres que tentavam engravidar atrav&eacute;s de  procedimentos de fertiliza&ccedil;&atilde;o <i>in vitro</i>, os pesquisadores notaram que  aquelas que passaram a participar de um programa de controle do estresse tinham  160% mais chances de ficarem gr&aacute;vidas.</p>
<p align="justify">&quot;Esse estudo mostra que o controle do estresse pode melhorar  as taxas de gravidez, minimizando o estresse do manejo da fertilidade,  melhorando as taxas de sucesso dos procedimentos de fertiliza&ccedil;&atilde;o <i>in vitro</i>  e, finalmente, ajudando a aliviar o peso emocional para as mulheres que est&atilde;o  enfrentando os desafios de tentar conceber&quot;, explicou a pesquisadora Alice  Domar, da Universidade de Harvard, nos EUA.</p>
<p align="justify">De acordo com os pesquisadores, o programa n&atilde;o afetou a taxa  de concep&ccedil;&atilde;o na primeira tentativa. Por&eacute;m, para as mulheres que falharam na  primeira tentativa de engravidar pelos m&eacute;todos de fertiliza&ccedil;&atilde;o <i>in vitro</i>,  a redu&ccedil;&atilde;o do estresse fez grande diferen&ccedil;a da segunda vez &ndash; 52% delas ficaram  gr&aacute;vidas, comparado com apenas 20% daquelas que n&atilde;o participaram do programa.</p>
<p align="justify">Por isso, os especialistas defendem que abordagens como  controle do estresse podem ser utilizadas complementarmente aos tratamentos da  infertilidade. &quot;Est&aacute; claro, baseado em um estudo cuidadosamente desenvolvido,  que uma abordagem hol&iacute;stica para a infertilidade leva a melhores resultados para  as pacientes&quot;, disse o m&eacute;dico Dale McClure, presidente da Sociedade Americana de  Medicina Reprodutiva.</p>
<p align="justify">Fonte: <b>American Society for Reproductive Medicine</b>. 19  de outubro de 2009.</p>
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