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	<title>PHATAE &#187; sol</title>
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	<description>Por Rogério Pires</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Aug 2010 11:24:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aproveite melhor o Sol neste verão</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 11:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holismo]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados especiais]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[vitaminas e proteínas]]></category>

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		<description><![CDATA[Só quem vive num país tropical tem à sua disposição um tratamento tão eficiente - e que ajuda a fortalecer o sistema imunológico, a controlar a pressão arterial e o diabetes e, ainda, a prevenir complicações cardiovasculares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span class="creditos">Por Rita Trevisan</span></p>
<table style="width: 483px; height: 61px;">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center">&nbsp;</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center"><strong><font color="#ff0000">39,6% dos brasileiros t&ecirc;m defici&ecirc;ncia da vitamina D, </font></strong></div>
<div align="center"><strong><font color="#ff0000">segundo levantamento feito pela USP</font></strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora n&atilde;o tenha sido absolvido da culpa de causar manchas, queimaduras e c&acirc;ncer de pele, o sol, quando bem administrado, traz muito mais benef&iacute;cios &agrave; sa&uacute;de do que se pode imaginar. Como &eacute; essencial para a s&iacute;ntese da vitamina D &#8211; encontrada em baix&iacute;ssima quantidade nos alimentos -, ele participa de processos metab&oacute;licos importantes e atua sobre diversos &oacute;rg&atilde;os, ajudando a prevenir doen&ccedil;as.</p>
<p>A a&ccedil;&atilde;o principal e mais conhecida desta vitamina &eacute; proporcionar o equil&iacute;brio dos n&iacute;veis de c&aacute;lcio e f&oacute;sforo do organismo, permitindo que as atividades nas quais esses &iacute;ons est&atilde;o envolvidos ocorram de maneira adequada. A vitamina tamb&eacute;m participa de aspectos importantes da fun&ccedil;&atilde;o neuromuscular, que repercutem na capacidade de realizar movimentos r&aacute;pidos. Al&eacute;m disso, o composto ajuda a regular as contra&ccedil;&otilde;es do m&uacute;sculo card&iacute;aco, que viabiliza o bombeamento do sangue para todo o corpo. Assim, ao manter os n&iacute;veis ideais do micronutriente no organismo, estamos contribuindo para a preven&ccedil;&atilde;o de complica&ccedil;&otilde;es de ordem cardiovascular. &quot;A vitamina age, ainda, na fixa&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lcio pelo organismo. Sua defici&ecirc;ncia causa raquitismo na crian&ccedil;a e osteomal&aacute;cia no adulto&quot;, explica a endocrinologista B&aacute;rbara Campolina Carvalho Silva.</p>
<p>A capacidade de resistir &agrave;s doen&ccedil;as e de combat&ecirc;-las tamb&eacute;m est&aacute; relacionada &agrave; quantidade encontrada dessa vitamina no organismo. &quot;A vitamina D tem a&ccedil;&atilde;o bactericida e estimula a fagocitose, agindo no combate a algumas infec&ccedil;&otilde;es, como a tuberculose. Atua ainda, direta e indiretamente, na diferencia&ccedil;&atilde;o e ativa&ccedil;&atilde;o de linf&oacute;citos T-CD4+, que s&atilde;o c&eacute;lulas de defesa, prevenindo o desenvolvimento de doen&ccedil;as autoimunes&quot;, afirma a especialista.</p>
<p>Com tantos efeitos ben&eacute;ficos, n&atilde;o &eacute; de se estranhar que ela vem sendo apontada como fator capaz de garantir a longevidade. Segundo pesquisa publicada na revista cient&iacute;fica Archives of Internal Medicine, o d&eacute;ficit dessa vitamina aumenta em 26% o risco de morte pelas mais variadas causas. O estudo avaliou mais de 13 mil homens e mulheres.</p>
<p><font size="4" color="#ff0000"><strong>Vitamina multifun&ccedil;&atilde;o </strong></font></p>
<p>Em pa&iacute;ses como Noruega, Finl&acirc;ndia e Dinamarca, a comercializa&ccedil;&atilde;o de alimentos fortificados com vitamina D &eacute; muito comum. E n&atilde;o por acaso. A car&ecirc;ncia desse micronutriente est&aacute; intimamente ligada ao aparecimento de diversas doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, como a hipertens&atilde;o e o diabetes. Isso porque ele atua sobre v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os, al&eacute;m de regular o metabolismo das gorduras, a produ&ccedil;&atilde;o de insulina e de renina, horm&ocirc;nio secretado pelos rins e que aumenta a press&atilde;o. &quot;A vitamina tamb&eacute;m tem a&ccedil;&atilde;o preventiva sobre o desenvolvimento de alguns tipos de c&acirc;ncer, principalmente os de mama, pr&oacute;stata e intestino&quot;, afirma B&aacute;rbara.</p>
<table style="width: 526px; height: 313px;">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img width="500" height="303" name="[i163691]" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/81/imagens/i163691.jpg" alt="" title="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo os especialistas, a vitamina ainda ajuda a minimizar o crescimento de alguns tipos de tumores. &quot;Ela estimula a produ&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias que inibem a prolifera&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas atingidas pelo c&acirc;ncer&quot;, diz a nefrologista Rosa Maria Affonso Moys&eacute;s, do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo (FMUSP).</p>
<p><strong><font size="4" color="#ff0000">Mais disposi&ccedil;&atilde;o</font></strong></p>
<p>Voc&ecirc; j&aacute; reparou que, nos dias cinzentos, em que o sol n&atilde;o d&aacute; o ar da gra&ccedil;a, fica mais f&aacute;cil sentir tristeza e des&acirc;nimo? A explica&ccedil;&atilde;o pode estar na rela&ccedil;&atilde;o entre a luz solar e a libera&ccedil;&atilde;o de serotonina, neurotransmissor respons&aacute;vel pelo nosso bem-estar. Por mecanismos ainda desconhecidos, os raios de sol estimulam a produ&ccedil;&atilde;o desse calmante natural, que ajuda a elevar a autoestima, melhora a motiva&ccedil;&atilde;o e ainda nos deixa mais felizes, sorrindo &agrave; toa. &quot;O sol e o calor tamb&eacute;m facilitam a socializa&ccedil;&atilde;o. Nas &eacute;pocas mais quentes, as pessoas tendem a se sentir mais &agrave; vontade, e se expressam com certa desenvoltura&quot;, diz a psic&oacute;loga Maria Regina Domingues de Azevedo, professora da Faculdade de Medicina do ABC.</p>
<p>O sol tem ainda outra fun&ccedil;&atilde;o importante sobre o organismo: a de regular o nosso rel&oacute;gio biol&oacute;gico. A luz emitida por ele &eacute; a que nos ajuda a estabelecer per&iacute;odos de sono e de vig&iacute;lia. Quando o sol aparece, os raios ultravioleta captados pela retina transformam-se em impulsos nervosos, que avisam uma gl&acirc;ndula cerebral, a ep&iacute;fise, que &eacute; hora de parar de secretar melatonina, horm&ocirc;nio do sono. &Agrave; noite, o processo &eacute; contr&aacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font size="4" color="#ff0000">Aten&ccedil;&atilde;o aos d&eacute;ficits</font></strong></p>
<p>A despeito de tantos benef&iacute;cios, &eacute; cada vez mais comum a defici&ecirc;ncia de vitamina D por falta de exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz solar, especialmente nos grandes centros. Hoje, estima-se que 40% da popula&ccedil;&atilde;o total apresente algum n&iacute;vel de car&ecirc;ncia desse micronutriente.</p>
<p>Para elaborar sua disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais, a endocrinologista B&aacute;rbara Campolino colheu dados de 349 pacientes, no per&iacute;odo entre 2006 e 2008. Ela descobriu que 45,5% das pessoas que passaram por uma cl&iacute;nica de Endocrinologia de Belo Horizonte apresentavam defici&ecirc;ncia de vitamina D. A preval&ecirc;ncia do problema tamb&eacute;m era expressiva entre aqueles que tomavam suplementos regularmente, chegando a 34,8%.</p>
<table cellpadding="4" bordercolor="#0000ff" align="center" style="width: 554px; height: 988px;">
<tbody>
<tr>
<td><strong><font size="4" color="#990000">Filtre seus cuidados </font></strong><br />
            Na esta&ccedil;&atilde;o das altas temperaturas, vale tomar algumas precau&ccedil;&otilde;es para n&atilde;o sofrer com os malef&iacute;cios trazidos pelo sol</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center"><img width="501" height="260" name="[i163692]" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/81/imagens/i163692.jpg" alt="" title="" /></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div class="legenda">
<div class="legenda">
<p style="text-align: center;"><em><font size="2" color="#0000ff">Se voc&ecirc; passa boa parte do tempo no carro, cuidado: o vidro filtra a radia&ccedil;&atilde;o UVB, </font></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><font size="2" color="#0000ff">mas a UVA o atravessa diretamente, atingindo a sua pele. </font></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><font size="2" color="#0000ff">Embora estes &uacute;ltimos raios sejam menos nocivos, a exposi&ccedil;&atilde;o prolongada tamb&eacute;m traz riscos.</font></em></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Para otimizar a a&ccedil;&atilde;o do seu filtro, aplique o produto sobre a pele seca e, de prefer&ecirc;ncia, meia hora antes de se expor ao sol.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>A &aacute;gua oferece pouca prote&ccedil;&atilde;o. &Agrave; profundidade de um metro, </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>metade dos raios ultravioleta que atingem a superf&iacute;cie ainda chegam debaixo d&#8217;&aacute;gua.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>No dia a dia, use &oacute;culos de sol que ofere&ccedil;am prote&ccedil;&atilde;o aos raios UVA e UVB.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Na praia ou na piscina, evite a exposi&ccedil;&atilde;o no hor&aacute;rio pr&oacute;ximo ao do almo&ccedil;o,</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em> mesmo se estiver usando um produto com FPS. Ao meiodia (ou &agrave;s 13 h, em cidades onde h&aacute; hor&aacute;rio de ver&atilde;o) as radia&ccedil;&otilde;es solares incidem perpendicularmente na superf&iacute;cie da Terra, </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>percorrendo a menor dist&acirc;ncia entre o sol e o nosso planeta.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Roupas escuras absorvem mais os raios ultravioleta que os tons past&eacute;is. </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Roupas claras, por outro lado, ajudam a filtrar a luz do sol, e a refletir a energia t&eacute;rmica, diminuindo o calor.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>A quantidade adequada de filtro solar para um adulto de estatura mediana &eacute;: </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>uma colher (ch&aacute;) para proteger rosto e pesco&ccedil;o, uma colher (sopa) para a parte da frente do tronco, </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>e outra para a parte posterior, </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>1 colher (sopa) para ambos os bra&ccedil;os e a mesma medida para ambas as pernas.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Tome precau&ccedil;&otilde;es especiais em altitudes mais elevadas, e em regi&otilde;es de clima tropical. Nesses locais, a radia&ccedil;&atilde;o solar &eacute; ainda mais intensa.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Tecidos de algod&atilde;o s&atilde;o facilmente atravessados pelas radia&ccedil;&otilde;es ultravioletas. </em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>Por isso, &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel sofrer queimaduras embaixo de um guarda-sol.</em></font></p>
<p style="text-align: center;"><font size="2" color="#0000ff"><em>A &aacute;gua reflete apenas 5% da luz solar. A areia, 17%, a grama, 25%, e a neve, 85%.</em></font></p>
</p></div>
</p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro estudo, feito pela nutricionista B&aacute;rbara Santarosa Emo Peters, na Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo (FSP/ USP), envolveu 136 adolescentes da cidade de Indaiatuba (SP), no ano de 2005. Os resultados foram surpreendentes. &quot;Descobrimos que 62% dos jovens apresentavam insufici&ecirc;ncia de vitamina D, que &eacute; caracterizada por valores abaixo de 30 ng/ml&quot;, explica a pesquisadora, p&oacute;s-doutoranda do Ambulat&oacute;rio de Fragilidades &Oacute;sseas da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp). O estudo foi premiado no VIII Congresso Iberoamericano de Osteologia e Metabolismo Mineral, e ganhou o Young Investigator Award do The American Society for Bone and Mineral Research.</p>
<p>Mas o problema parece ser ainda maior nos grandes centros urbanos. Um levantamento feito na FMUSP, em parceria com o Hospital Universit&aacute;rio, verificou que 77,4% de 603 volunt&aacute;rios analisados no inverno de 2006 apresentavam hipovitaminose D no organismo. &quot;O n&iacute;vel m&eacute;dio de vitamina no organismo, entre os volunt&aacute;rios, foi de 21,4 ng/ml: bem abaixo do recomendado, que &eacute; de 30 ng/ml&quot;, conta a coordenadora do estudo, a nefrologista Rosa Maria Affonso Moys&eacute;s. A pesquisa foi repetida durante o ver&atilde;o de 2007, com 219 volunt&aacute;rios. Por&eacute;m, apesar do aumento relativo na exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz solar, o levantamento identificou a defici&ecirc;ncia da vitamina D em 39,6% dos participantes do estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><font size="4" color="#ff0000">O fator exposi&ccedil;&atilde;o</font></strong></p>
<p>A explica&ccedil;&atilde;o para a aparente contradi&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre o fato de morarmos em um pa&iacute;s tropical &#8211; onde faz sol praticamente o ano todo &#8211; e, ainda assim, apresentarmos n&iacute;veis t&atilde;o baixos de vitamina D no organismo, pode ser o estilo de vida moderno. &quot;Estamos, cada vez mais, fugindo do sol. A pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas passou a ser em locais cobertos; o lazer tamb&eacute;m acontece dentro de recintos fechados, como o shopping. Assim, fica dif&iacute;cil garantir a exposi&ccedil;&atilde;o solar di&aacute;ria recomendada&quot;, diz Silva.</p>
<p>O medo das doen&ccedil;as de pele (especialmente do c&acirc;ncer) tamb&eacute;m tem impacto sobre o h&aacute;bito t&atilde;o atual de se evitar o sol, no dia a dia.</p>
<p>A falta de vitamina D no organismo, no entanto, &eacute; uma consequ&ecirc;ncia direta dessa baix&iacute;ssima exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz solar. Sem ela, o micronutriente n&atilde;o &eacute; sintetizado pelo organismo. &quot;Hoje, grande parte das pessoas n&atilde;o recebe luz solar suficiente para satisfazer as suas necessidades biol&oacute;gicas. Para ajudar, a quantidade desta vitamina nos alimentos &eacute; pequena e a suplementa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; feita de forma universal. Ent&atilde;o, sua ingest&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; baixa&quot;, explica a endocrinologista B&aacute;rbara Campolino.</p>
<p>Em idosos, o problema &eacute; ainda mais s&eacute;rio, j&aacute; que eles apresentam uma capacidade naturalmente reduzida de s&iacute;ntese de vitamina D. &quot;Os mais velhos tamb&eacute;m costumam ficar mais tempo em casa e se cobrem mais com as roupas. Isso diminui a exposi&ccedil;&atilde;o acidental ao sol&quot;, explica a endocrinologista.</p>
<p>O pior &eacute; que, com o passar do tempo, os ossos j&aacute; apresentam tend&ecirc;ncia a sofrer uma desmineraliza&ccedil;&atilde;o gradual e crescente, aumentando os riscos de aparecimento de quadros de osteoporose. Al&eacute;m disso, o corpo vai perdendo massa muscular quase no mesmo ritmo, o que pode para facilitar quedas, que podem levar &agrave;s fraturas &oacute;sseas.</p>
<p><strong><font size="4" color="#ff0000">Acerte na dose</font></strong></p>
<p>Para suprir a quantidade de sol recomendada para todas as faixas et&aacute;rias, basta expor bra&ccedil;os e pernas ao sol, por 10 a 15 minutos, todos os dias, antes das 10 h ou ap&oacute;s as 16 h. O detalhe &eacute; que o uso do protetor solar n&atilde;o est&aacute; dispensado. Ele filtra os raios UVB, essenciais para a s&iacute;ntese de vitamina D, por&eacute;m, n&atilde;o consegue bloque&aacute;-los totalmente. &quot;O sol n&atilde;o &eacute; um vil&atilde;o, sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para o nosso organismo. A exposi&ccedil;&atilde;o exagerada e em per&iacute;odos impr&oacute;prios &eacute; que s&atilde;o danosos &agrave; sa&uacute;de&quot;, atesta o dermatologista Adriano Almeida, do Centro Integrado de Preven&ccedil;&atilde;o do Envelhecimento (CIPE).</p>
<p><strong><font size="4" color="#ff0000">Card&aacute;pio sob medida </font></strong></p>
<p>Embora 90% da absor&ccedil;&atilde;o de vitamina D se d&ecirc; pela exposi&ccedil;&atilde;o ao sol, cuidar da alimenta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode ajudar a prevenir e a combater d&eacute;ficits capazes de prejudicar a sa&uacute;de. Em primeiro lugar, vale lembrar a import&acirc;ncia de se manter uma dieta balanceada, pobre em gorduras e a&ccedil;&uacute;car. Al&eacute;m disso, &eacute; fundamental adotar a pr&aacute;tica regular de uma atividade f&iacute;sica. &quot;Obesos geralmente apresentam n&iacute;veis mais baixos de vitamina D&quot;, afirma Rosa Maria.</p>
<p>Refor&ccedil;ar o consumo de peixes como salm&atilde;o, bacalhau e atum tamb&eacute;m &eacute; boa pedida. &quot;Eles cont&ecirc;m, em 100 g, a quantidade di&aacute;ria recomendada da vitamina&quot;, diz a nutricionista.</p>
<table width="725" cellpadding="4" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img width="550" height="950" name="[i163693]" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/81/imagens/i163693.jpg" alt="" title="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="legenda">
<p align="center"><strong>Fonte: Guia de informa&ccedil;&otilde;es sobre fotoprote&ccedil;&atilde;o Johnson &amp; Johnson.</strong></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Luz solar pode Controlar o clima</title>
		<link>http://phatae.com/2009/11/luz-solar-pode-controlar-o-clima/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rogeriopires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[padrões climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[radiação solar]]></category>
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		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Fonte: Revista Scientific American Novos modelos computacionais come&#231;am como sugerir um varia&#231;&#245;es na intensidade da radia&#231;&#227;o solar Padr&#245;es clim&#225;ticos pueden alterar. por David Biello &#160; For&#231;ante solar: ao contr&#225;rio do que se pensa, pode Gerar uma variabilidade solar grande impacto no clima da Terra. Pequenas Mudan&#231;as na intensidade do brilho solar pueden provocar grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="0" class="interna-txt">
<tbody>
<tr>
<td align="center" class="interna-titulo"><strong>Fonte: Revista Scientific American</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" class="interna-olho">Novos modelos computacionais come&ccedil;am como sugerir um varia&ccedil;&otilde;es na intensidade da radia&ccedil;&atilde;o solar Padr&otilde;es clim&aacute;ticos pueden alterar.</td>
</tr>
<tr>
<td height="45" class="interna-autor"><i>por David Biello</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="interna-txt"><span class="interna-txt"></p>
<table width="320" cellspacing="0" cellpadding="1" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="10" align="right" rowspan="3" class="img-credito"><img width="1" height="1" alt="" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" /></td>
<td align="right" class="img-credito">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img border="0" alt="" src="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/img/Controle_ClimaMat.jpg" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="img-legenda">For&ccedil;ante solar: ao contr&aacute;rio do que se pensa, pode Gerar uma variabilidade solar grande impacto no clima da Terra.</td>
</tr>
<tr>
<td height="10" align="right" colspan="2" class="img-credito"><img width="1" height="1" alt="" src="http://www2.uol.com.br/sciam/img/px_branco.gif" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>            Pequenas   Mudan&ccedil;as na intensidade do brilho solar pueden provocar grandes impactos   de m&eacute;dio e curto prazo no clima da Terra. Agora, de acordo com um novo   Estudo publicado na revista Science, os cientistas est&atilde;o conseguindo   entender os detalhes de como esse processo funciona.</p>
<p>            Durante   d&eacute;cadas, cientistas observaram que Certos fen&ocirc;menos clim&aacute;ticos ─   oceanos mais quentes, maior quantidade de chuvas tropicais, menos   Nuvens subtropicais, circula&ccedil;&atilde;o mais intensa de ventos parecem estar ─   Relativamente associados ao ciclo de atividade solar de 11 anos, que   e mar&eacute;s provoca refluxos em Regi&otilde;es de manchas solares, resultando em   Varia&ccedil;&otilde;es na emiss&atilde;o da radi&acirc;ncia solar total.</p>
<p>            Essa varia&ccedil;&atilde;o &eacute;   de aproximadamente 0,2 watt/m2 ─ pouco significativa para explicar, por   exemplo, o real aquecimento das temperaturas da superf&iacute;cie do mar. Uma   s&eacute;rie de teorias se prop&otilde;e uma explicar uma discrep&acirc;ncia: da altera&ccedil;&atilde;o   Qu&iacute;mica do Oz&ocirc;nio da Estratosfera, aumento de luz solar em &aacute;reas sem   nuvens, e at&eacute; raios c&oacute;smicos. Mas nenhuma delas isoladamente explica o   Fen&ocirc;meno.</p>
<p>            Utilizando um modelo computacional que re&uacute;ne um   Qu&iacute;mica do Oz&ocirc;nio ea quantidade reduzida nuvens subtropicais quando o   Sol &eacute; mais intenso, o climatologista Gerald Meehl, do Centro Nacional   Americano de Pesquisa Atmosf&eacute;rica (NCAR, na sigla em tradu&ccedil;&atilde;o) em   Boulder, Colorado, reproduziram colegas e todos os fen&ocirc;menos clim&aacute;ticos   c&iacute;clicos observados quando a luz solar aumentou e diminuiu de   intensidade ao longo do &uacute;ltimo s&eacute;culo. &quot;Mesmo que a variabilidade do   Sol seja pequena em m&eacute;dias globais, regionais ou pode ser localmente   muito maior &quot;, explica Meehl. Segundo ele, altera&ccedil;&otilde;es na quantidade de   Oz&ocirc;nio estratosf&eacute;rico e na cobertura de nuvens subtropicais tambi&eacute;n &quot;se   Somar e se mutuamente Refor&ccedil;ar amplificando esse pequeno sinal   for&ccedil;ante &quot;.</p>
<p>            Se o modelo Estiver correto, o mecanismo DEVE   funcionar da seguinte forma: quando o Sol com intensidade Estiver   m&aacute;xima, o Oz&ocirc;nio da Estratosfera ligeiramente mais tropical aprisiona   calor na forma de aumento da radia&ccedil;&atilde;o ultravioleta aquecendo, como   vizinhan&ccedil;as e Permitindo maior produ&ccedil;&atilde;o de Oz&ocirc;nio. (Mais Temperaturas   Altas facilitam uma quebra de mol&eacute;culas de O2 pela radia&ccedil;&atilde;o ultravioleta,   Permitindo assim que os &iacute;ons livres de oxig&ecirc;nio Prendam se a outras   Mol&eacute;culas de sua esp&eacute;cie para Criar Oz&ocirc;nio). Este, por sua vez, tamb&eacute;m   se aquece eo ciclo prossegue, resultando em aproximadamente mais 2% de   Oz&ocirc;nio, globalmente. Mas essa mudan&ccedil;a come&ccedil;a tamb&eacute;m um afetar uma   circula&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria estratosfera, ent&atilde;o que muda a circula&ccedil;&atilde;o das   camadas mais baixas da atmosfera uma troposfera ─ ─ Certos Refor&ccedil;ando   Padr&otilde;es de vento que afetam o clima a que estamos Submetidos.</p>
<p>            Enquanto   isso, o aumento de radi&acirc;ncia durante o m&aacute;ximo solar aquece mais o   Oceano em &aacute;reas j&aacute; Relativamente menos cobertas por nuvens causa, por   do ar descendente mais frio. Isso provoca mais evapora&ccedil;&atilde;o, &eacute; que   transportada de volta aos tr&oacute;picos, pela circula&ccedil;&atilde;o dos ventos, onde   desce novamente na forma de chuva refor&ccedil;a tamb&eacute;m, mas a Convec&ccedil;&atilde;o   vertical respons&aacute;vel pela falta de nuvens nos c&eacute;u subtropicais. Esse   Fen&ocirc;meno, por sua vez, aumenta ainda mais a press&atilde;o descendente nos   subtr&oacute;picos, resultando em ainda menos nuvens ─ novamente   aproximadamente menos 2% de nuvens sobre essas Regi&otilde;es do Pac&iacute;fico. &quot;O   que se faz &eacute; simplesmente acelerar todo esse sistema &quot;, observa Meehl. </p>
<p>            Mas   O modelo n&atilde;o reproduziu exatamente como Condi&ccedil;&otilde;es de reais. Enquanto as   temperaturas da superf&iacute;cie do mar no leste do Pacifico normalmente   diminuem de cerca de 0,8 &ordm; C sob ativo Sol, o modelo s&oacute; conseguiu   Reproduzir cerca de 0,6 &ordm; C de resfriamento. O modelo tamb&eacute;m n&atilde;o   onde conseguiu Prever como varia&ccedil;&otilde;es acontecem realmente. Provavelmente   Outros fatores tamb&eacute;m est&atilde;o contribuindo, Meehl avalia e at&eacute; o melhor   Modelo computacional s&oacute; chegaria perto das reais complexas Condi&ccedil;&otilde;es do   Clima. </p>
<p>            No momento, o Sol est&aacute; estacionado em um per&iacute;odo de   extremamente baixa atividade, n&atilde;o como o M&iacute;nimo de Maunder, que pode   Ter Sido Respons&aacute;vel pela pequena Era do Gelo congelou uma Europa que n&atilde;o   fim do s&eacute;culo 17. E, na segunda metade do s&eacute;culo 20, uma radi&acirc;ncia solar   Relativamente permaneceu constante enquanto as temperaturas globais   aumentaram ─ descartando ser a nossa estrela Diretamente respons&aacute;vel   pelo aquecimento do planeta.</p>
<p>            A pesquisa agora come&ccedil;a explicar um   Os mecanismos f&iacute;sicos das mudan&ccedil;as na radi&acirc;ncia ter que pueden solar   provocado impactos no Planeta. Isso significa que o pr&oacute;ximo do &Aacute;gio   ciclo solar e, consequentemente, n&atilde;o pode ser brilho solar CONDI&Ccedil;&Otilde;ES QUE   propiciem o surgimento do La Ni&ntilde;a ─ &aacute;guas da superf&iacute;cie do Oceano   anormalmente baixas ─ n&atilde;o Pac&iacute;fico equatorial. &quot;Sempre que isso   Acontece, h&aacute; chances de ocorrer um La Ni&ntilde;a fraco ─ como padr&atilde;o &quot;, prev&ecirc;   Meehl.</span></td>
</tr>
</tbody>
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