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	<title>PHATAE &#187; saúde</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
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		<title>Ioga vira aliada contra hanseníase</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Ioga vira aliada contra hansen&#237;ase em S&#227;o Paulo S&#227;o Paulo &#8211; A pr&#225;tica do ioga, realizada com pacientes de centro de refer&#234;ncia na capital, auxilia no fortalecimento da musculatura e resgate da autoestima, est&#225; virando aliada no tratamento da hansen&#237;ase em S&#227;o Paulo, segundo a Secretaria de Estado da Sa&#250;de. A t&#233;cnica milenar foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h1>Ioga vira aliada contra hansen&iacute;ase em S&atilde;o Paulo</h1>
<div id="selo"><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/"><img border="0" src="http://n.i.uol.com.br/ultnot/home/agencia_estado.gif" alt="" /></a></div>
<p><!--/titulo-->  			 S&atilde;o Paulo &#8211; A pr&aacute;tica do ioga, realizada com pacientes de centro de refer&ecirc;ncia na capital, auxilia no fortalecimento da musculatura e resgate da autoestima, est&aacute; virando aliada no tratamento da hansen&iacute;ase em S&atilde;o Paulo, segundo a Secretaria de Estado da Sa&uacute;de.</p>
<p>A t&eacute;cnica milenar foi implantada em um projeto-piloto para a realiza&ccedil;&atilde;o da atividade com pacientes do seu Centro de Refer&ecirc;ncia Metropolitano para Hansen&iacute;ase, na regi&atilde;o central da cidade.</p>
<p>Nas tardes de sexta-feira, uma m&eacute;dica dermatologista com especializa&ccedil;&atilde;o em ioga coordena um grupo de aproximadamente 10 pacientes, que realizam as atividades por uma hora.</p>
<p>S&atilde;o pessoas com problemas mais graves causados pela hansen&iacute;ase que tiveram complica&ccedil;&otilde;es relacionadas ao tratamento ou &agrave; pr&oacute;pria doen&ccedil;a, como m&atilde;os em garrote, deformidades nos p&eacute;s ou altera&ccedil;&otilde;es de vis&atilde;o, entre outras.</p>
<p>Com a ioga, os pacientes exercitam a concentra&ccedil;&atilde;o, respira&ccedil;&atilde;o e o dom&iacute;nio corporal e emocional. Al&eacute;m disso, fazem alongamento para melhorar a musculatura e realizam t&eacute;cnicas de relaxamento para aliviar a dor.</p>
<p>O grupo atende mensalmente cerca de 400 pacientes da capital e Grande S&atilde;o Paulo. A unidade &eacute; especializada em atendimento de casos mais complexos de hansen&iacute;ase, que normalmente n&atilde;o s&atilde;o atendidos nas Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de municipais, realizando, inclusive, trabalho de esclarecimento diagn&oacute;stico para casos de dif&iacute;cil detec&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de curativos e distribui&ccedil;&atilde;o de medica&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica.</p>
<p>No total s&atilde;o 17 profissionais atuando no centro, entre m&eacute;dicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psic&oacute;logos e assistentes sociais. Al&eacute;m das aulas de Ioga, a unidade organizou um grupo de gera&ccedil;&atilde;o de renda, que ensina pacientes a confeccionarem artefatos como bijuteria e bordado para venda.</p>
<p>
<i> Por: Solange Spigliatti</i></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Importância da Água em Nosso Organismo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Pesquisa questiona tese dos oito copos de &#225;gua por dia Ser&#225; que pessoas saud&#225;veis precisam de l&#237;quido mesmo quando n&#227;o est&#227;o com sede? por Karen Bellenir bfurnace via Flickr Ser&#225; que os seus oito copos deveriam estar pela metade? Virtualmente qualquer pessoa preocupada com a pr&#243;pria sa&#250;de pode citar a recomenda&#231;&#227;o: beba pelo menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="0" class="interna-txt">
<tbody>
<tr>
<td align="center" class="interna-titulo"><strong>Pesquisa questiona tese dos oito copos de &aacute;gua por dia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" class="interna-olho"><strong>Ser&aacute; que pessoas saud&aacute;veis precisam de l&iacute;quido mesmo quando n&atilde;o est&atilde;o com sede?</strong></td>
</tr>
<tr>
<td height="45" class="interna-autor"><i>por Karen Bellenir</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="interna-txt"><span class="interna-txt"></p>
<table width="320" cellspacing="0" cellpadding="1" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="10" align="right" class="img-credito" rowspan="3"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
<td align="right" class="img-credito">bfurnace via Flickr</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/img/copos_interna.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="img-legenda">Ser&aacute; que os seus oito copos deveriam estar pela metade?</td>
</tr>
<tr>
<td height="10" align="right" class="img-credito" colspan="2"><img width="1" height="1" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>            Virtualmente qualquer pessoa preocupada com a pr&oacute;pria sa&uacute;de pode citar a recomenda&ccedil;&atilde;o: beba pelo menos dois litros de &aacute;gua (oito copos de 250ml) por dia. Outras bebidas&mdash;caf&eacute;, ch&aacute;, refrigerante, cerveja, at&eacute; mesmo suco de laranja&mdash;n&atilde;o contam. Melancia? Nem pensar.</p>
<p>            N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que a &aacute;gua &eacute; boa para voc&ecirc;, mas ser&aacute; que todo mundo precisa mesmo beber dois litros de &aacute;gua todo dia? De acordo com Heinz Valtin, professor aposentado de fisiologia da Dartmouth Medical School que se especializou na pesquisa dos rins e passou 45 anos estudando o sistema biol&oacute;gico que mant&eacute;m a &aacute;gua dos nossos corpos em equil&iacute;brio, a resposta &eacute; n&atilde;o.</p>
<p>            Valtin afirma que, para as pessoas com problemas espec&iacute;ficos de sa&uacute;de, como pedras nos rins ou tend&ecirc;ncia para desenvolver infec&ccedil;&atilde;o no trato urin&aacute;rio, beber muita &aacute;gua pode ser ben&eacute;fico. No entanto, ap&oacute;s uma pesquisa abrangente em 2002 sobre a origem do que &eacute; chamado normalmente de &ldquo;guia dos oito copos&rdquo; e uma revis&atilde;o das vantagens para a sa&uacute;de normalmente associadas a essa prescri&ccedil;&atilde;o, ele diz n&atilde;o ter encontrado nenhuma evid&ecirc;ncia em favor da no&ccedil;&atilde;o que indiv&iacute;duos saud&aacute;veis precisem consumir grandes quantidades de &aacute;gua. Em 2008, Dan Negoianu e Stanley Goldfarb revisaram as evid&ecirc;ncias para a revista Journal of the American Society of Nephrology. Eles chegaram a uma conclus&atilde;o parecida: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias claras de benef&iacute;cio na ingest&atilde;o de quantidades maiores de &aacute;gua.&rdquo;</p>
<p>            Na verdade, Valtin descobriu que o guia dos oito copos pode ter se originado de um mal-entendido. Em 1945, o Gabinete de Alimento e Nutri&ccedil;&atilde;o, agora parte do Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ci&ecirc;ncias dos Estados Unidos, sugeriu que uma pessoa deva consumir um mililitro de &aacute;gua (um quinto de uma colher de ch&aacute;) para cada caloria de comida. A matem&aacute;tica envolvida &eacute; bastante simples: uma dieta di&aacute;ria de mais ou menos 1.900 calorias significaria um consumo de 1.900 mililitros de &aacute;gua, ou seja, quase dois litros. Mas muitos te&oacute;ricos da dieta, e mesmo outras pessoas, n&atilde;o conseguiram enxergar um ponto cr&iacute;tico, que &eacute;: uma grande parte da necessidade di&aacute;ria de &aacute;gua pode ser atendida pela &aacute;gua contida na comida.</p>
<p>            O Gabinete voltou ao assunto do consumo de &aacute;gua em 2004. Seu painel tem&aacute;tico sobre &ldquo;prefer&ecirc;ncia diet&aacute;ria para eletr&oacute;litos e &aacute;gua&rdquo; assinalou que mulheres que parecem adequadamente hidratadas consomem mais ou menos 2,7 litros de &aacute;gua, enquanto homens consomem mais ou menos 3,7 litros. Esta quantidade &ndash; aparentemente alta &ndash; vem de uma grande variedade de fontes, incluindo caf&eacute;, ch&aacute;, leite, refrigerante, suco, frutas, vegetais e outros tipos de alimento. Em vez de recomendar a quantidade de &aacute;gua extra que uma pessoa deve beber para manter a sua sa&uacute;de, o painel simplesmente concluiu que &ldquo;a grande maioria das pessoas saud&aacute;veis atinge a sua hidrata&ccedil;&atilde;o ideal di&aacute;ria ao deixar que a sede seja o seu guia&rdquo;.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="interna-txt">Defensores do guia dos oito copos &agrave;s vezes argumentam que a sede &eacute; um indicador ruim de hidrata&ccedil;&atilde;o. Eles asseveram que muitas pessoas est&atilde;o desidratadas de forma t&atilde;o cr&ocirc;nica que nem mais reconhecem os sinais do pr&oacute;prio corpo pedindo &aacute;gua. Barbara Rolls, professora de ci&ecirc;ncias da nutri&ccedil;&atilde;o na Pennsylvania State University, discorda. Seus estudos &ldquo;n&atilde;o encontraram nenhuma evid&ecirc;ncia de que as pessoas estejam desidratadas de forma cr&ocirc;nica&rdquo;. Embora alguns medicamentos possam causar problemas com a regula&ccedil;&atilde;o da sede, e as pessoas mais velhas possam sentir sede de forma menos intensa do que as pessoas mais novas, Rolls sustenta que a maior parte das pessoas saud&aacute;veis est&aacute; hidratada de forma adequada.</p>
<p>A perda de peso &eacute; outro benef&iacute;cio normalmente mencionado pelos proponentes do guia dos oito copos. Eles argumentam que as pessoas confundem a sede com a fome, o que faz com que comam quando est&atilde;o, na verdade, apenas com sede. Eles tamb&eacute;m alegam que beber &aacute;gua diminui o apetite. Considerando a crise da obesidade, qualquer peda&ccedil;o (ou gota) a menos j&aacute; &eacute; uma ajuda.</p>
<p>No entanto, Rolls discorda, argumentando que &ldquo;beber &aacute;gua e esperar que os quilos se derretam n&atilde;o funciona. Todos gostar&iacute;amos que isso fosse assim t&atilde;o simples&rdquo;. Ela explica que &ldquo;a fome e a sede s&atilde;o controladas por sistemas separados no corpo. Dificilmente as pessoas confundem sede e fome&rdquo;. Al&eacute;m disso, ela relata que os seus estudos &ldquo;jamais encontraram que beber &aacute;gua antes ou durante uma refei&ccedil;&atilde;o afetasse o apetite&rdquo;. No entanto, h&aacute; elementos de verdade nesse engano comum. Rolls encontrou, na verdade, que alimentos ricos em &aacute;gua &ndash; em contraste com &aacute;gua pura &ndash; tinham a tend&ecirc;ncia de ajudar as pessoas a consumir menos calorias. Al&eacute;m disso, ela acrescenta que &ldquo;existe um modo de a &aacute;gua ajudar na perda de peso &mdash; se voc&ecirc; a beber no lugar de uma bebida cal&oacute;rica&rdquo;.</p>
<p>Nem Rolls nem Valtin se op&otilde;em &agrave; id&eacute;ia de incluir &aacute;gua em uma dieta saud&aacute;vel. Ambos lembram que todos n&oacute;s precisamos de &aacute;gua e que a desidrata&ccedil;&atilde;o causa les&otilde;es ao nosso corpo. Ambos se op&otilde;em, no entanto, &agrave; no&ccedil;&atilde;o de que um guia universalmente v&aacute;lido governe o consumo ideal de &aacute;gua. &ldquo;As necessidades de &aacute;gua dependem tanto da temperatura externa, dos n&iacute;veis de atividade e de outros fatores que n&atilde;o h&aacute; uma &uacute;nica regra que se ajuste a todo mundo&rdquo;, afirma Rolls. Valtin tamb&eacute;m avisa que em algumas situa&ccedil;&otilde;es beber &aacute;gua demais pode na verdade ser perigoso, at&eacute; mesmo letal.</p>
<p>Ent&atilde;o, quanta &aacute;gua voc&ecirc; deve beber? Aqui vai o conselho: se voc&ecirc; tem problemas m&eacute;dicos espec&iacute;ficos, fale com o seu m&eacute;dico. Mas, se voc&ecirc; &eacute; saud&aacute;vel, Rolls recomenda que voc&ecirc; &ldquo;tome algum l&iacute;quido nas refei&ccedil;&otilde;es e beba quando estiver com sede&rdquo;. Em outras palavras, ou&ccedil;a os seus sinais de sede, curta aquela melancia e pare de se sentir culpado por n&atilde;o tomar aqueles copos extras.</span></p>
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		<title>TOC &#8211; Transtorno Obsessivo-compulsivo</title>
		<link>http://phatae.com/2010/02/toc-transtorno-obsessivo-compulsivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 15:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Tha&#237;s Petroff Fonte: Site Vya Estelar &#160; Os sintomas de TOC apresentados neste texto s&#227;o generalizados. Qualquer diagn&#243;stico sobre esse transtorno deve ser individualizado e somente um psiquiatra ou psic&#243;logo est&#227;o aptos a faz&#234;-lo O transtorno obsessivo-compulsivo&#160; conhecido por muitos como TOC, &#233; um transtorno mental bastante comum, acomete aproximadamente uma em cada *40 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Tha&iacute;s Petroff</p>
<p>Fonte: Site <a href="http://www2.uol.com.br/vyaestelar/tcc_toc.htm">Vya Estelar</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="15" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td><font size="2"><strong><em>Os sintomas de TOC apresentados neste              texto s&atilde;o generalizados. Qualquer diagn&oacute;stico sobre              esse transtorno deve ser individualizado e somente um psiquiatra ou              psic&oacute;logo est&atilde;o aptos a faz&ecirc;-lo</em></strong></font></td>
<td><font size="2">O transtorno obsessivo-compulsivo&nbsp; conhecido por muitos              como TOC, &eacute; um transtorno mental bastante comum, acomete aproximadamente              uma em cada *40 ou 50 pessoas. </font></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No Brasil, estima-se que existem cerca de tr&ecirc;s a quatro milh&otilde;es          de portadores. Muitos dessas pessoas, mesmo com sintomas que comprometem          suas vidas, nunca foram diagnosticadas ou tratadas. Isso ocorre por n&atilde;o          se saber que esses sintomas constituem uma doen&ccedil;a ou at&eacute;          por vergonha.</p>
<p>Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), o TOC          est&aacute; entre as dez maiores causas de incapacita&ccedil;&atilde;o          das pessoas e &eacute; a quinta entre as dez principais causas de doen&ccedil;as          em mulheres de 15 a 44 anos. A incid&ecirc;ncia &eacute; igual entre homens          e mulheres.</p>
<p>Geralmente, acomete indiv&iacute;duos jovens ao final da puberdade, podendo          ainda ter in&iacute;cio na inf&acirc;ncia e dificilmente ap&oacute;s os          40 anos. A etiologia (causas) do TOC ainda &eacute; desconhecida. O TOC          &eacute; provavelmente resultante de fatores causais diferentes. Algumas          formas de TOC s&atilde;o familiares e podem estar associadas a uma predisposi&ccedil;&atilde;o          gen&eacute;tica. Outras apresentam-se como casos espor&aacute;dicos. Diniz          e colaboradores (2004), estudaram a associa&ccedil;&atilde;o entre idade          de in&iacute;cio e dura&ccedil;&atilde;o dos sintomas com **comorbidades.          Foi encontrado que o in&iacute;cio precoce dos sintomas estava associada          a transtornos de tiques, enquanto a dura&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a          estava associada a comorbidades como o transtorno depressivo e fobia social.          No entanto explica&ccedil;&otilde;es a respeito da preval&ecirc;ncia de          in&iacute;cio maior na adolesc&ecirc;ncia e menor com idade mais avan&ccedil;adas          ainda n&atilde;o s&atilde;o claras</p>
<p>Seu curso &eacute; cr&ocirc;nico e, quando n&atilde;o tratado, se mant&eacute;m          por toda a vida, sendo rara sua remiss&atilde;o completa. Em aproximadamente          10% dos casos, os sintomas tendem a agravar-se, tornando-se t&atilde;o          graves a ponto de incapacitar o indiv&iacute;duo para o trabalho; assim          como causar limita&ccedil;&otilde;es significativas no conv&iacute;vio          com terceiros.</p>
<p>A parte boa &eacute; que existem tratamentos eficazes para grande parte          dos casos, sendo dois dos mais utilizados e eficientes: o farmacoter&acirc;pico          e a terapia cognitivo comportamental (TCC), sendo muitas vezes associados          entre si.</p>
<p><strong>Comportamentos no cotidiano que podem constituir sintomas de          TOC</strong></p>
<p>- lavar as m&atilde;os repetidas vezes;</p>
<p>- ensaboar-se muito no banho;</p>
<p>- verificar diversas vezes se trancou portas ou janelas;</p>
<p>- n&atilde;o gostar de segurar-se no corrim&atilde;o de &ocirc;nibus          ou metr&ocirc;;</p>
<p>- ter medo de deixar o sapato virado;</p>
<p>- ter medo de passar perto de pessoas doentes;</p>
<p>- arrumar todos os objetos para que fiquem alinhados de certa maneira.</p>
<p>Talvez voc&ecirc; tenha ficado em d&uacute;vida se &eacute; ou n&atilde;o          portador do transtorno, mas fique tranquilo. Todos n&oacute;s temos medos          e preocupa&ccedil;&otilde;es, assim como manias e pensamentos dos quais          n&atilde;o gostamos. Aprendemos a lidar com eles, de maneira que n&atilde;o          interfiram nos nossos afazeres e atividades di&aacute;rias. Essas mesmas          quest&otilde;es podem tornar-se excessivas, quando repetidas in&uacute;meras          vezes, em curto espa&ccedil;o de tempo e acompanhadas de grande afli&ccedil;&atilde;o.          </p>
<p>Al&eacute;m disso, pode ocorrer ainda de tomarem um tempo precioso do          dia, dificultando o desempenho de tarefas ou ainda comprometendo o trabalho.          Quando se alcan&ccedil;a esse volume, temos as chamadas obsess&otilde;es          ou compuls&otilde;es, que caracterizam o TOC.</p>
<p><strong>Os sintomas do TOC envolvem</strong>: </p>
<p>- altera&ccedil;&otilde;es do comportamento: rituais ou compuls&otilde;es,          repeti&ccedil;&otilde;es, evita&ccedil;&otilde;es;</p>
<p>- altera&ccedil;&otilde;es dos pensamentos: obsess&otilde;es como d&uacute;vidas,          preocupa&ccedil;&otilde;es excessivas, pensamentos de conte&uacute;do          impr&oacute;prio ou &ldquo;ruim&rdquo;;</p>
<p>- altera&ccedil;&otilde;es das emo&ccedil;&otilde;es: medo, desconforto,          afli&ccedil;&atilde;o, culpa, depress&atilde;o.</p>
<p>Os rituais ou compuls&otilde;es s&atilde;o realizados para aliviar o          medo e a afli&ccedil;&atilde;o que surge quando a mente &eacute; invadida          por alguma obsess&atilde;o, assim como lavar as m&atilde;os repetidas          vezes ap&oacute;s encostar no trinco da porta por exemplo. As evita&ccedil;&otilde;es          tamb&eacute;m s&atilde;o caracter&iacute;sticas, ocorrendo, por exemplo,          ao evitar passar pr&oacute;ximo de hospitais com medo de contrair alguma          doen&ccedil;a. Todos esses sintomas trazem grande sofrimento e limita&ccedil;&atilde;o          &agrave; vida da pessoa portadora de TOC, assim como a seus familiares          e amigos.</p>
<p>A terapia cognitivo comportamental ou TCC &eacute; uma modalidade de terapia          que traz &agrave; luz um conjunto de explica&ccedil;&otilde;es sobre a          origem e manuten&ccedil;&atilde;o desses transtornos mentais e possui          t&eacute;cnicas para modific&aacute;-los. Parte do princ&iacute;pio de          que pensamentos e cren&ccedil;as distorcidas ou errados podem influenciar          nossas emo&ccedil;&otilde;es, nosso humor e nosso comportamento, sendo          respons&aacute;veis pelo aparecimento dos sintomas. Sendo assim, ela ap&oacute;ia-se          nessa hip&oacute;tese para realizar suas interven&ccedil;&otilde;es. </p>
<p>O termo &quot;cognitivo&quot; refere-se a certas t&eacute;cnicas que auxiliam          na corre&ccedil;&atilde;o desses pensamentos e cren&ccedil;as distorcidos          ou errados, comuns em portadores de TOC.<br />
J&aacute; o termo &quot;comportamental&quot; refere-se ao uso de m&eacute;todos          que t&ecirc;m por objetivo mudar comportamentos. No caso do TOC, os rituais          e os comportamentos evitativos.</p>
<p>Na TCC o paciente aprende primeiramente a identificar suas obsess&otilde;es,          compuls&otilde;es e evita&ccedil;&otilde;es. Durante o processo de terapia,          s&atilde;o combinados exerc&iacute;cios graduais de exposi&ccedil;&atilde;o          e preven&ccedil;&atilde;o de rituais. Isso de acordo com uma escala crescente          de dificuldade. </p>
<p>No in&iacute;cio da terapia, &eacute; comum haver aumento da ansiedade,          num grau perfeitamente suport&aacute;vel, seguido de redu&ccedil;&atilde;o          na intensidade das obsess&otilde;es e na necessidade de executar rituais.</p>
<p>Em todo o processo da TCC e, principalmente no in&iacute;cio, h&aacute;          a parte educativa, que &eacute; de entender a ***psicopatologia, seu in&iacute;cio          e manuten&ccedil;&atilde;o, para que aos poucos o paciente seja seu pr&oacute;prio          &quot;terapeuta&quot;. Juntamente com isso, s&atilde;o trabalhadas as          quest&otilde;es cognitivas e comportamentais do dist&uacute;rbio.</p>
<p>Esse tratamento visa tamb&eacute;m a preven&ccedil;&atilde;o de reca&iacute;das.</p>
<p>*Fonte: Site da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e do          site da Associa&ccedil;&atilde;o de Portadores de S&iacute;ndrome de Tourette,          Tiques e Transtorno Obsessivo-Compulsivo.</p>
<p>** Comorbidade: o termo &eacute; formado pelo prefixo latino &quot;cum&quot;,          que significa contiguidade, correla&ccedil;&atilde;o, companhia, e pela          palavra morbidade, que &eacute; a capacidade de produzir doen&ccedil;a</p>
<p>*** Psicopatologia se refere ao estudo dos estados mentais patol&oacute;gicos,          assim como &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o de comportamentos, experi&ecirc;ncias          e sintomas que podem indicar um estado mental ou psicol&oacute;gico disfuncional.          O termo &eacute; de origem grega; psykh&eacute; significando esp&iacute;rito/alma          e patologia, implicando em morbidade (conjunto de causas capazes de produzir          uma doen&ccedil;a).</p>
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		<title>Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol</title>
		<link>http://phatae.com/2009/12/alimentos-que-ajudam-a-reduzir-o-colesterol/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 09:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[linhaça]]></category>
		<category><![CDATA[parada cardiaca]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns alimentos, como alho, linhaça, banana-verde e aveia possuem propriedades capazes de baixar os níveis de LDL, o mau colesterol. Quando aliados à prática frequente de atividade física, os benefícios são ainda maiores, pois é possível aumentar as taxas de HDL, o bom colesterol. Nesta reportagem, mostramos como essa combinação é importante para preservar o seu amigo do peito]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><font class="titInterna"></p>
<h1>&nbsp;</h1>
<p></font><font class="Olho"></p>
<h3>por Paula Bueno</h3>
<p>Fonte: <a href="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/artigo158126-4.asp">Revista Vida Natural &amp; Equil&iacute;brio</a></p>
<p></font></p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="506" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="500"><img width="500" height="435" title="" alt="" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/imagens/i160735.jpg" name="[i160735]" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sabia que a maior parte do colesterol &eacute; produzida pelo pr&oacute;prio organismo? S&atilde;o cerca de 800 miligramas di&aacute;rios, o que corresponde a 70% do colesterol total. Os 30% restantes v&ecirc;m da alimenta&ccedil;&atilde;o. Se esse colesterol &eacute; do tipo bom (HDL) ou ruim (LDL), isso vai depender do seu card&aacute;pio. Dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) revelaram que o aumento do colesterol no sangue foi respons&aacute;vel por cerca de 4 milh&otilde;es de mortes em 2002.</p>
<p>Dentre as doen&ccedil;as relacionadas, as de cora&ccedil;&atilde;o lideram o ranking com 56% dos &oacute;bitos. Hoje, as estat&iacute;sticas mostram que de cada dez brasileiros, quatro deixam de viver em decorr&ecirc;ncia de males cardiovasculares. Existe uma previs&atilde;o de que se nada mudar, em 2040 o Brasil ser&aacute; o campe&atilde;o mundial de mortes por este tipo de problema.</p>
<p>&quot;O aumento do colesterol no sangue n&atilde;o causa sintomas e quando a pessoa come&ccedil;a a sentir alguma coisa, j&aacute; &eacute; em decorr&ecirc;ncia do processo ateroscler&oacute;tico (endurecimento das art&eacute;rias). Por isso, a preven&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental&quot;, diz o cardiologista Roque Marcos Savioli, diretor da Unidade de Sa&uacute;de Suplementar do Incor do Hospital das Cl&iacute;nicas, em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>A seguir, separamos quatro alimentos que s&atilde;o campe&otilde;es em diminuir os n&iacute;veis de LDL. Mas, para que a dieta d&ecirc; certo, eles devem ser consumidos diariamente. Antes de tudo, no entanto, converse com uma nutricionista. Vamos l&aacute;?</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Com alho, por favor </font></strong></p>
<p>As propriedades terap&ecirc;uticas do alho (Allium sativum L.) foram descobertas ainda na Antiguidade. Diversos estudos comprovaram cientificamente que o alimento previne infec&ccedil;&otilde;es patog&ecirc;nicas (causadas atrav&eacute;s do ar ou alimentos), c&acirc;ncer e doen&ccedil;as cardiovasculares.</p>
<p>O vegetal possui mais de 30 compostos derivados do enxofre, como a alicina, aliina e sulfeto de dialina que, al&eacute;m de produzirem seu odor caracter&iacute;stico, s&atilde;o respons&aacute;veis pelos efeitos ben&eacute;ficos para a sa&uacute;de. Como s&atilde;o subst&acirc;ncias lipossol&uacute;veis, para que possam agir no organismo &eacute; necess&aacute;rio que sejam ingeridas com gorduras do bem, como o azeite de oliva, por exemplo.</p>
<p>No alho encontramos a s-alil-ciste&iacute;na, composto respons&aacute;vel pela diminui&ccedil;&atilde;o das taxas do mau colesterol. Por ser hidrossol&uacute;vel, ela tamb&eacute;m tem a capacidade de se ligar &agrave;s mol&eacute;culas de gordura, facilitando a sua elimina&ccedil;&atilde;o pelo organismo. Isso impede que se formem placas de gordura nas art&eacute;rias.</p>
<p>&quot;O consumo frequente de alho provoca a vasodilata&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o aumento do di&acirc;metro dos vasos sangu&iacute;neos, o que leva o sangue a fluir com mais facilidade&quot;, explica a nutricionista Raquel Pimentel, da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional, em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>No entanto, a nutricionista funcional Gisela Savioli, da capital paulista, faz um alerta para as pessoas que utilizam c&aacute;psulas de alho para a redu&ccedil;&atilde;o do colesterol. Segundo ela, o extrato de alho envelhecido &eacute; o &uacute;nico suplemento capaz de reduzir as taxas de LDL. &quot;Ele preserva todas as propriedades&quot;, ressalta. De qualquer forma, a melhor maneira de inserir o vegetal na alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; consumi-lo cru, pois a exposi&ccedil;&atilde;o a altas temperaturas faz que parte de seus nutrientes se percam.</p>
<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de ingest&atilde;o &eacute; de um a dois dentes de alho por dia. Para potencializar seus benef&iacute;cios, indica-se macer&aacute;-lo e deix&aacute;-lo dez minutos em repouso antes da utiliza&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o se esque&ccedil;a de usar um pouco de azeite de oliva para que os componentes lipossol&uacute;veis sejam absorvidos pelo organismo.</p>
<p><strong><font color="#ed3897">O caminho do colesterol </font></strong></p>
<p>Quando a gordura ruim entra em contato com a enzima lipase, no sangue, d&aacute; origem ao LDL. A parte que sobra vira o HDL. O trabalho do HDL &eacute; recolher o LDL da circula&ccedil;&atilde;o e lev&aacute;-lo de volta ao f&iacute;gado para ser eliminado. O problema &eacute; que o HDL n&atilde;o consegue transportar grandes quantidades de LDL, por esse motivo, as mol&eacute;culas de gordura acabam ficando pelo caminho e se acumulando na parede das art&eacute;rias.</p>
<p>Essa a&ccedil;&atilde;o leva ao entupimento gradual dos vasos, que gera a doen&ccedil;a conhecida como aterosclerose. Em determinado momento, essa placa pode romper, provocando um co&aacute;gulo. Isso causar&aacute; uma obstru&ccedil;&atilde;o do fluxo sangu&iacute;neo na art&eacute;ria. Ent&atilde;o, o cora&ccedil;&atilde;o enfarta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Fa&ccedil;a a biomassa</font></strong></p>
<p>Lave cinco bananas-verdes com casca utilizando uma esponja e detergente neutro. Coloque-as com casca em uma panela de press&atilde;o com &aacute;gua fervente suficiente para cobri-las e deixe cozinhar por 10 minutos, contados a partir do momento em que a panela pegar press&atilde;o.</p>
<p>Desligue o fogo e espere que o vapor continue a cozinhar as bananas. Ap&oacute;s o cozimento, mantenha as bananas quentes na pr&oacute;pria &aacute;gua do cozimento e v&aacute; retirando as cascas e colocando a polpa no processador. &Eacute; importante que a polpa da banana esteja bem quente para n&atilde;o enfarinhar. Triture at&eacute; formar uma massa homog&ecirc;nea. A biomassa pode ser armazenada em geladeira por at&eacute; uma semana ou no freezer por tr&ecirc;s meses. O rendimento &eacute; de 250 gramas.</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">Linha&ccedil;a: golpe no colesterol </font></strong></p>
<p>Muito tem se falado sobre os benef&iacute;cios dessa semente. Rica em fibras e em &ocirc;mega-3, ela possui qualidades protetoras na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as cardiovasculares. &quot;Estudos recentes sobre a linha&ccedil;a t&ecirc;m demonstrado seu efeito na redu&ccedil;&atilde;o do LDL&quot;, indica Raquel Pimentel. A pectina tem muito a ver com isso. Essa fibra sol&uacute;vel age de forma semelhante &agrave; betaglucana, subst&acirc;ncia encontrada na aveia.</p>
<p>Ao entrar em contato com a &aacute;gua, ela vira uma esp&eacute;cie de gel que retarda o esvaziamento g&aacute;strico e impede a absor&ccedil;&atilde;o de parte das gorduras, levando-as diretamente para a elimina&ccedil;&atilde;o pelas fezes. A linha&ccedil;a (Linum usitatissimum L.)ainda cont&eacute;m vitaminas B1, B2, C, E, caroteno e minerais como ferro, zinco, magn&eacute;sio, f&oacute;sforo e c&aacute;lcio.</p>
<p>Estudos comprovam ainda que seu consumo regular previne e ajuda a combater males como depress&atilde;o, TPM, c&acirc;ncer de mama e de pr&oacute;stata, diabete, mal de Alzheimer, possui a&ccedil;&atilde;o anti-inflamat&oacute;ria, antidepressiva e refor&ccedil;a o sistema imunol&oacute;gico. &Eacute; importante lembrar que para aproveitar todos os seus benef&iacute;cios, a semente deve ser levemente triturada, j&aacute; que sua casca &eacute; resistente &agrave; a&ccedil;&atilde;o do suco g&aacute;strico e passa sem sofrer digest&atilde;o no trato gastrointestinal.</p>
<p>De forma geral, indica-se o consumo de tr&ecirc;s colheres (sobremesa) ao dia, distribu&iacute;das nas tr&ecirc;s principais refei&ccedil;&otilde;es &#8211; caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o e jantar. As sementes podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sopas, sucos, vitaminas, misturada a outros cereais, massas de p&atilde;es e bolos e diretamente na &aacute;gua.</p>
<table width="507" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="501"><img width="501" height="546" title="" alt="" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/imagens/i160736.jpg" name="[i160736]" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><font color="#ed3897">Para aproveitar todos os nutrientes, a linha&ccedil;a deve ser triturada</font></strong></p>
<p>Aliados do cora&ccedil;&atilde;o Abacate: fruta rica em gordura monoinsaturada, que ajuda a reduzir o LDL e aumentar o HDL. Recomenda-se o consumo di&aacute;rio de duas colheres (sopa) de abacate por dia. Azeite: cont&eacute;m entre 60% e 80% de gorduras monoinsaturadas. Essa concentra&ccedil;&atilde;o ajuda a diminuir o mau colesterol e conserva o bom colesterol.</p>
<p>Cebola: tem v&aacute;rios compostos sulf&uacute;ricos, que ajudam a diminuir os riscos do endurecimento das art&eacute;rias, capazes de levar ao enfarte. A metade de uma cebola crua por dia j&aacute; ajuda a bloquear as placas de gordura. Leguminosas: o feij&atilde;o preto, branco e roxo, a lentilha e o gr&atilde;o-de-bico possuem um componente importante no combate ao colesterol: a fibra sol&uacute;vel. Ela leva a gordura para fora do organismo. Uma concha por dia &eacute; o suficiente.</p>
<p>Oleaginosas: castanha do Brasil, castanha de caju, nozes, am&ecirc;ndoas, entre outras, tamb&eacute;m s&atilde;o alimentos fonte de gorduras monoinsaturadas. O ideal &eacute; consumir em torno de 15 gramas por dia, o que equivale a um punhado. Uva: a fruta &eacute; rica em flavonoides, subst&acirc;ncia que ajuda a controlar o colesterol. Devem-se consumir dois copos de suco de uva por dia. Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional; e Gisela Savioli, nutricionista cl&iacute;nica e funcional.</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Banana-verde</font></strong></p>
<p>Alimento ainda pouco divulgado, a banana-verde (Musa spp.), quando cozida, apresenta diversos benef&iacute;cios. Cont&eacute;m grande teor de amido resistente, que tem a&ccedil;&atilde;o parecida &agrave; fibra alimentar, pois n&atilde;o &eacute; digerido nem absorvido pelo intestino delgado.</p>
<p>No intestino grosso, esse amido &eacute; fermentado e produz subst&acirc;ncias que servem como fonte de energia para a produ&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias ben&eacute;ficas &agrave; flora intestinal. Elas t&ecirc;m o papel de manter a integridade da mucosa intestinal, que &eacute; respons&aacute;vel pela absor&ccedil;&atilde;o adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de subst&acirc;ncias mal&eacute;ficas. Esses efeitos auxiliam na diminui&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis de colesterol e triglic&eacute;rides, contribuindo na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as coronarianas.</p>
<p>Da polpa da banana-verde originam-se dois subprodutos, a biomassa e a farinha (veja receita na p&aacute;gina 18), que s&atilde;o utilizados no preparo de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Podem ainda ser adicionados a sucos e vitaminas. &quot;De forma geral, a ingest&atilde;o di&aacute;ria recomendada &eacute; de duas colheres [sopa] da biomassa ou da farinha&quot;, explica a nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional.</p>
<p>Al&eacute;m disso, a fruta cont&eacute;m vitaminas A, C, D e E, e quantidades razo&aacute;veis de vitaminas do complexo B &#8211; especialmente B1 e B2 -, al&eacute;m de pot&aacute;ssio e f&oacute;sforo. Funciona como combust&iacute;vel natural, j&aacute; que ajuda a recuperar as energias em atividades f&iacute;sicas e a melhorar o condicionamento f&iacute;sico. Devido &agrave;s concentra&ccedil;&otilde;es de pot&aacute;ssio encontradas no alimento, seu consumo ajuda nas contra&ccedil;&otilde;es musculares e a evitar c&acirc;imbras.</p>
<table width="206" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="200"><img width="200" height="329" title="" alt="" src="http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/32/imagens/i160737.jpg" name="[i160737]" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center">
<div class="legenda">Aveia e biomassa de banana- verde: uma dupla implac&aacute;vel</div>
</p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><font color="#ed3897">Hora de malhar!</font></strong></p>
<p> N&atilde;o limite a pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas apenas a academias ou clubes. Ambientes que proporcionem o contato com a natureza s&atilde;o excelentes escolhas.</p>
<p> Deixe o carro em casa e execute pequenas tarefas a p&eacute;.</p>
<p> Procure um amigo que j&aacute; pratica atividades f&iacute;sicas e se exercite com ele. Essa &eacute; uma excelente forma de se sentir estimulado!</p>
<p> Se n&atilde;o consegue 30 minutos seguidos para se exercitar, distribua-os ao longo do dia. O importante &eacute; acumular esse tempo todos os dias.</p>
<p> Lembre-se: n&atilde;o existe um exerc&iacute;cio melhor do que o outro, o importante &eacute; se mexer.</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fontes: Fabiana Braga Benatti, mestre em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica; e Gl&aacute;ucia Braggion, nutricionista do CELAFISCS e assessora cient&iacute;fica do programa Agita S&atilde;o Paulo.</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">O tipo de aveia que possui maior quantidade de betaglucanas, uma fibra sol&uacute;vel capaz de remover o colesterol da corrente sangu&iacute;nea, &eacute; o farelo, seguido dos flocos e da farinha</font></strong></p>
<p><strong><font color="#ed3897">A veia, cereal de respeito</font></strong></p>
<p>Al&eacute;m de ser rica em vitaminas do complexo B e E, f&oacute;sforo, pot&aacute;ssio e ferro, a aveia (Avena sativa L.) possui ainda a betaglucana, uma fibra sol&uacute;vel capaz de remover o colesterol da corrente sangu&iacute;nea. Ao entrar em contato com a &aacute;gua, ela vira uma esp&eacute;cie de gel que se liga aos &aacute;cidos biliares, facilitando sua excre&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&quot;Os &aacute;cidos biliares, que s&atilde;o derivados do colesterol, quando absorvidos pelo intestino s&atilde;o reciclados no f&iacute;gado e podem circular entre o intestino e o f&iacute;gado v&aacute;rias vezes ao dia. Com sua elimina&ccedil;&atilde;o pelas fezes, o f&iacute;gado capta mais colesterol para produ&ccedil;&atilde;o de novos &aacute;cidos biliares&quot;, explica a nutricionista Gisela Savioli. Desta forma, a aveia consegue reduzir as taxas de LDL.</p>
<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) reconheceu que a betaglucana auxilia na redu&ccedil;&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o de colesterol, mas alerta que seu consumo deve estar associado a uma dieta equilibrada e h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis. Para tirar o maior proveito dessa fibra sol&uacute;vel, &eacute; importante saber qual forma de apresenta&ccedil;&atilde;o desse cereal tem a maior concentra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&quot;O tipo de aveia que possui maior quantidade de betaglucanas &eacute; o farelo, seguido dos flocos e da farinha&quot;, explica a nutricionista Raquel Pimentel. O &oacute;rg&atilde;o norte-americano FDA (Foods and Drugs Administration) reconheceu sua efici&ecirc;ncia na redu&ccedil;&atilde;o dos riscos de doen&ccedil;as coronarianas, e recomenda a ingest&atilde;o de 3 gramas de betaglucana da aveia, o equivalente a tr&ecirc;s colheres de sopa de farelo ou quatro de farinha, por dia.</p>
<p>Adicionar esse alimento &agrave; dieta traz ainda outras vantagens, como o c&aacute;lcio, que auxilia a fortalecer ossos e dentes, al&eacute;m de exercer papel fundamental no metabolismo celular, na coagula&ccedil;&atilde;o do sangue, na contra&ccedil;&atilde;o muscular, na preven&ccedil;&atilde;o de c&acirc;imbras e hipertens&atilde;ol.</p>
<p>&quot;&Eacute; ainda fonte de ferro, que transporta e armazena o oxig&ecirc;nio, previne anemia e ajuda a melhorar as defesas do organismo&quot;, acrescenta Gisela Savioli. A aveia &eacute; um alimento vers&aacute;til e de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o nas prepara&ccedil;&otilde;es culin&aacute;rias, pois pode ser usada em prepara&ccedil;&otilde;es doces, salgadas, frias, quentes e em todas as refei&ccedil;&otilde;es</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Mexa-se, j&aacute;!</font></strong></p>
<p>Imagine um carro que fica muito tempo estacionado em um local exposto constantemente ao sol e &agrave; chuva. Por mais novo que seja o autom&oacute;vel, o fato de estar ali, sempre parado e exposto &agrave;s agress&otilde;es externas, certamente provocar&aacute; in&uacute;meros problemas em seus mecanismos com o passar do tempo.</p>
<p>A compara&ccedil;&atilde;o pode at&eacute; ser engra&ccedil;ada, mas &eacute; exatamente isso que acontece quando o corpo n&atilde;o recebe os est&iacute;mulos das atividades f&iacute;sicas. Com o tempo, ele literalmente enferruja e fica predisposto a desenvolver diversas doen&ccedil;as que, com as atitudes certas, poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>&quot;Ainda se especula sobre qual seria o fator em comum desencadeante de algumas doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas como diabete, obesidade, osteoporose, hipertens&atilde;o, dislipidemias e doen&ccedil;as cardiovasculares como um todo, mas o fato &eacute; que todas elas est&atilde;o altamente relacionadas e s&atilde;o muito favorecidas pelo sedentarismo&quot;, explica Fabiana Braga Benatti, mestre em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. No box &agrave; esquerda, veja algumas dicas para mexer o corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#ed3897">Omelete de legumes com aveia</font></strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong> <br />
2 ovos 1 x&iacute;cara (ch&aacute;) de legumes ralados e refogados (abobrinha, cenoura, alho-por&oacute; ou outro de sua prefer&ecirc;ncia) 2 colheres (sopa) de farelo de aveia 1 colher (sopa) de azeite 1 colher (ch&aacute;) de salsinha picada Or&eacute;gano e sal a gosto</p>
<p><strong>Preparo</strong> <br />
Bata os ovos e junte a aveia, os temperos e por &uacute;ltimo os legumes refogados. Em uma frigideira ou omeleteira, aque&ccedil;a o azeite e despeje a mistura. Deixe cozinhar e dourar dos dois lados. Divida ao meio e sirva quente.</p>
<p><strong>Rendimento</strong> 2 por&ccedil;&otilde;es</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">Bolo de biomassa de banana-verde</font></strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong> <br />
1 x&iacute;cara (ch&aacute;) de biomassa 1 x&iacute;cara (ch&aacute;) de &oacute;leo de arroz 3 ovos &frac12; x&iacute;cara (ch&aacute;) de a&ccedil;&uacute;car demerara ou mascavo 1 x&iacute;cara (ch&aacute;) bem cheia de farinha especial (pode ser farinha de banana-verde ou g&eacute;rmen de trigo) 1 colher (sopa) de fermento em p&oacute;</p>
<p><strong>Preparo</strong> <br />
Misture os ingredientes secos (a&ccedil;&uacute;car, g&eacute;rmen de trigo e fermento). No liquidificador, bata a biomassa, o &oacute;leo e os ovos. Junte o l&iacute;quido com o seco e despeje em uma forma redonda untada e enfarinhada. Leve para assar em forno m&eacute;dio, preaquecido, por 30 minutos ou at&eacute; que, enfiando um palito, ele saia limpo.</p>
<p><strong>Rendimento</strong> 6 por&ccedil;&otilde;es</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Renato Caleffi, chef do Le Manjue Bistr&ocirc; (SP)</em></p>
</div>
<p><strong><font color="#ed3897">Vitamina de frutas vermelhas com linha&ccedil;a </font></strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong> <br />
1 copo de iogurte natural desnatado (200 g) 1 colher (sopa) de polpa de framboesa congelada 1 colher (sopa) de polpa de amora congelada 1 colher (sopa) de polpa de mirtilo congelada ou outra fruta de prefer&ecirc;ncia (morango, a&ccedil;a&iacute;, goiaba) 1 colher (sopa) de sementes de linha&ccedil;a Ado&ccedil;ante ou a&ccedil;&uacute;car a gosto</p>
<p><strong>Preparo</strong> <br />
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque em um copo e sirva.</p>
<p><strong>Rendimento</strong><br />
2 por&ccedil;&otilde;es</p>
<div class="legenda">
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ter fé faz bem à saúde</title>
		<link>http://phatae.com/2009/11/ter-fe-faz-bem-a-saude/</link>
		<comments>http://phatae.com/2009/11/ter-fe-faz-bem-a-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[crença]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Fonte: site Vya Estelar por Elisa Kozasa Pr&#225;tica regular de rezar o ter&#231;o, cantar mantras, meditar, aliviam o estresse e reduzem ansiedade de acordo com diversos estudos &#34;Talvez seja importante em primeiro lugar voc&#234; mesmo acreditar em algo, al&#233;m de saber que est&#225; recebendo algum tipo de apoio espiritual, com por exemplo, uma ora&#231;&#227;o. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="5" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="frase" colspan="4">Fonte: site Vya Estelar</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" class="autor">por Elisa Kozasa</td>
</tr>
<tr>
<td class="textoInterna" colspan="4">
<p><strong><em>Pr&aacute;tica regular          de rezar o ter&ccedil;o, cantar mantras, meditar, aliviam o estresse e          reduzem ansiedade de acordo com diversos estudos</em></strong></p>
<table width="100%" cellspacing="15" cellpadding="2" border="0">
<tbody>
<tr>
<td width="40%"><font size="2"><strong><em>&quot;Talvez seja importante              em primeiro lugar voc&ecirc; mesmo acreditar em algo, al&eacute;m              de saber que est&aacute; recebendo algum tipo de apoio espiritual,              com por exemplo, uma ora&ccedil;&atilde;o. Para aqueles que n&atilde;o              possuem algum tipo de f&eacute;, todo esse fen&ocirc;meno pode ser              explicado como efeito placebo&quot;</em></strong></font></td>
<td><font size="2">Recentemente durante uma visita em um hospital, vi              um grupo de amigos que estavam aguardando a hora em que poderiam subir              para o quarto e conversar com um paciente. Eles pertenciam a um grupo              religioso ao qual o referido paciente pertencia. Ao que parecia eles              j&aacute; estavam fazendo uma corrente de ora&ccedil;&otilde;es para              a recupera&ccedil;&atilde;o do companheiro internado. </font></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Ser&aacute; que faz alguma diferen&ccedil;a ter algum tipo de          f&eacute; ou cren&ccedil;a na hora da doen&ccedil;a? </strong></p>
<p>            Ser&aacute; que eu teria mais chances de me recuperar se eu acreditasse          em um Deus ou em um plano espiritual? Ou na interven&ccedil;&atilde;o          de um plano divino para minha sa&uacute;de e bem-estar?</p>
<p>            Em primeiro lugar, pessoas que apresentam alguma cren&ccedil;a parecem          atribuir maior significado para o que acontece em suas vidas, buscando          extrair li&ccedil;&otilde;es ou melhores comportamentos a partir de eventos          negativos. Dessa maneira, parecem conseguir superar adversidades de maneira          mais suave, evitando cair em processos depressivos patol&oacute;gicos.</p>
<p>            Alguns estudos apontam tamb&eacute;m para o car&aacute;ter preventivo          da espiritualidade quanto a determinadas doen&ccedil;as, pois em geral          ir&aacute; gerar h&aacute;bitos de vida mais saud&aacute;veis. H&aacute;          pesquisas que apontam, por exemplo, que jovens que frequentam grupos religiosos          possuem menor incid&ecirc;ncia de abuso de drogas e &aacute;lcool. </p>
<p>            Pr&aacute;ticas regulares de rezar o ter&ccedil;o, cantar mantras, meditar,          aliviam o estresse e reduzem a ansiedade de acordo com *diversos estudos,          trazendo um equil&iacute;brio mental e emocional para seus praticantes.</p>
<p>            Ter santos, messias, <em>bodisatvas (</em>ser de sabedoria elevada<em>)</em>,          her&oacute;is como exemplos de vida, nos trazem um alento, pois percebemos          que mesmo sendo humanos podemos manifestar caracter&iacute;sticas divinas          e superar grandes dificuldades.</p>
<p>            H&aacute; estudos que mostram tamb&eacute;m os benef&iacute;cios da pr&aacute;tica          espiritual para o bolso. Uma pesquisa com meditadores citada por Ramesh          Manocha, m&eacute;dico e pesquisador que atua na Austr&aacute;lia, mostrou          que eles custam menos para os sistemas de sa&uacute;de. Tenho uma conhecida          que certa vez me disse que l&aacute; na Calif&oacute;rnia onde ela mora,          h&aacute; um plano de sa&uacute;de que d&aacute; descontos para meditadores.</p>
<p>            Por outro lado, a literatura cient&iacute;fica apresenta dados contradit&oacute;rios          quanto aos efeitos da pr&aacute;tica de ora&ccedil;&otilde;es realizadas          por terceiros. H&aacute; estudos que mostram um efeito positivo, por&eacute;m,          um estudo realizado por Herbert Benson, um dos pioneiros no estudo da          espiritualidade, n&atilde;o conseguiu correlacionar ora&ccedil;&otilde;es          realizadas a um grupo de pacientes, que n&atilde;o sabia que recebia essa          <em>interven&ccedil;&atilde;o</em>, com alguma melhora no estado de sa&uacute;de.          </p>
<p>            Talvez seja importante em primeiro lugar voc&ecirc; mesmo acreditar em          algo, al&eacute;m de saber que est&aacute; recebendo algum tipo de apoio          espiritual com uma ora&ccedil;&atilde;o. Para aqueles que n&atilde;o possuem          algum tipo de f&eacute;, todo esse fen&ocirc;meno pode ser explicado como          um efeito placebo (aquele em que a pessoa acredita estar sendo tratada          e melhora). **Ou seja, pacientes que t&ecirc;m alguma doen&ccedil;a e          que s&atilde;o tratados apenas por meio da ingest&atilde;o de uma pastilha          in&oacute;cua, contendo nada mais do que farinha e talvez um pouco de          a&ccedil;&uacute;car, acabam se curando da doen&ccedil;a, a uma taxa maior          do que aqueles que n&atilde;o recebem tratamento algum</p>
<p>            De qualquer maneira, placebo ou interven&ccedil;&atilde;o divina, os resultados          da cren&ccedil;a na melhora de sua sa&uacute;de tem um efeito bastante          ben&eacute;fico.</p>
<p>* Sanchez ZM, Nappo SA. A religiosidade, a espiritualidade e o consumo          de drogas.<br />
            Rev. Psiq. Cl&iacute;n. 34, supl 1; 73-81, 2007</p>
<p>** Oswaldo Pessoa Jr. &#8211; fil&oacute;sofo da ci&ecirc;ncia, com doutorado          sobre f&iacute;sica qu&acirc;ntica</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Pessoas deprimidas podem exagerar nos sintomas de doenças</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[deprimidas]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[exagerar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Pessoas deprimidas tendem a sentir mais sintomas f&#237;sicos de doen&#231;as do que elas realmente podem estar experimentando. Um estudo da Universidade de Iowa, EUA, diz que indiv&#237;duos deprimidos podem potencializar os sintomas ao n&#227;o conseguirem se livrar de pensamentos repetitivamente negativos, exagerando o que sentem, especialmente quando recorrem &#224; mem&#243;ria para descrever os sintomas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Pessoas deprimidas tendem a sentir mais sintomas f&iacute;sicos de doen&ccedil;as do que elas realmente podem estar experimentando. Um estudo da Universidade de Iowa, EUA, diz que indiv&iacute;duos deprimidos podem potencializar os sintomas ao n&atilde;o conseguirem se livrar de pensamentos repetitivamente negativos, exagerando o que sentem, especialmente quando recorrem &agrave; mem&oacute;ria para descrever os sintomas de uma doen&ccedil;a ou dor.</p>
<p>Publicado no peri&oacute;dico <em>Psychosomatic Medicine</em>, e liderado por Jerry Suls, o estudo acompanhou 109 pacientes mulheres que preencheram questin&aacute;rios para medir seus n&iacute;veis de depress&atilde;o. Durante 3 semanas elas foram monitoradas sobre sua sa&uacute;de f&iacute;sica, incluindo alergias e dores em geral. No final do per&iacute;odo foi pedido que as participantes se lembrassem dos dias em que haviam se sentido mal e os descrevessem. As pacientes identificadas como depressivas eram mais propensas a piorar as lembran&ccedil;as dos sintomas ou a aumentar a frequ&ecirc;ncia de dias com dores, por exemplo.</p>
<p>&ldquo;As pessoas deprimidas tiveram o maior &iacute;ndice de erros ao tentarem se lembrar de como haviam se sentido quanto &agrave; sa&uacute;de, no per&iacute;odo de estudo&rdquo;, diz Suls. Apesar do estudo inicial focar pacientes mulheres, Suls e sua equipe est&atilde;o finalizando resultados de grupos mistos, com resultados semelhantes.</p>
<p>&Eacute; importante lembrar, diz o pesquisador, que ao exagerar esses sintomas a depress&atilde;o pode contribuir para que os indiv&iacute;duos se motivem menos a exercer tarefas di&aacute;rias, exceder nos medicamentos ou mesmo visitar mais vezes ao m&eacute;dico.</p>
<p>&ldquo;Mas os m&eacute;dicos n&atilde;o devem simplesmente descartar sintomas reportados por pacientes com quadros depressivos. O que acontece &eacute; que as lembran&ccedil;as desses quadros podem ser exagerados&rdquo;, lembra Suls. &ldquo;Um m&eacute;dico que acompanhe um paciente com esse perfil pode pedir que o paciente fa&ccedil;a um di&aacute;rio dizendo como ele est&aacute; se sentindo no dia. Isso pode contribuir para que ele tenha um registro fiel da evolu&ccedil;&atilde;o de uma poss&iacute;vel doen&ccedil;a&rdquo;, sugere.</p>
<p><span style="color: rgb(255, 255, 255);"> .</span></p>
<p><strong><em>da Reda&ccedil;&atilde;o do Site <a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2009/11/07/pessoas-deprimidas-podem-exagerar-nos-sintomas-de-doencas/">O QUE EU TENHO?</a><br />
</em></strong></p>
<p><em>com informa&ccedil;&otilde;es da University of Iowa</em></p>
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		<title>Estresse e Gravidez</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[engravidar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[grávidas]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Muitas pessoas j&#225; ouviram falar que casais que querem muito ter um filho s&#243; conseguem engravidar quando ficam menos ansiosos e relaxam um pouco. Um estudo apresentado esta semana no congresso da American Society for Reproductive Medicine confirma que a redu&#231;&#227;o do estresse pode ajudar as mulheres a engravidar. Em pesquisa com 97 mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas j&aacute; ouviram falar que casais que querem muito ter um filho s&oacute;  conseguem engravidar quando ficam menos ansiosos e relaxam um pouco. Um estudo  apresentado esta semana no congresso da <i>American Society for Reproductive  Medicine</i> confirma que a redu&ccedil;&atilde;o do estresse pode ajudar as mulheres a  engravidar. Em pesquisa com 97 mulheres que tentavam engravidar atrav&eacute;s de  procedimentos de fertiliza&ccedil;&atilde;o <i>in vitro</i>, os pesquisadores notaram que  aquelas que passaram a participar de um programa de controle do estresse tinham  160% mais chances de ficarem gr&aacute;vidas.</p>
<p align="justify">&quot;Esse estudo mostra que o controle do estresse pode melhorar  as taxas de gravidez, minimizando o estresse do manejo da fertilidade,  melhorando as taxas de sucesso dos procedimentos de fertiliza&ccedil;&atilde;o <i>in vitro</i>  e, finalmente, ajudando a aliviar o peso emocional para as mulheres que est&atilde;o  enfrentando os desafios de tentar conceber&quot;, explicou a pesquisadora Alice  Domar, da Universidade de Harvard, nos EUA.</p>
<p align="justify">De acordo com os pesquisadores, o programa n&atilde;o afetou a taxa  de concep&ccedil;&atilde;o na primeira tentativa. Por&eacute;m, para as mulheres que falharam na  primeira tentativa de engravidar pelos m&eacute;todos de fertiliza&ccedil;&atilde;o <i>in vitro</i>,  a redu&ccedil;&atilde;o do estresse fez grande diferen&ccedil;a da segunda vez &ndash; 52% delas ficaram  gr&aacute;vidas, comparado com apenas 20% daquelas que n&atilde;o participaram do programa.</p>
<p align="justify">Por isso, os especialistas defendem que abordagens como  controle do estresse podem ser utilizadas complementarmente aos tratamentos da  infertilidade. &quot;Est&aacute; claro, baseado em um estudo cuidadosamente desenvolvido,  que uma abordagem hol&iacute;stica para a infertilidade leva a melhores resultados para  as pacientes&quot;, disse o m&eacute;dico Dale McClure, presidente da Sociedade Americana de  Medicina Reprodutiva.</p>
<p align="justify">Fonte: <b>American Society for Reproductive Medicine</b>. 19  de outubro de 2009.</p>
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